União de Alma


Normalmente o amor de alma acontece derrepente por força de um encontro casual e através do olhar.

É uma atração mutua.

Dois Seres em corpos distintos são colocados face a face pelo Destino.

E nesse encontro casual, olham-se, reconhecem e se sentem atraídos mutualmente sem que possam evitar a "aquilo" que os une incondicionalmente...

Quase sempre é o fogo da paixão que aflora sem controle algum.

Nasce o desejo de se amarem e ficarem juntos para a vida inteira.

É um sentimento profundo que se dá.

Acontece além dos contextos que duas pessoas estão envolvidos.

Nesse nível, o encontro é realizado pela alma, de dois seres, programados pelo Destino, a fim de viverem uma experiência de União.

Porém estar "apaixonado" significa que não estamos podendo ver o outro exatamente como ele é, mas sim, uma projeção interna, a imagem que temos de um ser ideal, que não corresponde a quem a pessoa é realmente.

Porém o amor de alma, enfrenta todos os revés e transforma a paixão em Amor.

O tempo é um companheiro eterno nessas uniões, elas se transformam, mais não se separam.

Grandes lições, muitos sofrimentos, mais um crescimento muito grande ocorre para ambos.

O Amor de Alma, só finda, nessa vida...com a morte.

Os papeis podem transformar-se...mais jamais se desligam...

Cida Medeiros







Táquion



Visualização de um Táquion.

Como o objeto se move mais rápido do que a luz, não é possível vê-lo se aproximando. Apenas após ele passar pela região próxima, poderíamos visualizar duas imagens, aparecendo e desaparecendo em direções opostas. A linha preta é a onda de choque da radiação Cherenkov.

Livro:"A Entrega" - Pierre Weil


Segundo Pierre Weil, a entrega consiste, antes de tudo, em seguir a voz interior da consciência universal dentro de nós. Foi justamente essa voz que o levou a escrever e a oferecer ao público esta obra autobiográfica, em que relata suas intuições e aprendizados mais íntimos sobre a sublime experiência da verdadeira entrega. Neste livro, o autor de A Revolução Silenciosa e Lágrimas de Compaixão faz um relato do seu processo pessoal de entrega, que se deu sob a forma de uma comunicação telepática e direta com os anjos. Ao longo de vários anos, Weil e alguns amigos fizeram reuniões em que receberam ensinamentos e recomendações desses seres, não só acerca da entrega, mas de muitos outros temas, relacionados a Deus, à vida e ao Cosmos.

Além de compartilhar com os leitores o conteúdo surpreendente desses encontros, Weil também faz reflexões sobre aspectos inconscientes e involuntários da entrega em atos fisiológicos como a alimentação e a respiração, nas relações amorosas, na cura espiritual e também como caminho para a realização suprema transcendental. Todas elas com base na sua riquíssima experiência pessoal e no trabalho que realizou, ao longo de toda a vida, para despertar a paz e o desejo de autotransformação no coração de todos os seres humanos.



Reunião do CIT



 REUNIÃO DO CIT - Colégio Internacional dos Terapeutas - 
UNIPAZ SÃO PAULO CAPITAL dia 24.10.08
UNIPAZ-SP  e  CIT - Colégio Internacional de Terapeutas
 
convidam para o encontro do CIT em São Paulo que ocorrerá na sexta-feira,
 dia 24 de outubro, das 17h00 às 18h30, no Convento da
Santíssima Trindade, rua São Benedito, 2146 (paralela da Av Vereador José Diniz, na altura da rua Alexandre Dumas), Alto da Boa Vista, São Paulo
O orientador do encontro será médico Prof. Dr. Mauro Pozatti de Porto Alegre-RS que abordará o tema
  Movimento Guardiães do Amanhã - os Cuidadores de Amanhã
Mauro Pozatti - Médico e psicoterapeuta. Especialista em Análise Transacional (UNAT-BR) e em Terapia Familiar Sistêmica (CEAPIA). Mestre em Educação (UFRGS). Doutor em Educação (UFRGS). Professor do Departamento de Medicina Social - Faculdade de Medicina - UFRGS. Mentor e Facilitador do Movimento Guerreiros do Coração. Membro do Conselho Diretor da Unipaz-Sul

