O Palácio de Vidro e o Ouro da Realidade
Quando a idealização drena nossa força vital
Às vezes, nos perdemos em "palácios de vidro" — estruturas mentais belas, porém frágeis, que flutuam sobre o medo de tocar o chão da realidade. Vivemos amores de "orvalho", conexões que prometem o céu, mas que não sustentam o peso do pão e do vinho no dia a dia. Como Guardiã de Saberes, convido você a olhar para onde sua energia está sendo investida.
O Eco que Alimenta o Ilusório
Na metáfora do Alquimista e da Senhora das Minas, percebemos que o príncipe (a nossa parte idealizadora ou as relações narcísicas que permitimos) sobrevive do "ouro" que extraímos com esforço da nossa própria terra. Quando olhamos demais para o alto, em busca de uma promessa etérea, nossas próprias "minas" — nossa saúde, nossos valores e projetos — começam a inundar [
Reflexão Terapêutica: A soberania não nasce do fechamento, mas do posicionamento. A Senhora das Minas não deixou de ouvir a música, ela apenas fincou seu cajado de ferro no solo e reivindicou o que era seu por direito [
Base Teórica:
Sob a luz da ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), vemos aqui a importância da desfusão cognitiva. Precisamos nos desatrelar das narrativas internas que nos mantêm presos em redomas de espelhos [
Que possamos, como a Senhora das Minas, voltar para nossa forja interior, sabendo que o ouro lapidado — nossa essência trabalhada e consciente — atrai o que é sólido, digno e real.
Se este conto ressoou em sua alma, vamos aprofundar essa conversa? Compartilhe suas percepções comigo no Instagram @cida2016medeiros ou, se sentir que é o momento de lapidar seu próprio ouro em um processo acompanhado, preencha o Formulário do Blog.
Cida Medeiros
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