Bem Vindo ao Blog Cida Medeiros! Caleidoscópio do Saber com Cida Medeiros: junho 2026

Entre a Psicoterapia e a Espiritualidade: O reencontro com o Estado de Ananda

 

"Faço parte desse movimento desde 2012, quando participei de um encontro na Unipaz Vila Mariana — que, na época, funcionava em outro endereço. Eu era aspirante do Colégio Internacional de Terapeutas (CIT) e, como caminhante desse movimento, participava assiduamente das reuniões. Naquela ocasião, Elo Teixeira e seu grupo, vindos de Campinas/SP, vieram falar sobre a iniciativa e oferecer a Deeksha. Foi algo incrível; senti uma paz profunda e me encantei ao ouvir como a Elo entrou em contato com a Deeksha, sua experiência na Índia e o significado dessa prática. Desde então, passei a frequentar as rodas de Deeksha em São Paulo como um suporte espiritual pessoal.

Muitas mudanças ocorreram ao longo desses anos. Fui doadora de Deeksha por muito tempo e adorava os encontros em grupo. Em 2017, fui à Índia e participei de um Darshan com Sri Bhagavan e Sri Amma; foi uma vivência transformadora e indescritível, marcada por bênçãos e curas profundas.

Desde que surgiu o programa — que começou como '74.000 Deeksha Yagna' e evoluiu para '81.000 Deeksha Yagna' —, vivi momentos maravilhosos, difíceis de colocar em palavras. No ano passado, devido às exigências do último ano da graduação em Psicologia, não pude participar do programa nem das atividades de transferência do Estado de Ananda, exceto em ocasiões pontuais, e percebi claramente a diferença que esse afastamento fez.

Este ano, pela Graça Divina, retornei ao programa. Já estou acompanhando novamente, aos sábados, as aulas direto da Índia, que trazem ensinamentos e processos profundos. A cada mês, temos um Darshan com Bhagavan — momentos extraordinários em que vivenciamos desde estados profundos de paz e felicidade até experiências místicas que aprofundam a compreensão sobre os ensinamentos espirituais.

Fui convidada pela Dra. Katia Caiano a compartilhar minha experiência, e você pode conferir o relato completo neste link: Click Aqui. Se tiver interesse em participar da transferência do Estado de Ananda, será muito bem-vindo(a); aqui está o link de acesso: link. Caso tenha alguma dúvida, terei prazer em responder. Basta enviar uma mensagem pelo formulário do blog ou entrar em contato pelas minhas redes sociais."

Veja Mais nesse Link: Sri Amma Bhagavan

Se sua mente não lhe deixa em paz, se esta em estado de sofrimento, junte-se a nós, é uma atividade gratuita, aberta a todos, veja os horarios e acesse os links: Transferência de Estado de Ananda

Fiquei um período na Índia, poderá gostar desse vivência: Click aqui

A Arte de Integrar a Sombra: Por que sua Plenitude habita em suas Histórias Difíceis




A Arte de Integrar a Sombra: Por que sua Plenitude habita em suas Histórias Difíceis


Olá, alma querida! Seja bem-vindo(a)!

Sente-se aqui comigo, neste nosso "Caleidoscópio do Saber".

Muitas vezes, caminhando ao lado de pessoas que buscam o despertar, percebo um esforço exaustivo: a tentativa de polir a própria imagem, de esconder as cicatrizes e de rejeitar as tramas mais dolorosas da própria história. Queremos parecer plenos, como se a plenitude fosse uma vitrine sem fissuras. Mas, na verdade, a plenitude é como um mosaico que só ganha brilho quando aceitamos cada fragmento, inclusive aqueles que, em um primeiro olhar, parecem pedaços de vidro quebrado.



A Ironia do "Eu Idealizado"



Tentamos, com uma força que drena a nossa vitalidade, ser o que achamos que o mundo aceita. Rejeitamos nossas quedas, nossas dores e nossas memórias mais áridas, temendo que elas nos tornem "inaceitáveis". No entanto, como diria o mestre da flexibilidade psicológica, Steven Hayes, ao propor a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), a nossa rigidez em afastar o que dói é o que nos mantém aprisionados.