O Colégio dos Terapeutas - CIT, sob a orientação de seu mentor, Jean-Yves Leloup, foi fundado em 1992, tendo como sede, no Brasil, a Universidade Holística Internacional de Brasília, UNIPAZ. Inspira-se na tradição hebraica dos Terapeutas, aos quais nos reportou Philon de Alexandria, fornecendo-nos o formidável e ancestral testemunho de uma protoabordagem holística, que não separa, no ser humano, o que a própria Vida uniu: o corpo, a psique, a consciência e a Essência. Suas raízes remontam ao primeiro século de nossa era, no especial momento de transição do judaísmo para o cristianismo. Não sendo de cunho formativo, o CIT acolhe terapeutas já formados, das mais diversas competências e orientações, que se aliam em torno de uma visão holística; de uma escuta acolhedora das múltiplas dimensões do todo humano; de uma ética rigorosa e aberta de respeito à inteireza; de uma prática transdisciplinar na área de saúde integral e da arte do cuidar do Ser. A partir de uma visão de ecologia profunda, e de uma definição de saúde como um estado de bem estar psicossomático, social, ambiental e cósmico, postulada pela Organização Mundial de Saúde, três categorias de terapeutas são reconhecidas:
a clínica - reservada aos profissionais clínicos habilitados, como médicos, psiquiatras e psicólogos;
a social - reservada aos profissionais que cuidam do social, como educadores, empresários, engenheiros, arquitetos, artistas, políticos, cientistas, sacerdotes etc;
a ambiental - reservada aos cuidadores do meio-ambiente, como biólogos, ecólogos, teólogos, engenheiros florestais, entre outros.


Coodenação do CIT pela Unipaz S. Paulo Capital
Lucila Camargo
 
UNIPAZ - SP Capital
Universidade Internacional da Paz de São Paulo Capital
Site: 
www.unipazsp.org.br
E-mail: contato@unipazsp.org.br
Tel/Fax: (11) 5083-4278
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Próximos seminários UNIPAZ São Paulo 2008:
24 e 25 de outubro- Saúde e Inteireza do Ser - Mauro Pozatti - RS
21 e 22 de novembro - Tradições Brasileiras - Kaká Werá - SP
12 e 13 de dezembro - A Arte de Viver a Passagem - Gislaine D'Assumpção - BH
19 e 20 de dezembro - Antigos e Novos terapeutas - Roberto Crema - DF




No virus found in this incoming message.
Checked by AVG - http://www.avg.com
Version: 8.0.173 / Virus Database: 270.8.1/1728 - Release Date: 16/10/2008 07:38



--
"Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas conscientes e engajadas possa mudar o mundo; de fato, sempre foi; somente assim que o mundo mudou".

Lista de Discussão sobre Huna

Aloha e ke alanui!
 
A você que veio até meu Blogguer, bem vindo!
 
Meu querido amigo Jean possui uma lista de discussão Aloha Ho'ola para
conversar estritamente sobre Huna e suas aplicações psico-filosóficas, metafísicas, paranormais, etc. 
 
Eu, Cida Medeiros apoio este grupo.
 
Visitem o grupo e se registrem, aqui vai o endereço :
 

Pierre Weil, nasceu para o céu...



Educação para a PAZ   
Homenagem
Pierre Weil

Nasceu para o céu na última noite (de 10 para 11 de Outubro de 2008) um grande obreiro da PAZ,  Pierre Weil (http://www.pierreweil.pro.br/) - em Brasília, o fundador da UNIPAZ - Universidade Internacional da PAZ. Ele é um dos principais inspiradores deste trabalho, através da UNIPAZ Portugal e do seu livro «A Arte de Viver em Paz» (Edições ASA, 1999).

Como diz Jean-Yves Leloup:

 «Nosso amigo Pierre Weil nos deixou - ele deixou seus limites para ser "um" com este Infinito cuja intuição e pressentimento ele tinha desde a sua mais tenra infância.
Sentiremos falta da sua presença forte e frágil ao nosso lado, temos o direito de chorar...  no entanto, devemos nos lembrar das suas palavras:


"Saibam que a morte não existe enquanto desaparecimento definitivo da nossa existência; é apenas uma transformação, uma mudança de estado de consciência, comparável ao sonho e ao sono profundo...

