Julgamentos


O julgamento é algo que prejudica muito os relacionamentos humanos.

Antes de julgar é preciso se perguntar, posso ajudar?

Em que posso contribuir para que esse Ser Humano se Edifique?

E como posso saber se essa pessoa está bem ou não?

Ela te pediu ajuda? Qual o nível de envolvimento? Ela quer ser ajudada? De que forma?

Partilham do mesmo caminho?

Se chegou até você, não é por acaso.

Se você é alguém que trabalha como um instrumento para o plano divino é preciso estar atento aos julgamentos e principalmente a uma postura interior.

Se é Terapeuta em ressonância com o Ser, se é um Xamã em sintonia com o Grande Espirito, se é um orientador espiritual é maior o dever e a responsabilidade.

É um dever ser responsável para com o outro e para consigo mesmo.

Se você não quer fazer parte da escala de pessoas medíocres que julgam outras, sem saber o porque e nem para que, é preciso pensar que sempre existe um Plano maior por trás de todas as ações humanas.

Estar em conexão com a luz é ser consciente que podemos promover mudanças para o bem estar de todos com ações amorosas e construtivas baseadas numa ética interior.

E isso envolve um certo grau de maturidade e também de comprometimento.

Se você é do bem, acredite...tudo tem sua razão de ser.

Se você não é do bem, tudo bem, cada um planta o que vai colher é a lei é para todos. Pois o universo é sábio, e por mais que queiramos fugir dos nossos compromissos com a vida e a natureza, estamos sujeitos a leis e poucos são aqueles que sabem transcendê-las.

E se gosta muito de julgar a tudo e a todos, sem qualquer compromisso com nada, e com nenhum valor humano, pode ser que esteja a caminho de sua própria condenação.

Porque outro e na verdade o seu outro eu e merece todo amor, toda luz, toda a tolerância e todo suporte para vencer o seu difícil carma e poder disponibilizar seus recursos internos e potenciais luminosos a serviço de um bem maior.

Portanto, julgar é fácil, difícil mesmo é ser um exemplo.

Quase sempre quem é um exemplo, irradia uma postura de compreensão e amor que toca todos e quase sempre se encontra tão ocupado que não sobra tempo para julgar.

Portanto, sem julgamentos.

Cida Medeiros

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