Quando negamos uma parte de quem fomos, estamos cortando um fio que sustenta a nossa própria tapeçaria existencial.



Metáfora Terapêutica: O Oleiro e a Argila Rachada



Certa vez, um oleiro recebeu uma encomenda de um vaso que deveria ser perfeito. Durante o processo, a argila – que tinha em si memórias da terra, pedras e minerais – rachou. O oleiro, em desespero, tentou cobrir a rachadura com ouro líquido, escondendo a falha. Ao terminar, percebeu que o vaso, embora belo, era oco. Ele então decidiu, numa segunda tentativa, misturar os cacos de um vaso antigo que caíra no chão com a argila fresca. O resultado foi uma peça única, com texturas profundas, onde as cicatrizes não eram escondidas, mas faziam parte da estrutura que a tornava indestrutível.




Reflexão Terapêutica: Aquilo que você tenta esconder de si mesmo – seu passado difícil, suas quedas – é o "ouro" que pode selar suas feridas e dar a você uma textura única. Aceitar sua história não é se resignar, é integrar.




Base Teórica: Aqui a fenomenologia nos convida a observar o nosso "ser-no-mundo" sem julgamentos. Quando olhamos para a nossa dor com a lente da neuropsicologia afetiva, compreendemos que o nosso sistema de segurança, moldado pelos vínculos primários (a teoria do apego), muitas vezes nos faz rejeitar o sofrimento como um mecanismo de defesa. Mas a verdadeira cura acontece quando, com flexibilidade psicológica, decidimos agir conforme nossos valores, carregando a nossa história, e não sendo carregados por ela.

O convite para a integração

Não é na ausência de cicatrizes que reside a sua força, mas na capacidade de olhá-las e reconhecer: "Isso também sou eu, e isso me trouxe até aqui". Quando paramos de lutar contra a nossa própria narrativa, liberamos uma energia imensa que antes era gasta apenas para manter a máscara no lugar. Essa energia é o que chamamos de Presença.

Se você sente que o peso de esconder suas quedas está impedindo você de voar, saiba que não precisa caminhar sozinha(o). O autoconhecimento é uma jornada que ganha novos contornos quando temos um olhar acolhedor para nos espelhar.

Estou aqui. Se sentir que é o momento de integrar seus fragmentos, vamos conversar.


Conecte-se comigo:

Leia também

Quando o silêncio do outro arruma nossa casa

O Sagrado direito de Ser você

A Alquimia do Encontro: Curando o Medo de Amar e Construindo uma Base Segura



A Alquimia do Encontro: Curando o Medo de Amar e Construindo uma Base Segura

Por Cida Medeiros


Lidar com o desejo profundo de se conectar e, ao mesmo tempo, com o medo avassalador de se relacionar devido a dores passadas é uma das encruzilhadas mais dolorosas e comuns da experiência humana. A mente, numa tentativa honesta e arcaica de nos proteger de ser ferida novamente, ergue barreiras invisíveis e aciona alarmes biológicos de ansiedade que ditam, de forma impassível, que o isolamento é a única saída segura. No entanto, esse mecanismo de defesa rígido acaba por nos afastar justamente daquilo que mais valorizamos: a intimidade, o afeto e a verdadeira comunhão.

Como caminheiros sistêmicos, sabemos que para romper esse ciclo vicioso não adianta travar uma guerra com a nossa própria mente. O segredo não é erradicar o medo, mas sim mudar radicalmente a nossa relação com ele.


1. A Armadilha da Esquiva Experiencial e o Paradoxo do Controle


Tentar evitar, suprimir ou silenciar o medo e a ansiedade para só depois tentar se relacionar é um jogo viciado. No nosso mundo interno, a regra do Ditador da mente é clara: se você não está disposto a ter o desconforto, você o terá ainda mais.

Fugir de situações que engajam a intimidade traz um alívio imediato no curto prazo, mas restringe a vida severamente no longo prazo, cobrando um preço existencial altíssimo. Além disso, quando nos blindamos contra sentimentos ruins de forma rígida, nosso sistema de alerta se torna tão anestesiado que nos tornamos intolerantes também aos sentimentos positivos, como a alegria, o encantamento e o afeto.


