Constelação Familiar em Grupo
Domingo
28/11/21
Das 15 às 19
Informe-se!
A vivência vai acontecer nesse domingo!
Bem Vindo ao Blog Cida Medeiros!
Explorando a Interseção da Psicologia, Espiritualidade e Ciência
Constelação Familiar em Grupo
Domingo
28/11/21
Das 15 às 19
Informe-se!
A vivência vai acontecer nesse domingo!
Sabe aquela sensação de estar carregando uma mala pesada demais? Às vezes, essa mala está cheia de coisas, mas muitas vezes, ela está cheia de sentimentos, memórias e até mesmo de pessoas que, de alguma forma, já não cabem mais na nossa jornada. Desapegar é sobre isso: aliviar o peso para que a gente possa caminhar mais leve e, o mais importante, abrir espaço para o novo.
Insistir em segurar o que não nos serve mais, seja um objeto, um relacionamento, um trabalho ou até mesmo uma ideia antiga, é como querer que a água continue fluindo em um copo que já está transbordando. Não tem espaço para mais nada, e o que está ali, parado, acaba perdendo o brilho.
O apego vem de várias raízes: o medo do desconhecido, a nostalgia do que já foi bom, a ilusão de controle, a culpa por "desistir" ou até mesmo o valor que a sociedade insiste em dar a certas coisas. É natural sentir essa resistência. Afinal, aquilo que conhecemos, mesmo que não seja mais o ideal, nos dá uma certa segurança.
Mas o grande segredo é que o vazio que o desapego cria nunca é um vazio de nada, mas sim um vazio de infinitas possibilidades. É um convite para o inesperado, para o crescimento, para aquilo que está esperando para chegar e transformar sua vida.
Então, como podemos cultivar essa postura de desapego e ter o discernimento de soltar o que não serve mais?
Há dores que não se explicam, apenas se sentem.
O amor não vivido é uma delas — aquele que ficou no quase, no silêncio, nas palavras que não saíram, no olhar que se perdeu entre a coragem e o medo.
Ele não tem fim nem começo definidos. Apenas existe, como uma brisa que passa e deixa marcas invisíveis.
Essa é uma carta para a alma — para a tua, que talvez também carregue lembranças do que poderia ter sido, e busca compreender o significado da ausência, do vazio e da transformação.
Querida alma,
Hoje escrevo para ti — que guardas os amores que não floresceram, as palavras que ficaram presas entre os lábios e os sonhos que adormeceram nas nuvens do talvez.
Sei que doeu.
Doeram as promessas que nunca chegaram a existir, o abraço que o tempo não permitiu, o toque que se perdeu entre a vontade e o medo.
Há um tipo de vazio que não é ausência — é excesso. Excesso de sentir, de imaginar, de quase viver.
Para onde vão as palavras não ditas?
Talvez fiquem guardadas nas frestas do coração, ecoando como um som distante que insiste em voltar nas madrugadas.
Talvez se transformem em poesia, porque nem tudo o que não foi vivido deixa de existir.
Algumas coisas vivem apenas no invisível.
O “eu te amo” engolido não morre, alma. Ele muda de forma.
Às vezes vira lágrima, outras vezes se faz força.
E quando a vida pede coragem, é dele que vem o impulso de continuar — mesmo sem entender, mesmo sem ter recebido o retorno que esperavas.
Os sonhos não vividos continuam suspensos no céu do teu ser.
Eles não se perdem — esperam apenas que aprendas a sonhar de novo, sem medo de cair.
E o toque?
Ah, aquele toque sem querer...
A pele lembra, mesmo quando o tempo tenta apagar.
Porque o corpo é o templo onde o amor, mesmo efêmero, deixou sua marca.
Mas, alma querida, escuta com calma:
Nem toda história precisa ser vivida para ensinar.
Alguns amores vêm só para acender luzes que estavam apagadas.
E mesmo o amor que não foi, foi.
Foi em intenção, em energia, em sentimento — e isso também é vida.
Então, deixa que o não vivido te ensine sobre o valor do agora.
Que a dor se transforme em presença.
Que o vazio se torne espaço para o novo florescer.
E quando sentires saudade do que não aconteceu,
sorri com ternura.
Porque até o silêncio que ficou entre vocês
foi, por um instante, o som mais verdadeiro do teu coração.
Com amor,
— Tua própria alma
O amor não vivido nos ensina sobre nós mesmos.
Ele é o mestre da aceitação, o espelho da coragem e o guardião da sensibilidade.
Nos mostra que sentir — mesmo sem viver — já é uma forma profunda de existir.
Se o teu coração ainda guarda o eco de um amor que não foi,
deixa-o falar.
Escuta-o com carinho.
Porque até o que não aconteceu, de alguma forma,
te transformou em quem és hoje.
#amor não vivido, #autoconhecimento, #carta para alma, #cura emocional, #amor e perda, #desenvolvimento pessoal.
Reflexões sobre perdas, encontros e renascimentos
Este foi um ano em que muitos fios se romperam — dentro e fora de nós.
