O SILÊNCIO É UM ALIADO DO XAMÃ


Nós os índios, conhecemos o silêncio...
Não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio.
E eles nos transmitiram este conhecimento.
Observa, escuta, e logo atua, nos diziam.
Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam de seus filhotes.
Observa os anciões para ver como se comportam.
Observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos.
E então aprenderás.
Quando tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos, é o contrario.
Vocês aprendem falando.
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola.
Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões, nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes.
E chamam isso de “resolver um problema”.
Quando estão numa habitação e há silencio, ficam nervosos.
Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir.
Nem sequer permitem que o outro termine uma frase.
Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive.
Se começas a falar, eu não vou te interromper.
Te escutarei.
Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estas dizendo.
Mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrario, simplesmente ficarei calado e me afastarei.
Terás dito o que preciso saber.
Não há mais nada que a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveriam pensar em vossas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra esta sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas.
Muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio...


Autor: Akaiê Sramana
Grão-Mestre e Fundador da Sagrada Tradição Xamanismo Ancestral
Fundador do Centro Espiritualista Xamânico Ancestral ALDEIA DE SHIVA


Referência: http://www.xamanismoancestral.com.br/artigos/o_silencio.html

Wesak - Lua Cheia de Maio


Lua Cheia de Wesak
19 de maio

Wesak é a mais poderosa Lua Cheia do ano – é a Lua Cheia quando o Sol está Touro. O trânsito do Sol em Touro exalta a Lua, Touro é regido por Vênus, o governante espiritual da Terra. Vênus é identificada com Maria, Mãe do Mundo. Maio, o mês de Touro, é o mês de Maria. Vênus aparece na direção Oeste como o Deus Quetzalcóatl, a serpente emplumada que trouxe a iluminação aos Maias; no Leste ela é Maya, a Mãe de Buda.
O ciclo lunar é uma onda de criação que é concretizada quando a Lua está cheia. Cada fase da Lua Cheia traz possibilidade de cura ao corpo, a mente e a alma. A Lua é a Mãe, ela reflete a Luz do Sol para nutrir, apoiar, proteger e trazer as sementes da flor da inspiração.
O Festival de Wesak tem sido, tradicionalmente, associado na parte oriental da civilização com o Buda, divino intermediário entre as mais elevadas hierarquias espirituais, centro do planeta. O Buda é a expressão da sabedoria de Deus, a encarnação da Luz e do indicador de propósito divino, colabora neste festival com seu irmão o Cristo, que representa a hierarquia. O Buda encarna o Princípio da Luz, e devido a essa iluminação a humanidade foi capaz de reconhecer o Cristo, a encarnação do maior Princípio do Amor. A cada ano, no momento de Wesak, dois grandes fluxos de energia - um focalizado através no Buda e o outro através de Cristo - são fundidos e misturados.
Quanto maior for o número de pessoas que meditarem nesta data, mais forte será a irradiação do campo magnético do grupo e do seu coração.
Vamos Meditar na Luz Cheia de Wesak

No Ritmo dos Monges - Anselm Grün

Esse email, esta sendo repassado do grupo de trocas de Ebook. Um belo trabalho realizado pela equipe do Digital Source, que visa a democratização da leitura.

Caso você tenha interesse em participar é só entrar no link abaixo:

Ebook

Cida Medeiros

Olá pessoal, mais um livro digitalizado, revisado e formatado pela equipe Digital Source, com a intenção de dar aos deficientes visuais a oportunidade de apreciar mais uma manifestação do pensamento humano.
Para facilitar o acesso para os amigos DVs, estamos enviando em anexo o arquivo em txt.
Salientamos que os livros preparados pela equipe Digital Source são fruto de trabalho voluntário e distribuídos gratuitamente não visando qualquer vantagem ou lucro financeiro.
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Titulo: NO RITMO DOS MONGES
Autor: Anselm Grün
Gênero: Religião
Editora: Ed. Paulinas
Para muitos, pode parecer antiquado o modelo de vida dos monges.

Vivem em um outro mundo; fazem coisas que podem ser consideradas aos olhos do mundo uma desperdício de tempo. O dia-a-dia segue regras: cinco vezes por dia reúnem-se para as orações das Horas; cumprem ritos e celebram demoradamente cultos religiosos. Na tradição milenar, originada no quarto século e que se estende pelos dois milênios de cristianismo, tanto no Oriente como no Ocidente, os monges fizeram com o tempo uma experiência que também para nós pode ser proveitosa. Eles não se consideram mestres, querendo convencer os outros sobre seu estilo de vida. Nem tampouco têm a pretensão de ser os missionários de nosso tempo ou de seus contemporâneos. Mas têm o prazer em viver o próprio modelo de vida, mesmo hoje, em uma sociedade muito diferente.

