Quando a excelência revela o que o ambiente não quer ver
A mediocridade não suporta a excelência, porque a excelência, por sua própria natureza, revela o que a mediocridade tenta ocultar: o medo de crescer, o receio de ser visto em sua limitação, o desconforto diante do espelho da consciência.
Em muitos espaços — inclusive os acadêmicos — o que se apresenta como coletividade às vezes é apenas uma forma sutil de nivelar por baixo. A inquietação é mal interpretada, o pensamento crítico é confundido com afronta, e o desejo de diálogo é visto como desvio da norma.
Mas há algo profundamente humano na busca por compreender mais, em provocar pela maiêutica, em desejar integrar saberes que foram separados artificialmente.
Essa busca é movimento de alma — é a própria natureza da consciência em expansão.
E quando o ambiente não acolhe esse movimento, nasce o exílio interno: aquele silêncio denso em que o ser sente que não pertence, não porque é “demais”, mas porque não aceita ser de menos.
Ainda assim, a excelência — entendida aqui não como superioridade, mas como fidelidade ao que se é — continua a pulsar. Ela não precisa de aplauso, precisa apenas de coerência.
E quando há coerência, há caminho.
Aos que já se sentiram deslocados por pensar diferente, por buscar mais sentido, por unir o que foi separado: saibam que esse desconforto não é fracasso, é sinal de evolução.
Talvez o ambiente ainda não esteja pronto para o seu brilho, mas o mundo precisa justamente dessa luz que incomoda — porque é ela que transforma.
Convite à reflexão e ao cuidado
Se essa vivência deixou marcas — se há feridas invisíveis, traumas, confusão, ou a sensação de ter perdido a própria voz — saiba que existe um caminho de volta para si.
Como psicoterapeuta integrativa, unindo a Psicologia, as abordagens sistêmicas e as práticas de cuidado emocional, ofereço uma escuta que acolhe sua história e ajuda você a sair do fundo do poço — não para voltar ao mesmo lugar, mas para subir a montanha em direção à realização dos seus desejos mais profundos.
Porque há dentro de você algo que nunca deixou de buscar sentido.
Por Cida Medeiros
Psicoterapeuta Integrativa, abordagens sistêmicas e cuidado emocional
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