Fios invisíveis, mas essenciais.
Fios que sustentavam sentidos, relações, esperanças e projetos.
Fios que, ao se romperem, nos obrigaram a parar e olhar para aquilo que, até então, seguia no automático.
Para alguns, o fio da esperança foi dilacerado.
E foi justamente a partir dessa dor que muitos despertaram para algo maior: a necessidade de reconstruir, de ajudar, de cuidar. Assim, descobriram em si a capacidade da solidariedade, do amor e da entrega.
Para outros, o fio do amor se rompeu, abrindo abismos, separações e silêncios. Nesses momentos, foi preciso uma luz maior para atravessar a escuridão — uma luz que não elimina a dor, mas oferece direção.
Somos, todos nós, viajantes no tempo.
Muitas vezes esquecidos de nós mesmos, entregues à própria sorte, mas profundamente sedentos de voltar ao Lar.
Esse lar nem sempre é um lugar físico.
É um estado de pertencimento, de segurança interna, de reconexão com algo essencial. Muitos sequer sabem onde ele fica — apenas sentem sua ausência.
Vivemos tempos em que muitas consciências, vindas de diferentes histórias e dimensões da experiência humana, se dedicam à árdua tarefa da conexão e da reconexão.
Para que os filhos da Terra possam reencontrar o nascer do sol dentro do próprio coração.
Por isso, este tempo exige vigilância, atenção e presença.
A pandemia de 2020 escancarou o melhor e o pior que havia dentro e fora de nós. Tudo o que precisava morrer, morreu — não como punição, mas como passagem. Para renascer em outro plano, em outra forma, em outra consciência.
Muitos perderam. De inúmeras maneiras.
Outros ganharam. Também de inúmeras formas.
Perdas e ganhos caminham juntos. Sempre.
E há momentos em que se faz necessário um balanço amoroso: acolher o que se foi e reconhecer o que chegou.
Alguns ainda permanecem presos à dor das perdas.
Outros já caminham em direção à aurora do renascer.
E há aqueles que percebem o quanto receberam e se sentem profundamente gratos pelas descobertas de si mesmos.
Nada será como antes.
E talvez nunca tenha sido essa a proposta.
Que a taça desta passagem — celebrada no dia de hoje — possa estar repleta de esperança, consciência, resiliência, renovação e presença. Que, nos espaços vazios entre os dedos, permeando tudo, esteja a presença do Amor.
Que esse ilustre convidado seja lembrado.
E conscientemente convidado a estar.
Aceitar este ano como ele foi é essencial para a tomada de consciência que se anuncia. Como raça humana, nada será como antes. Ainda assim, tudo flui em sintonia com a Vida.
Que possamos parar, agora, para agradecer.
Agradecer por tudo.
Especialmente aos nossos ancestrais.
À vida que chegou até nós por meio de nossos pais e de nossa família.
Aos orientadores, professores, mestres e a todo conhecimento que nos foi ofertado.
Eu agradeço, de forma especial, à Divindade, à Fonte da Criação e a toda a Vida Espiritual que nos assiste a cada instante. E a essa força que guia meus passos — e os nossos — e que permitiu o encontro através do precioso tempo que nos foi ofertado.
Que esse tempo vindouro nos presenteie com novas oportunidades.
E que cada encontro seja coroado com aquilo que há de melhor, para melhor servir à qualidade da vida.
Pois, se o Tempo é arte, o Encontro é sua mais bela composição. São eles que desenham, nas paredes do tempo, os quadros que nutrem a nossa alma.
Aquele que um dia compartilhou a arte do encontro jamais esquece. É sábio quem reconhece, agradece e sela com gratidão esse momento.
A vida segue. Nem tudo acontece como gostaríamos. E os desencontros também fazem parte do caminho — são aprendizados que pedem chaves, capazes de abrir portas e janelas para novos horizontes de ser e existir.
Desejo um Feliz Ano Novo.
Com todos aqueles que você ama, dentro do coração.
Porque o amor é esse lugar mágico dentro de nós onde sempre cabe mais um para sentar, ouvir e compartilhar as histórias da vida.
Sinta-se abraçado.
Feliz Ano Novo.
Cida Medeiros
PRECE ÀS SETE DIREÇÕES GALÁCTICAS
Desde a Casa Leste da Luz
Que a Sabedoria se abra em aurora sobre nós
Para que vejamos as coisas com claridade.
Desde a Casa Norte da Noite
Que a Sabedoria amadureça entre nós
Para que conheçamos tudo desde dentro.
Desde a Casa Oeste da Transformação
Que a Sabedoria se transforme em ação correta
Para que façamos o que tenha de ser feito.
Desde a Casa Sul do Sol Eterno
Que a ação correta nos dê a colheita
Para que desfrutemos os frutos do ser planetário.
Desde a casa superior do Paraíso
Onde se reúne o Povo das Estrelas e os Antepassados
Que suas bençãos cheguem até nós agora.
Desde a Casa Interior da Terra
Que o pulsar do coração de cristal do Planeta
Nos abençoe com suas harmonias
Para que acabemos com as guerras.