Possuem uma qualidade que na vida do mundo moderno ficou soterrada ou escondida. \"Todo dia, ainda me permito a liberdade de um \"desperdício de tempo\" com oração e meditação. As primeiras três
horas do dia são um tempo de silêncio\", revela Dom Anselm Grün, autor de No ritmo dos monges - Convivência com o tempo, um bem valioso, editado por Paulinas. A obra é uma pequena jóia reveladora do sentido da vida que se desenrola no tempo. Convencido de que o modo como os monges experimentam o tempo tem algo a dizer também para os que não vivem no mosteiro e têm diferentes experiências do tempo, o autor estuda o ritmo dos monges e o aplica à vida contemporânea, tão orientada para a eficiência. Consegue deixar visível uma organização interna e um caminho temporal diferentes da agenda de compromissos ou do relógio de ponto com os quais trabalha o mundo da economia moderna.
Oferece dicas simples, facilmente aplicáveis, para que estruturemos de outra forma os dias e os anos, confiando em um ritmo pessoal e aproveitando-os de acordo com a própria alma. Depois de indicar as
raízes culturais do tempo cristão e monástico, por assim dizer, o autor insiste no fato de que o tempo cronológico é simples medida do ritmo da vida, que precisa ser acolhido e respeitado, para que o ser
humano encontre o caminho de sua plena realização. \"O tempo é como um véu que encobre o mistério da eternidade, manifestando a precariedade da existência humana aqui na terra, mas contendo uma dimensão de transcendência, que nada mais é do que a vida terrena vivida na perspectiva de Deus\", diz.
Livro Inédito
Digital Source
Distribuindo conhecimento e cultura
Tamanho: 135

Outras obras do autor
Livro preparado por: Amigo do Grupo /
http://www.4shared.com/dir/6690339/f433cbeb/Religio.html
1269178100_2c40b0dbc1_o.jpg
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noritmo.jpg
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Anselm Grun, NO RITMO DOS MONGES(txt)(rev).zip
118KDownload

O Despertar


O grande desafio do Despertar é o auto-reconhecimento.

Buscamos que nossa Divindade Interior materialize-se em um Mestre Exterior que possa nos sinalizar a respeito do quanto avançamos no caminho do Despertar.

Mas mesmo assim é o Ego que está querendo atuar...

Pois quando estamos sintonizados com a divindade, ficamos em paz com que somos.

Mais tenho a sensação que quanto mais Despertos estamos, manifestamos...

...mais simplicidade.

O Ser Humano é dotado de uma auto-estima espiritual muito frágil.

Com isso vê o poder como estando fora, no outro, em alguém mais importante...

Ou então possui distorções de Ego, que o fazem ficar identificados com o Poder Espiritual e com isso, achar-se melhor, superior, divino, fora do comum, com poderes extras ou dono da verdade.

Mais isso é apenas uma etapa do caminho rumo ao Despertar.

Quanto mais purificamos a nós mesmos...

Mais nos livramos da ilusão da Separação.

E conseguimos um bom discernimento em relação ao Julgamento...

resultado das impregnações culturais.

Mas o mais incrível é saber que você é comum.

Sente tudo, vive tudo, como qualquer pessoa.

Qual a diferença, então?

O Ser que é Desperto percebe o que está acontecendo...

Sabe distinguir ...

Sabe como voltar para sua casa interior.

Sabe como refazer sua conexão com o Divino.

Sabe da transitoriedade de todas as coisas.

Sabe do Jogo de Maya.

Mais também sabe que é possível transcender todas essas coisas e encontrar uma infinita Paz Interior.

Experimenta a dor, mais não sofre.

Possui uma incomensurável compaixão...

Pode estar desperto, mas é comum.

Sabe que enquanto estiver encarnado existe tarefa de purificação.

De liberação.

De Transcendência

De Evolução

Porém é...

Comum à todos.

A perfeita imperfeição!

Em evolução, como tudo no universo.

Mais profundamente desapegado...

quase que totalmente livre dos julgamentos.

Só uma pouco mais desperto, mais feliz, mais livre do sofrimento, mais em paz.

Eis o grande mistério.