2. Discriminando a Dor Limpa da Dor Suja


Para encontrar flexibilidade psicológica, precisamos aprender a olhar para o que se manifesta na nossa experiência pura, discriminando o que ocorre no corpo:


  • Dor Limpa: É a reação natural, automática e histórica decorrente do trauma. Sentir vulnerabilidade, medo ou ter respostas físicas intensas diante da proximidade do outro é uma resposta compreensível do sistema nervoso de quem já foi ferido e busca segurança. Essa dor não é prejudicial em si; ela apenas reflete a sua história viva.


  • Dor Suja: É o sofrimento e os julgamentos que a mente adiciona em cima da dor original. São as narrativas internas como: "Essa ansiedade prova que sou instável demais para namorar", ou "Se eu me abrir, vou me perder na dor do outro". Identificar os discursos do Ditador Interno ajuda a cessar a guerra e a diminuir o estresse desnecessário.


3. Autocompaixão: Acolhendo o Eu Jovem


Pessoas com histórico de traumas tendem a carregar muita culpa, vergonha e autodepreciação. É fundamental praticar o acolhimento do próprio ser, incluindo as partes feridas e frágeis da nossa história.

O medo estreita nossa visão e nos faz focar apenas no perigo iminente. Praticar o distanciamento dos pensamentos (desfusão) e conectar-se com um senso de "Eu autêntico" mais amplo — aquele espaço sagrado de observação que tudo contém — permite perceber que você é o espaço onde o medo acontece, e não o medo em si. Você pode escolher agir em direção ao que importa, transportando o medo com você.


4. Ações de Compromisso: Pequenos Passos no Agora


Para não acionar os alarmes de pânico, retire o peso de palavras rígidas como "compromisso sério", "amor eterno" ou "casamento". Comece devagar, focando no momento presente.


Em vez de saltar direto para um relacionamento de longo prazo, construa micro-objetivos de abertura.


Pode ser reservar um tempo para si mesma, aceitar o apoio de amigos e, gradualmente, abrir-se para encontros sem a pressão de um desfecho definitivo. A disposição para vivenciar o desconforto inicial na pele é o que permite descobrir, bioquimicamente, o que realmente funciona para a sua vida.


5. A Alquimia da Vulnerabilidade e a Intimidade Segura


Relembre o seu ser de que, em um contexto de verdadeira sintonia, a equação da intimidade se manifesta assim:

Intimidade = Valores Compartilhados + Vulnerabilidades Compartilhadas


Compartilhar os medos e limites com o parceiro — em vez de simplesmente fugir ou sumir — transforma a vulnerabilidade em uma ponte de corda para a conexão. Aprender a expressar necessidades de vínculo sem que pareçam exigências, dando e recebendo empatia, reconstrói a base segura de que a divergência não significa rejeição ou abandono.


Reflexão Terapêutica: A Ponte de Corda


Imagine que você está na borda de um desfiladeiro estreito e profundo. Do outro lado está exatamente o que você deseja: um lugar onde possa se sentir conectado, amado e seguro com alguém. Para chegar lá, há uma velha ponte de corda. Ao olhar para ela, sua mente dispara: "Ela não é 100% segura, você vai cair".


O objetivo não é fazer o medo desaparecer magicamente antes de atravessar. É reconhecer que o medo estará ali, o desfiladeiro parecerá assustador, mas você pode escolher segurar firme nas cordas e dar o primeiro passo na ponte porque o que está do outro lado é valioso demais para ser abandonado.


Base Teórica


Esta abordagem integra de forma orgânica os pilares da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), ao focar na flexibilidade psicológica e nas ações baseadas em valores apesar do desconforto. Bebe na Psicologia Cognitiva ao desconstruir as narrativas do "Ditador Interno" que moldam a dor suja, e na Neuropsicologia Afetiva e do Apego, compreendendo que nossos vínculos primários regulam nosso sistema de segurança e que a cura se dá através da reconexão segura e da sintonização com o outro.


Por fim, apoia-se na Fenomenologia ao acolher a experiência pura do ser-no-mundo, permitindo que as emoções se manifestem sem julgamentos.