Se compreendermos isso, poderemos ficar contentes, lúcidos e estar em paz... enviem do fundo do seu coração um voto para que este estado se comunique a todos os seres vivos..."

Nossas lágrimas serão, então, como as lágrimas do mestre, que ele frequentemente mencionou: lágrimas de compaixão.

Que as sementes de consciência e de paz que ele plantou em nós e nas obras que ele fundou continuem a florescer e a dar o seu fruto.

De agora em diante, que a sua presença, "clara e infinita luz", nos acompanhe...

Jean-Yves Leloup»
 


Para saber mais sobre:
História da UNIPAZ - http://www.unipaz.org.br/quem/pierre.htm
UNIPAZ - Campus de Portugal - http://www.unipaz.pt


Evento FIB (Felicidade Interna Bruta)





I Conferência Nacional sobre FIB  (Felicidade Interna Bruta) no Brasil, dia 29 de outubro de 2008, SESC Pinheiros

           
           
No dia 29 de outubro, no SESC Pinheiros, das 16h00 às 21h00, acontecerá 1ª Conferência Nacional sobre Felicidade Interna Bruta, organizada pelo Instituto Visão Futuro, com o apoio do SESC.

            Vivemos um momento crucial em que as economias por todo o planeta estão sendo sacudidas. Torna-se urgente buscarmos um curso alternativo para o progresso: em lugar de ganância e crescimento a qualquer custo, justiça, sustentabilidade e felicidade para todos. A nova proposta é Felicidade Interna Bruta (FIB), em vez de PIB (Produto Interno Bruto).

Dr. Eduardo Jorge, Secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, abrirá o evento, que incluirá a participação do grupo Doutores da Alegria. Para falar do FIB participarão especialistas mundiais como Karma Dasho Ura, e Michael Pennock. Também participam Dra. Susan Andrews e o economista Dr. Ladislau Dowbor.

Karma Dasho Ura, Coordenador das Pesquisas sobre FIB no Butão (patrocinadas pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas – PNUD) com o objetivo de formular as análises estatísticas do FIB, e membro da comissão do FIB no Ministério do Planejamento. O Sr. Karma Ura apresentará a origem histórica do FIB, sua conceituação e a estratégia de implementação no Butão, bem como explicará as sofisticadas análises estatísticas que atualmente são usadas naquele país para desenvolver seus indicadores e suas métricas.

Michael Pennock, Diretor do Observatório para Saúde Pública em Vancouver, Canadá, e consultor sobre o Índice de Genuíno Progresso de Canadá. Também presta consultoria para as Nações Unidas quanto ao desenvolvimento dos indicadores do FIB no Butão. O Sr. Pennock discutirá a adaptação do FIB do Butão para uma versão internacional que está começando a ser adaptada no Canadá, e que possa ser usada por comunidades para monitorar sua direção de autêntico progresso.

Dra. Susan Andrews, psicóloga e antropóloga formada pela Universidade de Harvard, fundadora e coordenadora da ecovila Parque Ecológico Visão Futuro no interior de São Paulo, e coordenadora do FIB no Brasil. Ela discutirá a nova ciência de Hedonics, a recente pesquisa no âmbito da psicologia sobre as fontes da felicidade humana, e suas relações com o crescimento material.
Dr. Ladislau Dowbor, economista, professor titular da pós-graduação da PUC-SP, consultor da ONU e de vários governos em gestão econômica descentralizada. Dr. Dowbor proferirá uma palestra, "Refazendo as Contas: As Limitações do PIB", que será uma exposição sobre a necessidade de se reformular o PIB com novos índices estatísticos, e a importância desse esforço para o bem-estar de todos os brasileiros.
                       
            EVENTOS:
            No dia 29 de Outubro, das 16:00 às 21:30, ingresso R $2, $4, e $8 (veja folder)
            No dia 31 de Outubro, às 10h30, uma segunda conferência sobre o FIB acontecerá no auditório DGA da UNICAMP (entrada franca).
           