Simples assim

Cida Medeiros

OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES

*OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES*
*Stephen R. Covey*
Vencer é um hábito. Assim como fracassar.
Isso explica a obsessão de Stephen R. Covey, consultor empresarial e
escritor de sucesso, com os hábitos das pessoas bem-sucedidas. Vinte e
cinco
anos de experiência, reflexão e pesquisa o convenceram de que sete
hábitos:
Ser Proativo,
Liderança Pessoal,
Administração Pessoal,
Liderança Interpessoal,
Comunicação Empática,
Corporação Criativa,
Auto-renovação Equilibrada,
distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas daquelas que
fracassam ou precisam sacrificar o equilíbrio e a felicidade para ter
êxito.
Com isso, o livro foge do convencional em obras sobre administração e
propõe
a síntese definitiva entre eficácia profissional e satisfação pessoal.
Ele
nos revela como conseguir a paz de espírito a nível interno e
conquistar a
confiança das pessoas a nível externo buscando as origens do
comportamento
humano no caráter das pessoas, em seus princípios, em vez de apenas
sugerir
posturas.
Stephen Covey fornece uma poderosa filosofia de vida que também é a
melhor
garantia de sucesso rio mundo dos negócios. Uma combinação perfeita de
visão, compreensão e experiência prática.


OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES - STEPHEN R. COVEY.











"Oração ao Espírito Santo para pedir a saúde"


"Oração ao Espírito Santo para pedir a saúde"
 
          Divino Espírito Santo, 
Criador e Renovador de todas as coisas,
 vida da minha vida!
 Com Maria Santíssima, 
eu vos adoro, agradeço e amo! 

Vós, que dais vida a todo o universo,
 conservai em mim a saúde. 
Livrai-me de todas as doenças 
e de todo mal! 

Ajudado com a vossa graça,
 quero usar sempre minha saúde, 
empregando minhas forças para a glória de Deus, 
para o meu próprio bem
 e para o bem do próximo. 

Peço-vos, ainda, que ilumineis, 
com vossos dons da sabedoria e ciência,
 os médicos e todos os que se ocupam dos doentes, 
para que conheçam a verdadeira causa dos males que destroem ou ameaçam a vida,
 e possam também descobrir e aplicar 
os remédios mais eficazes, para defender a vida e curá-la.

 Virgem Santíssima, 
Mãe da Vida e Saúde dos enfermos, sede mediadora
 nesta minha humilde oração! 
Vós que sois a Mãe de Deus e nossa Mãe,
 intercedei por mim!

Amém.

Bem-aventurado Tiago Alberione

Sofrimentos e o Ser Essencial

Muitas vezes, a pessoa está vivendo um momento de muito sofrimento e solidão.

Tudo parece desabar a sua volta.

Relacionamentos desfeitos, emprego na berlinda, desafetos e toda sorte de problemas.

A pessoa não quer encarar isso, tem dificuldade de ver o quanto tem de responsabilidade sobre os eventos de sua vida e coloca-se como vítima.

Estar presente, significa poder parar, respirar fundo e querer olhar para dentro de si mesma.

Sair da posição viciada de buscar os responsáveis por sua infelicidade e de continuar achando justificativas para o que esta vivendo, eis o grande passo para sair desse emaranhado.

É uma tomada de decisão, que pode vir orientada por alguma força interior, que vem de dentro ou surge através de alguém que fará esse papel de "despertar" o "Ser" que existe dentro de cada um de nós.

É os primeiros passos para o encontro consigo mesmo, com suas verdades internas é o estar "presente".

E esse redirecionamento do olhar, o deixar de olhar para fora e voltar essa "atenção" para dentro de si mesmo que fará a grande diferença.

O caminho para se encontrar e sentir a presença do Ser, é o coração. Sair da cabeça e tentar ouvir os sentimentos.

O Ser, deve ser sentido.

Não dá para ser explicado.

As palavras não conseguem conter. Vai além.

A mente confunde o real do ilusório. Ainda que tudo possa ser considerado Maya no final das contas.

É a mente que se apega aos fatos. E a mente que complica mais ainda os acontecimentos. E a mente que aprisiona os sentidos e escraviza.

E essa falsa ilusão que se cria e o medo que surge a partir daí, que confunde a percepção do Ser Essencial que existe em cada um de nós.

O Ego, que tem essa noção de eu, e que perde a noção de vários eus, que se expressam em vários momentos, de diferentes maneiras e cada um deles quer coisas absolutamente distintas, com diferentes diálogos, fazendo a pessoa ter um comportamento completamente confuso e muitas vezes maluco. Ninguém entende, nem dentro e nem fora, é o caos.