Se os sintomas desse caminhar forem paralisantes ou causarem um profundo distanciamento de si mesma, lembre-se de que o autoconhecimento é um processo acompanhado. Você não precisa atravessar essa ponte sozinha.



Se você sente que é o momento de dar o primeiro passo na sua ponte de corda, venha acompanhar as meditações diárias no meu Instagram @cida2016medeiros ou preencha o Formulário do Blog para caminharmos juntos em uma consulta de acolhimento.

Poderá gostar de ler:


 

A Ilusão do Controle Inconsciente e o Roteiro do "Não Ser Escolhida"

 






A Ilusão do Controle Inconsciente e o Roteiro do "Não Ser Escolhida"


A Ferida Oculta na Busca pela Completude


Há uma verdade fundamental que a psicologia profunda, a neurociência e as tradições ancestrais compartilham: o ser humano carrega uma ferida que não cicatriza no nível da personalidade egoica. Ao nascermos e sermos lançados no mundo da linguagem e da matéria, abrimos mão de um estado mítico de totalidade inconsciente original. Essa perda da ilusão de completude introduz uma divisão indelével em nossa psique, e é dessa falta estrutural que nasce o nosso desejo humano. Desejamos porque algo nos falta.

O paradoxo crucial da nossa existência é que nenhum objeto real, pessoa, conquista ou status é capaz de preencher esse vazio, pois a falta não é de um objeto específico, mas um componente da própria estrutura psíquica. No entanto, quando a mente analítica não suporta encarar o desamparo desse vazio absoluto, o inconsciente opera uma manobra de defesa genial e dolorosa: ele cria uma cena fantasmática, um roteiro conhecido, robotizado e previsível de "não ser escolhida".


O Roteiro da Rejeição como Mecanismo de Defesa


Muitas caminhantes sistêmicas repetem padrões dolorosos em suas relações, apaixonando-se por pessoas casadas, distantes ou emocionalmente indisponíveis. Viver a dor da rejeição repetidas vezes dá uma forma compreensível ao sofrimento. O Ditador Interno — aquela nossa mente analítica de solução de problemas — passa a operar sob uma regra rígida:


"Se eu não sou escolhida, o problema é o outro que está indisponível, ou sou eu que preciso ser mais perfeita para ser valorizada".


Essa regra mantém a pessoa na ilusão de que a completude é possível, desde que ela encontre o objeto certo ou mude a si mesma. Estranhamente, é mais suportável viver a dor conhecida da rejeição do que confrontar o desamparo de que a completude absoluta no outro é uma ficção. O roteiro protege contra o risco de um relacionamento real e disponível. Se o outro estivesse verdadeiramente ali, a ilusão seria testada e desfeita, revelando a falta estrutural que habita qualquer relação humana. A fantasia organiza o desejo em direção ao impossível para manter a busca viva e o vazio encoberto.


Reflexão Terapêutica: A Metáfora do Pêndulo

Imagine um pêndulo de mesa balançando livremente diante de você. Quanto mais alto você o empurra em uma direção — na tentativa frenética de alcançar o prazer de uma completude idealizada —, com mais força ele voltará no sentido oposto, trazendo a dor da rejeição e do abandono.

Segurar o pêndulo no topo exige uma quantidade absurda de energia e, no final, ele sempre despenca em direção ao lado que você tenta evitar. A busca pelo parceiro inacessível é o ego empurrando o pêndulo, preferindo o cansaço da luta conhecida ao desamparo de soltar a corda. A cura não está em tentar parar o pêndulo, mas em subir até o seu ponto de fixação profunda, observando o balanço natural de suas emoções sem ser arrastada por eles.


As Pontes Acadêmicas da Abordagem Integrativa

O que confere densidade e autoridade a uma caminhada de seriedade clínica é a capacidade de ler esse mesmo fenômeno por dimensões científicas que se reforçam mutuamente, criando pontes legítimas com os saberes do corpo e da mente:

  • Pela Lente Sistêmica Multigeracional: Essa posição de "não ser escolhida" ou excluída frequentemente repete padrões robotizados e triângulos sintomáticos herdados da família de origem. A filha já adulta pode estar em uma aliança invisível com um dos pais, assumindo o papel de rejeitada para desviar a ansiedade de um conflito conjugal não resolvido na geração anterior, mantendo a homeostase de um sistema fechado.

