POR UM NOVO SER HUMANO.
UM SER DA PAZ.
UM SER DO AMOR.
UM SER LIVRE.
POR UMA NOVA ERA NA TERRA.
Bem Vindo ao Blog Cida Medeiros!
Explorando a Interseção da Psicologia, Espiritualidade e Ciência
Em nossas conversas anteriores, falamos sobre a força transformadora do Ho'oponopono e a incrível história do Dr. Ihaleakala Hew Len. Mas a verdade é que essa ferramenta milenar havaiana guarda camadas de sabedoria que merecem ser exploradas com mais profundidade. Hoje, vamos além da teoria e mergulhar na prática e nas orações que nos conectam à Divindade em busca da nossa cura e da nossa Unidade.
Como aprendemos, Hoo significa "causa" e Ponopono significa "perfeição". Ao praticar o Ho'oponopono, não buscamos apenas resolver problemas externos, mas sim retornar ao nosso estado original de perfeição, "limpar" nossa página vivencial e permitir que a Luz Divina preencha o vazio das memórias que nos causam dor.
É fundamental compreender que o Ho'oponopono não se trata de purificar pessoas, lugares ou coisas. Em vez disso, ele atua diretamente na energia dolorosa que você associa a elas. Pense nisso: todos os nossos problemas surgem de memórias que guardamos em nosso subconsciente, e que são revividas incessantemente, moldando nossa realidade.
O intelecto, por si só, não tem a capacidade de resolver esses problemas, pois ele apenas gerencia processos, não os libera. É aí que entra a beleza do Ho'oponopono: ele permite que a Divindade se encarregue desses pensamentos dolorosos, neutralizando-os. A primeira etapa é sempre purificar essas energias.
E o que acontece depois que a energia é neutralizada? Algo maravilhoso! Ela não só é liberada, como também se desprende, deixando uma nova página vazia em seu ser. A etapa final é permitir que a Divindade preencha esse espaço em branco com Pura Luz. É a sua Identidade Própria sendo restabelecida, livre das desordens das memórias que impedem a manifestação das Inspirações Divinas.
"Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão.
Mahatma Gandhi
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?
Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo. E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam.
Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta"
Que seus dias sejam repletos de amor e paz!

Você já sentiu que "o seu santo bateu" com o de alguém logo no primeiro olhar? Ou sentiu uma paz profunda apenas ao ouvir a voz de uma pessoa querida? Essa sensação, que Pitágoras descrevia como a música das células, é o que a neurociência hoje chama de corregulação.
A verdade é que nosso corpo é uma máquina rítmica
O amor eterno e as conexões profundas ocorrem quando dois sistemas nervosos se sentem seguros o suficiente para "baixar as armas". É nesse momento que a melodia de um encontra ressonância no outro, criando uma sinfonia de segurança e pertencimento.
Infelizmente, nem sempre a música toca suave. Experiências dolorosas ou o trauma de desenvolvimento podem desafinar nossa orquestra interna. O corpo, para se proteger, pode entrar em estados de "congelamento" ou hipervigilância, onde a conexão com o outro parece impossível ou perigosa
Se você sente que sua melodia está travada, que o medo ou a ansiedade impedem que você se conecte verdadeiramente, saiba que o seu corpo apenas guardou as marcas para te proteger.
A cura não vem apenas da fala, mas de ensinar ao seu corpo que agora ele está em segurança. Através de exercícios específicos de autorregulação e de um espaço terapêutico seguro, podemos restaurar a fluidez do seu sistema nervoso.
Que tal começarmos a afinar a sua melodia hoje?
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