O Ser Essencial é a unificação, é a não dualidade e a capacidade de estar presente no aqui agora e fluir de acordo com cada situação. E a atenção no momento presente. Um olhar de um outro lugar de dentro, capaz de perceber essas incoerências e deixar acontecer a vida de maneira a trazer uma paz interior e uma compreensão desses diferentes eus.

Quando renunciamos, entregamos, silenciamos é que o "Ser" pode manifestar-se.

Desprender-se das coisas, fatos, pessoas, situações e acontecimentos pode revelar uma força bem maior.

E daí que surge a confiança.

Ter fé é acreditar. A confiança é o caminho que leva até porta.

A intenção é a chave que a faz abrir, para que a Presença, o Ser Essencial possa realizar-se.

E então, quando nos entregamos a esse fluxo, a energia toma um novo caminho.

Percebemos melhor as nossas crenças e nossos aprisionamentos internos.

E assim a Vida nos proporcionará todas as experiências que nos forem as mais úteis a evolução de nossa consciência.

Uma coisa que ouvi certa vez, de uma Mestra Espiritual: - O Divino é Próspero, em seu reino, infinitas riquezas estão a disposição. Mas é preciso saber abrir a porto certa. E aqui, entende-se riqueza como a bem aventurança, amor, saúde, paz e alegria.

E o caminho é para dentro de si mesmo.

Porque as riquezas do espírito, são bem mais profundas dos que as riquezas efémeras do mundo material.

E caminhar com as duas é a graça celestial.

Por

Cida Medeiros


Obs: Esse texto pode ser reproduzido, copiado, distribuído, desde que, conserve a autoria e o origem.

http://cidamedeiros.blogspot.com/

Novo Visual

Olá Pessoal,

Estou inaugurando essa nova etapa de vida, trocando a cara do meu Blog.

Estou Feliz, Sinto um Ar de Renovação!

Bem Vindo! Venha Sempre!

Deixe sempre um recadinho.

Continue acompanhando as postagens.

Faça um Link do Meu Blogger no seu Site ou no seu Blog.

Um forte abraço.

Cida Medeiros

COSMOS


Quem tem interesse pelas teorias evolucionistas vai gostar de assistir esse vídeo.
Cida Medeiros

Música como remédio - Neurologia


Música de Mozart ajuda a curar doenças graves, dizem pesquisadores

da Ansa, em Londres

Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.

Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês "Independent", os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.

Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.

A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).

Inteligência

Seguindo os indícios, os médicos descobriram que "doses" de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).

Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor (especialmente com as notas de "Eine Kleine Nachtmusik").

A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricas.

Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos. Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u383766.shtml

Conversando com Nossos Parceiros Internos


CONVERSANDO COM NOSSOS PARCEIROS INTERNOS
Sônia Café e Anna Lapin
Pensamento
184 páginas


Para quem estudou Huna comigo, Kahunas ou Xamanismo Hawaiano, ou conhece meu trabalho terapêutico individual ou em grupo ou assistiu algum programa via WEB, ou sente familiaridade nesse tema, vai gostar de ler esse livro e vai encontrar nessa obra conceitos claros sobre o Eu Básico e como relacionar-se com ele, como também a questão da Criança Interior e o Eu Superior. Com exercícios que orientam cada etapa do caminho. Claro, didático, leve e muito bom.

Vale a pena.

Eu li, e recomendo.

Cida Medeiros

Se quiser aproveitar para adquirir, entre no Link abaixo e compre:


Comprar

Aqui vai o que está na WEB sobre o livro e seus autores:

Conversando com Nossos Parceiros Internos convida você a experimentar e descobrir como afeta e é afetado pelos níveis de consciência, que são parte integral de quem você é. Isso pode ser feito de um modo simples e direto quando você percebe que esses níveis são como membros de uma "família interior", prontos para se transformarem em "parceiros" do seu crescimento pessoal e espiritual.

Quando existe parceria, há também cooperação, amor, união e vontade de fazer as coisas derem certo para todo mundo. Do mesmo modo, quando cessa a luta interior e você reconhece que a sua Alma e o seu ego podem criar uma bela parceria no íntimo de sua consciência, suas ações, sentimentos e pensamentos só irão atrair o que de melhor existe para a sua vida, em todos os aspectos.

Este é um livro indispensável para quem quer criar um relacionamento fácil e direto com as dimensões da própria consciência, transformando a experiência de se autoconhecer num relacionamento vibrante, leve e afetuoso.

Conheça quem são esses parceiros internos e transforme definitivamente para melhor os seus relacionamentos consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo que o cerca.


