Estava num café outro dia e ouvi uma conversa de um pai com seu filho.
Uma pessoa zangada + uma pessoa feliz = duas pessoas zangadas.
Bem Vindo ao Blog Cida Medeiros!
Psicologia da Alma, Consciência e Experiência Humana A interseção entre Espiritualidade, Ciência e Saberes Ancestrais.
PODER: O que fazer para melhorar o cérebro ?
Resposta: Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a auto estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto estima no ponto. PODER: Cabeça tem a ver com alma? PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração. PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha? PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor. PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro? PN: Todo exagero. Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância,etc. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa. PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia? PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça. PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer? PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente ,com saúde e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha. PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas? PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando. Você acredita em Deus? PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vamos até a família e dizemos: "Ele está salvo". Aí, a família olha pra você e diz: "Graças a Deus!". Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais, independente de religião. |
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Você já sentiu que, por mais que se esforce, parece carregar um peso que não é seu? Muitas vezes, as respostas que buscamos no intelecto estão guardadas em um lugar mais profundo: no nosso sistema familiar e na nossa biologia.
A neurociência moderna, em especial através de estudos sobre como o corpo guarda as marcas de traumas passados, nos mostra que não somos seres isolados. Carregamos memórias que ecoam através das gerações. Para compreender essas interconexões entre família e comportamento, dediquei as últimas três décadas a mergulhar nas águas profundas da alma humana.
Minha caminhada como terapeuta começou em 1992. Desde então, minha busca foi por ferramentas que não apenas explicassem a dor, mas que oferecessem um caminho real de cura. Beber da fonte direta de Bert Hellinger e mestres internacionais como Ingala Robl e Stephan Hausner me permitiu entender a doença como um sintoma — um grito do sistema pedindo por ordem e amor.
Seja através da Terapia da Contenção, das Constelações Organizacionais ou da sensibilidade da Astrologia e do Tarô, meu trabalho é ajudar você a identificar esses nós cegos. Quando olhamos para nossa ancestralidade com respeito, algo em nosso sistema relaxa. O coração encontra paz.
Não se trata apenas de técnica, mas de um encontro. Como Embaixadora da Paz e mestre em diversas artes de cura, aprendi que o verdadeiro movimento do espírito acontece quando paramos de lutar contra o que foi e começamos a fluir com o que é.
Se você sente que é o momento de dar um passo em direção à sua própria realização e libertar-se de dinâmicas que te paralisam, saiba que existe um espaço seguro para essa transformação. [Clique aqui para agendar uma conversa e sentirmos, juntos, como sua história pode florescer.]
Cida Medeiros