  • Pela Lente Contextual da ACT (Aceitação e Compromisso): O roteiro de desejar o inacessível é um clássico mecanismo de evitação experiencial. O ser se funde com a história do ego ("Eu não tenho valor/Eu não sou escolhida") e usa essa narrativa rígida para se esquivar da vulnerabilidade de uma conexão real. O trabalho da ACT ajuda o ser a praticar a desfusão e a aceitação, soltando a corda do cabo de guerra com a mente para agir com compromisso em direção aos seus reais valores de relacionamento.

  • Pela Lente da Neurociência e Teoria Polivagal: Essas memórias implícitas e somáticas de exclusão estão inscritas no corpo. Diante da iminência de um vínculo real e disponível, a neurocepção lê a intimidade como uma ameaça de risco absoluto. Para proteger o organismo, o sistema nervoso desliga o circuito de engajamento social (Vago Ventral) e dispara uma resposta protetiva: ou a ativação simpática (luta/fuga através de ciúmes e brigas) ou o colapso dorso-vagal (isolamento, anestesia emocional e fechar-se na "caverna"). O ser sabota a relação porque o corpo reage à proximidade real como um perigo iminente.


A Dimensão Transpessoal e o Espaço Sagrado da Presença


Existe uma última camada que unifica todas as outras e dá o verdadeiro sentido a essa travessia: a dimensão transpessoal e espiritual. A dor da rejeição ou a sensação de escassez nada mais são do que a mente e o corpo reagindo ao estado de "vazio" e isolamento egoico. No entanto, o sofrimento humano só se perpetua enquanto tentamos fugir desse vazio por meio de soluções mágicas, distrações ou da busca compulsiva pelo parceiro ideal.

O que torna a minha abordagem autoral tão potente é que eu conheço de perto esse caminho. Eu já estive na Índia, mergulhei profundamente em ashrams, vivenciei meditações silenciosas e práticas espirituais ancestrais justamente para compreender e preencher esse vazio no nível da alma. Aprendi com os Kahunas, o segredo da cura reside na limpeza interna e no arrependimento consciente para acessar a "Paz do Eu". Da mesma forma, as tradições meditativas orientais e a psicologia transpessoal nos ensinam a parar de fugir e simplesmente sentar com o que se manifesta na experiência pura.

Quando você medita e se permite vivenciar o vazio sem julgamento e sem a necessidade urgente de preenchê-lo com o outro, acontece o grande milagre da individuação: você descobre que esse vazio não é um abismo de desamparo, mas sim a própria concha de nascimento do seu Eu autêntico. O circuito de segurança do seu corpo (Vago Ventral) é reativado, a mente se aquieta e o sofrimento se transforma em Ananda — um estado de presença, paz profunda e completude espiritual que não depende de fatores externos para existir.


Dando o Próximo Passo


Você não precisa escolher entre o seu passado instintivo e o seu presente consciente. O sofrimento e a falta sempre retornarão em ciclos na experiência humana, evocando o desejo e a dor. Contudo, a prática constante do autoconhecimento profundo e da meditação oferece a você uma base segura, um ponto de ancoragem no presente, para que você possa sempre escolher o caminho do amor em vez do medo.

Se você se identificou com esse roteiro e deseja desatar esses nós multigeracionais, neurobiológicos e transpessoais, saiba que essa travessia profunda não precisa ser feita na solidão do isolamento egoico. Em meu trabalho como Guardiã de Saberes e Terapeuta Integrativa, coloco à sua disposição a sabedoria acumulada em mais de 30 anos de experiência para caminharmos graciosamente, passo a passo, em direção à sua real liberdade interior. Lembre-se: a resposta que você tanto busca no outro já habita o espaço sagrado da sua própria presença.



Chamada para Ação (CTA)


  • Acompanhe reflexões e pouse em si mesma no meu Instagram: @cida2016medeiros

  • Deseja iniciar sua jornada de aprofundamento acompanhada? Preencha o [Formulário do Blog] para agendarmos o nosso encontro.


Leia Também