Sobre as autoras:
Além de autora, Sônia Café é pesquisadora de temas ligados ao estudo da Consciência e Espiritualidade. Como autora, Sônia Café escreveu títulos como Meditando com os Anjos I e II, O Livro das Atitudes e Transformando Dragões.

Anna Lapin é mestra em Psicologia pela PUC-SP, psicoterapeuta há 32 anos, tendo se especializado em Psicologia Transpessoal. Ela é co-fundadora do Instituto Franco Lapin, local onde tiveram início os estudos com a Parceria Interior nas décadas de 80 e 90. Anna é consultora organizacional voltada para as novas abordagens do relacionamento humano, conselheira e docente da Escola Dinâmica Energética do Psiquismo (DEP).

Joseph Campbell - As Máscaras de Deus - Milotogia Oriental - Vol. II


Titulo: AS MÁSCARAS DE DEUS - MITOLOGIA ORIENTAL - VOL. II (Ilustrado)
Autor: Joseph Campbell
Gênero: Mitologia Oriental
Editora: Palas Athena

Este volume, o segundo dos quatro que compõem As Máscaras de Deus,
começa com uma reflexão sobre o diálogo mítico entre Oriente e
Ocidente: Joseph Campbell mostra de maneira singular o encantamento
onírico da tradição contemplativa oriental - cujo propósito é a
identificação e fusão com o divino. A contrapartida ocidental revela a
separação entre as esferas divina e humana. Aqui, a questão suprema
não é a identificação, mas o modo de relacionar-se com a divindade.
Seguindo uma rota invisível pela qual transitam mitos, ritos e
crenças, este volume aborda as mitologias que se desenvolveram na
Suméria, no Vale do Nilo, na Índia dravídica, védica e budista, na
China taoísta e confuciana, na Coréia, no Tibete e no Japão.

Biografia Huna


Bibliografia básica em português

MAX FREEDOM LONG, "Milagres da Ciência Secreta" (1948), Livraria Kahunas da Paz ( www.geocities.com/kahunasdapaz/livraria.htm)

LEINANI MELVILLE, "Crianças do Arco Íris" (1969), traduzido pela Associação de Estudos Huna ( www.huna.org.br)

SERGE K KING, "Magia e Cura Kahuna" (1983), Livraria Saraiva ( www.livrariasaraiva.com.br)

Sites de Referência em português
Associação de Estudos Huna (www.huna.org.br )
Sebastião de Melo (www.sebastiao.demelo.nom.br )
Aloha International (www.huna.org ), contém textos em português traduzidos por Denise Von Poser
Jean-François M Nahas

Aloha


Aloha é uma palavra com um significado muito importante para os Kahunas e o povo do Hawaii.

Aloha significa - Nos gostamos de você.

O Espirito de Aloha é uma forma poderosa de resolver qualquer problema, atingir qualquer objetivo e também atingir um estado mental ou corporal desejado.

Aloha - Alô ou como vai?

Seu significado profundo é alegria (oha) e repartir (alo) energia vital (ha) no presente (alo).

Aloha tem o mesmo significado sagrado que Axé para os Sacerdotes das religiões afro-brasileiras.

É o mesmo principio, movimentar mana.

HO'OPONOPONO - Limpeza Virtual

Recebi de meu amigo Luiz Fernandes e resolvi postar aqui na integra.




Como se procede a Sessão de Limpeza Virtual Ho'oponopono?

Reunimos na sessão, na sala virtual, para receber a Divina Inspiração, soluções Divinas para nossos problemas pessoais e orientação Divina enquanto limpamos as memórias que compartilhamos. É importante resistir à vontade de se dar conselho, querer resolver problemas ou participar da estória do próximo – isso é o trabalho da Divindade.

Enquanto conversamos ou estamos em silêncio na sessão, a limpeza se procede. Quando alguém fala preste a atenção no que vêm à tona na sua mente, os sentimentos, e limpe em cima disso. São as memórias que compartilhamos sendo reveladas.

A Divindade decide o que é limpo, algo sempre é limpo mesmo que estejamos conscientes ou não disso.

Lembrem-se, um problema é uma memória repetindo uma experiência do passado. 


O Ho'oponopono é um apelo a Divindade para cancelar as memórias que estão se repetindo como problemas. O Dr. Len mantém essa frase em mente sempre; "A paz começa comigo", é o que ele procura praticar sempre embora ainda tropece vez ou outra.