Desde a Fonte Central da Galáxia
Que está em todas as partes ao mesmo tempo
Que tudo se reconheça como Luz de Amor Mútuo.
AH YUM HUNAB KU
(Saudação Maia ao Sol Central - Entoar 3 vezes)
EVAN MAIA E MA HO
(Salve a Harmonia da mente e da Natureza - 3 vezes)
IN LAK CH
(Eu Sou o Outro em Você)
A CULTURA GALÁCTICA VEM EM PAZ
Inscrição
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfMm7ohnltXIN-mcWEJmtPHy5rAXIx9zRg77SGrqj_57Fc2EA/viewform
Ó Grande Espírito,
Quantas vezes nos pegamos vivendo em um futuro que ainda não chegou, presos a cenários que criamos na mente? É um paradoxo, mas essa ânsia pelo que está por vir, essa constante expectativa, é o que mais nos rouba o agora. O mestre Bert Hellinger, com sua profunda compreensão das dinâmicas da vida, já nos apontava para essa armadilha:
"A expectativa cessa quando permanecemos no momento presente. Pois tudo que esperamos está além do momento presente. A expectativa nos impede de permanecermos neste instante - através da
Mas
É uma dança delicada entre a alegria do que se espera e o medo paralisante de que essa expectativa não se realize. Ambos nos amarram, nos impedem de nos abrir para a vida exatamente da maneira como ela se manifesta. Afinal, como podemos receber o que o instante nos presenteia se estamos ocupados demais projetando o que ele deveria trazer?
A sabedoria, percebo, não está em negar o sol em si, mas em lidar com a realidade exatamente como ela se apresenta. Se o sol está forte demais, buscamos a sombra. Se está ameno, desfrutamos cada raio. Agimos de acordo com o que surge, com a realidade nua e crua, sem as lentes distorcidas do que gostaríamos que fosse.
Quando nos libertamos das amarras do "deveria ser", quando abrimos mão das expectativas rígidas, somos capazes de aceitar o instante em sua plenitude, com tudo o que ele traz. Não estamos mais em um campo de batalha contra o que é, mas em um fluxo sereno de aceitação.
Nesse espaço de permissão e presença, temos aquilo que é possível agora, e o temos por inteiro. Estamos abertos a surpresas, a novos caminhos que só se revelam no momento exato. Não esperamos mais, de forma ansiosa e controladora, por um futuro distante. Esperamos, sim, mas com uma calma centrada e uma prontidão serena, apenas pelo próximo instante. Porque é só ele que nos leva adiante, trazendo em seu próprio fluxo tudo o que precisamos, exatamente como deve ser.
Com a leveza de quem vive o agora,
Cida Medeiros
Sabe aquelas perguntas que fazem a gente parar, respirar fundo e mergulhar em algo que nem imaginávamos? As perguntas do Access Consciousness são exatamente assim. Elas não buscam respostas prontas, mas sim abrir um universo de possibilidades dentro de nós e ao nosso redor.
E pensando em como usar essa potência para o seu negócio, preparei algumas ideias que vai tocar sua alma quando ler:
Uma frase curta, mas que ecoa como um trovão: "Não há religião superior à Verdade". Mas, afinal, o que é a verdade no emaranhado das nossas vidas?
Muitas vezes, passamos anos tentando sustentar "verdades" que não são nossas. Verdades emprestadas da nossa família, dogmas que aceitamos para sermos amados e máscaras que criamos para sobreviver. No consultório, após 19 anos acompanhando tantas histórias, percebo que o sofrimento quase sempre nasce de uma mentira sistêmica: a negação do que realmente é.
Para a Visão Sistêmica, a verdade não é um julgamento moral. A verdade é o reconhecimento dos fatos como eles são. É dar lugar a quem foi excluído, é aceitar o destino dos nossos antepassados e parar de lutar contra a realidade.
Como dizia Bert Hellinger, a paz começa quando podemos olhar para tudo o que aconteceu e dizer: "Sim, foi assim". Essa é a verdade suprema — aquela que não precisa de templos, mas de coragem.
Ao longo da minha jornada na Terapia Transpessoal e no Universo Xamânico, aprendi que a verdade possui uma frequência vibracional. Quando você para de repetir padrões que não te pertencem e assume a sua própria história, seu corpo relaxa. Sua alma respira.
A verdade é o elo invisível que une a neurociência ao espírito. Quando acessamos nossa verdade interna, harmonizamos nosso sistema nervoso e devolvemos o fluxo de amor à nossa árvore genealógica.
Se você sente que está vivendo uma vida que não lhe cabe, ou se percebe que há "nós" na sua história que impedem o seu crescimento, talvez seja a hora de buscar essa verdade que cura.
Nem sempre é um caminho fácil, mas é o único que nos conduz à maturidade e à liberdade real. Convido você a silenciar os ruídos externos e ouvir o que o seu sistema está tentando revelar.
Cida Medeiros
Terapeuta Sistêmica, Astróloga e Buscadora da Verdade.