Nos dias 1 e 2 de novembro (sábado e domingo), acontecerá um evento na ecovila Parque Ecológico Visão Futuro (www.visaofuturo.org.br), com o objetivo  de elaborar uma estratégia de planejamento específica para a implementação do FIB  no Brasil (mais informações e inscrições: 015 3257-1243 / 1540, ou visaofuturo@visaofuturo.org.br).

TÓPICOS DA CONFERÊNCIA:
·         As limitações do Produto Interno Bruto (PIB) num mundo em plena crise ecológica e social
·         As nove dimensões do FIB: bom padrão de vida econômica, boa governança, educação de qualidade, boa saúde, vitalidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, gerenciamento equilibrado do tempo, e bem-estar psicológico
·         Origem histórica do FIB no Butão, o místico Shangri-Lá no Himalaia
·         A Ciência da Felicidade: fontes verdadeiras da nossa alegria
·         Indicadores do FIB: medidas estatísticas de bem-estar
·         Políticas de planejamento nas dimensões do FIB
·         A aplicação prática do FIB na comunidade internacional

Mergulho Interno


Observe em sí mesmo algo que quer trabalhar. Pense quais são as áreas da vida nas quais sente maior dificuldade, como por exemplo, um conflito, uma sensação de fracasso.

Escolha um tema e perceba quais são suas reações e comportamentos

Personifique em seu imaginário um simbolo, um Ser, um animal de Poder, que represente seu Divino. E peça para que essa força vá junto com você, que faça uma viagem para dentro de si, para investigar uma memória que pode ser a causadora de seu dificuldade no momento presente.

Você pode determinar que deseja ir para memória que deu origem a um trauma, ou a um complexo muito arraigado, ou ao padrão de repetição que você reconhece em sua vida.

Vá viajando para dentro de sí mesmo, como se pegasse um submarino que é capaz de penetrar nas profundezas de si mesmo e observasse tudo do lado de dentro, protegido, porem capaz de ver e sentir tudo.

Com isso, você poderá ver cenas, pessoas, lembranças, emoções que estão dentro de você.

Vá limpando isso com ajuda do seu Divino, peça para que ele retire tudo isso e transmute em luz.

Pergunte qual foi o aprendizado para você. O que você desenvolveu a partir dessa vivencia.

Assim que compreender isso, peça para liberar todas essas lembranças que estão registradas no seu Eu Básico para elevar ao Divino e transmutá-los ao vazio.

Você poderá anotar tudo isso em seu caderno e investigar que tipo de crença foi criada a partir desses acontecimentos que vieram a tona.

Assim consciente de tudo, terá mais condições de liberar tudo isso ao vazio. Libertando-se de cargas do passado.

Cida Medeiros










Psicofilosofia Huna

Conforme relatam vários autores a origem da Psicofilosofia Huna é
controvertida. Para situar nossos leitores sintetizamos o pensamento de seus
principais pesquisadores:
- Max Freedom Long diz que se originou de um povo que partiu do Egito
através do Mar Vermelho, e que, em canoas chegou ao Havaí.

- Serge King diz que se origina de estelares , os quais vieram da
Constelação da Plêiades, tendo um dos grupos se estabelecido na Terra, num
continente no Oceano Pacifico, o qual era denominado de Mu e seus habitantes
de povo de Mu. Este continente submergiu e formou-se a Polinésia. Criaram
uma língua que é falada em toda Polinésia.