Com o Ho'oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias que compartilhamos com as outras pessoas. Pesquisas mostram que á todo momento existem 11 milhões de "bits" de informação em nossa volta, mas só percebemos 15 "bits", e são em cima desses "bits" que julgamos as coisas! Portanto, não sabemos o que realmente está acontecendo. 


Então dizemos para a Divindade; "Se existe algo acontecendo em mim que me faça vivenciar as pessoas de determinada maneira, eu gostaria de liberar isso." 

Largando de mão essa vontade de consertar as coisas, de mudar as pessoas, deixando Deus fazer, nós mudamos nosso mundo interior o que causa uma mudança também no mundo externo.

Ser 100% responsável é um caminho de pedras, por ser o intelecto tão insistente. Quando nos ocorre um problema o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Insistimos em procurar fora de nós a origem dos nossos problemas.


A Morrnah Simeona, professora do Dr. Len, ensinava que; "Estamos aqui somente para trazer Paz para nossa própria vida, e se trazemos a Paz para nossa vida tudo em nossa volta descobre seu próprio lugar, seu ritmo e Paz.". Esta é a essência do processo Ho'oponopono.

Aqui no Fórum Ho'oponopono você já deve ter reparado na força que circula neste lugar virtual, o fórum é uma ferramenta de limpeza cada vez que você lê as mensagens e participa. Você está sendo limpo enquanto aqui! Estamos trazendo esta sintonia para a sessão, cada vez mais multiplicando o efeito da limpeza pela nossa união e concentração ao mesmo tempo. Podem conferir nos dias após a sessão como seu corpo reage, e a calma que permeia seu ser.

A Divindade sabe que nos reunimos aqui para limpar nossas memórias compartilhadas. Isso libera nossa Mente Consciente de decidir o que exatamente precisa ser limpo.


Os momentos mais sagrados da sessão são quando começam os comentários sobre sentimentos esfuziantes de gratidão, de amor, de uma sensação de felicidade indescritível. Humildemente reconhecemos a Presença. A Divindade penetra na consciência dos participantes e somos deslocados para o espaço do Ser, Inspiração, a Identidade Própria.


"Somos seres divinos, mas a mente só pode servir a um mestre de cada vez. Pode servir às memórias se repetindo, ou a Divindade, que é as Inspirações." Dr. Len

Texto de Al McAllister com referências a textos de Jude O'Hare, e Saul Maraney com o Dr. Ihaleakala Hew Len

Reconheça o seu Bem quando ele aparece.Estaremos realizando uma nova Sessão de Limpeza Virtual Hooponopono no domingo dia 20 de Abril às 20:00 horas. Recomendamos que baixem o PDF "Manual da Sessão" aqui neste link:

http://hopurl.com/41973

No manual constam as instruções de como baixar o plug-in da sala virtual, junto com a senha. Testamos estes links e estão funcionando normalmente, mas se porventura houver alguma dificuldade entrem em contato com:

atendimento@hooponopono.com.br

que lhe enviaremos o manua l por e-mail.

Amor e Paz!
Marilena Rodriguez


Seis Dicas para se Defender de Energias Psíquicas


Seis Dicas para se Defender de Energias Psíquicas

1. NÃO TEMER NINGUÉM

Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o
medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo
até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo
vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em
posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em
seus potenciais; temer significa falta de fé.
O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos
assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um
atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der
força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA

Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que
existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura
(campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso
sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos
maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos
sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e
saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA

Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente
a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo
do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já
quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Ao invés
de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não
se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é
mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos
numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua
maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de
paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO

A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a "Auto-
Obsessão".
A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá
enquanto houver uma idéia de dominação, de desigualdade humana,
enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações
não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos
problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos.
"Auto-Obsessão" significa não se gostar, não se apoiar, se
autoboicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades
pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua
vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsediar-se
é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos
outros.
Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal
e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias
de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS

As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições
elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres
e maduros.
Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que
as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a
melhor forma de criar "incompatibilidade" com as forças do mal.
Lembrem-se: energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS

As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar
em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a
mente e o coração. Mantenha ambos sempre resguardados das energias
dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas,
maldosas e depressivas.
Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar,
afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para
o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de
televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.

(desconheço o autor)
--

Aliviar a Saudade


Exercício para as Saudades


Você perdeu alguém recentemente ou está morrendo de saudades de uma pessoa? Seu coração está partido e repleto de frases que não foram ditas e que você adoraria dizer? Ou ficou por dar aquele abraço ou aquele beijo de despedida?

Saiba que, com a imaginação, você pode voltar a viver as situações que quiser e dizer tudo aquilo que não quer calar.
Ao limpar sua mente de situações que não foram concluídas, você dá um passo a mais no caminho da sua libertação.
Se você sentir que este é o seu caso, faça este exercício por 21 dias.

Veja, sinta, perceba ou imagine que você está num jardim muito bonito. Ouça os pássaros, sinta o vento, passe suas mãos sobre as flores delicadas e veja surgir de trás de uma árvore esta pessoa. Aproxime-se dela e diga o que precisa dizer. Receba o abraço desta pessoa e ouça o que ela tem para dizer.
Abrace esta pessoa e seja abraçada por ela. Mostre a ela este jardim. Fotografe esta cena e coloque-a dentro do seu coração. Só então respire e abra os olhos.
(Izabel Telles)

Neurocientistas questionam limites do livre-arbítrio


Experimento consegue "prever" decisão cerebral
Grupo alemão questiona limites do livre arbítrio

DA REPORTAGEM LOCAL

As decisões atribuídas ao livre arbítrio humano podem ser formadas
inconscientemente vários segundos antes de o cérebro tomar
consciência delas. Essa é a conclusão defendida por um estudo publicado ontem pela revista "Nature Neuroscience" . O trabalho se baseou em um experimento no qual voluntários tiveram seus cérebros monitorados por ressonância magnética.

No teste, elaborado por cientistas do Instituto Max Planck para
Cognição Humana e Ciências Cerebrais, de Leipzig (Alemanha), pessoas tinham de decidir livremente por apertar um de dois botões em um controle. Ao mesmo tempo ficavam olhando uma seqüência de letras projetada numa tela, que não deveria influir na decisão. Os voluntários tinham apenas de dizer que letra estavam observando quando finalmente decidiam qual botão apertar.

Comparando o momento em que as pessoas se diziam conscientes de suas decisões com padrões de atividade cerebral registrados no aparelho de ressonância magnética, os cientistas tiraram sua conclusão.

"Descobrimos que o resultado de uma decisão pode ser codificado como atividade cerebral nos córtices pré-frontal e parietal [regiões na
superfície do cérebro] até dez segundos antes de entrarem na
consciência", escrevem os autores do estudo, liderado por John-Dylan Haynes. "A impressão de que podemos escolher livremente entre duas possíveis linhas de ação é essencial para nossa vida mental. Contudo, é possível que essa experiência subjetiva de liberdade não seja mais do que uma ilusão e nossas ações sejam iniciadas por processos mentais inconscientes bem antes de tomarmos consciência de nossa intenção de agir."

http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe140420 0802.htm folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe140420 0802.htm

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Praticando o Poder do Agora


"A chave do segredo está em acabar com a ilusão do tempo. 

O tempo e a mente são inseparáveis. 

Tire o tempo da mente e ele pára, a menos que você escolha utilizá-lo.

Estar identificado com a mente é estar preso ao tempo.

E a compulsão para vivermos quase exclusivamente através da memória ou da antecipação. Isso cria uma preocupação infinita com o passado e o futuro, e uma relutância em respeitar o momento presente e permitir que ele aconteça. 

Temos essa compulsão porque o passado nos dá uma identidade e o futuro contém uma promessa de salvação e de realização.

 Ambos são ilusões"
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Eckhart Tolle - "Praticando o Poder do Agora"

Psicoterapia Iniciatica - Graf Durckheim

O papel do corpo no processo terapêutico

O filósofo francês Jean-Yves Leloup fala sobre A psicoterapia iniciática de Karl Graf Dürckheim – O papel do corpo no processo terapêutico, em palestra dia 19/4, às 19h30, no Tuca (rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes). Ingressos: R$ 40. Informações e inscrições com Cláudia, telefone: (11) 3813-8661 e (11) 3031-1408 ou claudia@teias.com.br. Durante o evento haverá o lançamento do livro Judas e Jesus: duas faces de uma única revelação (Ed. Vozes), de Jean-Yves Leloup.
Promoção: Núcleo O corpo na Psicologia, da Faculdade de Psicologia PUC-SP; Centro de Integração e Desenvolvimento (CID); curso Jung e corpo, do Instituto Sedes Sapientiae; e Editora Vozes.

http://www.pucsp.br/imprensa/noticias/varias_noticias/26_03_07_papel%20do%20corpo.html

Cida Medeiros

Em Meditação, resolvi fazer um alinhamento interno que conduz a uma nova intenção a respeito do meu Blogguer.

Pretendo focalizar o meu trabalho como terapeuta e partilhar experiencias que julgar pertinente.

Deixe seus comentarios.