- Leinani Melville em seu livro "Children of the Rainbow" diz que:


"os nativos contavam que seus ancestrais tinham originariamente descido do
céu. Os havaianos primitivos eram do Havai'. Eles haviam nascido no Havai'i
no princípio da era humana. De acordo com os antigos cânticos da criação,
foram a primeira raça humana a ocupar essa terra. Seus primeiros
progenitores eram conhecidos como Mu. Os Mu conheciam sua terra natal por
diversos nomes. Havai'i agora pronunciado Hawai'i era apenas um deles. Era
às vezes chamado de Havai'i - ti - Havai'i, onde a vida surgiu e se
desenvolveu. Havai'i originariamente, referia-se ao enorme continente que
existiu em tempos pré-históricos no Oceano Pacífico e não, ao belo cordão de
ilhas esmeraldas que hoje são conhecidas como Ilhas Havaianas. Foi nesse
continente perdido, que os extintos Mu viveram. As atuais ilhas, são os
antigos picos das montanhas do continente que submergiu, que foi partido em
pedaços por terremotos, destroçado por maremotos de vagalhões gigantescos,
despedaçados por erupções vulcânicas. A tradição foi passada por alguns
habitantes de Mu, que sobreviveram ao cataclismo que destruiu a antiga
civilização. Esses poucos sobreviventes preservaram as tradições de seus
antepassados e as passaram para a geração seguinte. Esse costume continuou
por séculos, até mesmo por milhares de anos, até que o Capitão James Cook, o
navegador Inglês, descobriu os remotos descendentes de Mu, vivendo nas
selvas do Havaí. O Havai'i era às vezes chamado de A Terra de Rua (Ta aina o
Rua). Rua significa crescimento e desenvolvimento pelo fogo. O povo de Mu
muitas vezes, chamava sua terra natal de Ta Rua ou Rani (buraco, ou cratera
do céu). Era mais popularmente conhecida como Ta Rua. O povo de Mu era
definido pelos tahuna como predecessores, pessoas pequenas, que formaram a
primeira civilização do mundo; pessoas silenciosas que se moviam quietamente
e trabalhavam sem barulho, pessoas reservadas que preservaram o seu
conhecimento em silêncio. Referem-se a eles como uma raça de pessoas
lendárias, que viveram no Havai´i, há muito tempo. Os homens sábios do
antigo Havaí, que criaram o nome Teave, esconderam dentro da sua Huna
(abismos profundos) o simbolismo esotérico do seu significado. Baseado em
pesquisas e traduções de cânticos antigos fica claro que a denominação foi
criada no continente perdido de Mu, hoje conhecido pelo nome científico de
Lemúria. Aquele continente hoje submerso, era às vezes, chamado pelos
antigos havaianos, de A grande ilha escondida de Tane. Mais popularmente era
conhecida pelos nomes de Ta Rua ou Havai'i-ti, Havai'i, onde a vida surgiu
para a existência e expandiu-se em crescimento. Os primeiros habitantes
daquela terra esquecida eram conhecidos como os Mu. Eles foram os
antepassados dos havaianos de hoje e deram origem à civilização mais antiga
do mundo e à sua estrutura religiosa" .

- James Churchward em seu livro "Continente Perdido de Mu" fala sobre um
antigo continente no Oceano Pacífico que era habitado por um povo com uma
civilização mais evoluída do que a atual e que submergiu devido a grandes
cataclismos por volta de treze mil e quinhentos atrás. Baseou seus estudos
na tradução de escritas em pranchas feitas de argila, que encontrou num
mosteiro na Índia. A escrita era em uma língua praticamente desconhecida. O
monge responsável pela guarda desse segredo ensinou-lhe a língua e
traduziram juntos todas elas. Posteriormente encontrou em mais de duas mil
pedras, escritas na mesma língua, descobertas no México por Nínive, a mesma
história das encontradas na Índia. Deu a esse continente o nome de
"Continente de Mu" e a seus habitantes o nome de "Povo de Mu". A nosso ver,
a teoria de Churchward e de Leinani Melville são as que mais se aproximam
das lendas havaianas narradas no Tumuripo - o Livro da Criação -, deixado
pelos mestres kahuna.

Se você quiser se aprofundar nesse tema, sugerimos a leitura de textos que
se encontram na seção Estudos Básicos, deste site, e da bibliografia abaixo
indicada.

Bibliografia

Cartas sobre Huna - Dr. E. Otha Wingo
Continente Perdido de Mu - James Churchward
Children of the Rainbow - Leinani Melville
Ciência Secreta em Ação - Max Freedom Long
Milagres da Ciência Secreta - Max Freedom Long
Kahuna Healing - Serge King
Urban Shaman - Serge King