Participe se sentir vontade!


Meu Ser interno,

Em gratidão!

Cida Medeiros


Atlântida



Atlântida




Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do


oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos


mistérios mais intrigantes da História.




A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma,


enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram


certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que


dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.




Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de


pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.




Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer


rapidamente por Tróia:




Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)




Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de


Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que


descrevem a cidade, Ilíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C.


Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.




Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e


sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na Ilíada. Em 1871 deu início às escavações.




Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as "fortalezas" de


Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam


enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.




As primeiras fontes de informação que chegaram ao mundo moderno foram, sem dúvida, os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.



Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groenlândia até o Norte do Brasil.




Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemurianos, que viviam


num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o


Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais.



Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam


junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do


continente que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos


vulcões e terremotos.




A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em


torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando


algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do


Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada


por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar


restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores


descrita por Platão.




Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz


respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os


que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.




Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.




Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.)


pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemurianos que haviam


fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos,


quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das


destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul


Atlântida.


Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham


e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas era


voltada ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.




Possuíam grandes poderes mentais o que lhes conferia domínio da mente


sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim


viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da


Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas


dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemurianos estabelecidos na


Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante.


Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.




Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais


ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um


avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram


implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais


começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a


ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e


espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos


atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades


intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a


desacreditar nas mencionadas habilidades.




Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa


época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo


prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro


grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que


invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando


promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um"


porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou


melhor, que Tudo é Um.




Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira


destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões


entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima


era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte


de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram


caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se


estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.




Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul


começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com


isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi


uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os


descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm,


remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes


novas técnicas de mineração e agricultura. As duas partes que fugiram da


Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no


continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes


praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante


4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.




Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.




Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram


de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemurianos


fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso


passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também


começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os


tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a


religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos


prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.




Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas


atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da


França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas.


Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram


em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização


atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e


para a América do Sul.




Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C.




Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão.




Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente,


recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não


tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles


unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um


melhor controle sobre o desenvolvimento social.




Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das


hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo


que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram


os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram


por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam


para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores


energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência


que o cristal tem de gravar as coisas.




Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os


levou a tentar criar "raças puras", raças que não possuíssem nenhum defeito.


Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.




Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem


diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas


como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros


efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas,


especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência


quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.




É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento


das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém


do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram


aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao


que é hoje é conhecido como "asa delta".




Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos


egípcios e maias.


Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes


conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas


de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da


astronomia em geral.




Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre


o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a


civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento


espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens


eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças


puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de


castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento


racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas


atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de


espécies animais detentoras de determinadas capacidades.




Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram


gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de


lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior,


aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus


sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na


mitologia grega e em outras mitologias e lendas.




Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda


hoje assolam a humanidade.




A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer.


Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da


qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000


a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo


sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com


o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem


assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.




Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de


forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram


canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não


tiveram condições de controlá-la, resultando disso a destruição final da


Atlântida, que submergiu em uma noite.




Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito


fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles era muito mais avançada do


que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos pois,


se formos ver, os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um


computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a partir de


cristais.




Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente


com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e


conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram


de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três


regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a Civilização


egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para


o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à


Civilização Celta.




A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito


cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a


ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para


o exercício desse controle eles criaram as "Escolas de Mistérios", onde os


ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que


primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.




Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de


pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como


conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática,


geometria, etc.




Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C.


e não 4.000a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que


embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre


a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que


fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética


afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.




A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a


corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes migraram


para a Península de Yucatã, antes do afundamento final do continente,


encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é


de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado


atlantes fugitivos da segunda destruição.




Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da


Europa, e que deu origem mais tarde aos Celtas, tiveram muito cuidado com a


transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino


controlado pelas "Escolas de Mistérios" como acontecera no Egito, eles


optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase


especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as


energias telúricas, sobre os princípios que regem o desenvolvimento da


produtividade da terra.




Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de


fazerem mau uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos no sentido do


desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação,


etc.




Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como


algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a


atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio. Acontece que ao


se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um


hiato, que falta uma peça que complete toda essa história.




Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever


toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não


explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros


artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e


inter-relacionados; e outros monumentos até hoje são um enigma.




Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em


vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e


até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não


dão qualquer explicação plausível.




Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em


uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada


que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização


no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de


colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas


ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.




As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que


a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa


civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência


mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo.


Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que


ela existiu e sim aprender a lição para nós não enveredarmos pelo mesmo


caminho, repetindo o que lá aconteceu.