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Seu Passado Te Puxa? A Incrível Conexão entre Access e Gestalt para Liberar Sua Energia e Avançar!

 


Seu Passado Te Puxa? A Incrível Conexão entre Access e Gestalt para Liberar Sua Energia e Avançar!


Olá! Deixa eu te contar uma história que mudou a minha vida e que talvez ressoe com algo que você também esteja vivendo.

Foi em junho de 2017 que o Access Consciousness cruzou o meu caminho, de uma forma totalmente inesperada. Uma aluna e cliente querida, que fazia cursos e atendimentos comigo, me ofereceu uma sessão de Barras. Confesso que fui curiosa, sem muita expectativa. Mas, logo após a sessão, senti algo diferente, uma leveza, uma clareza… e um pensamento forte surgiu: "Tem algo aqui para mim. Preciso me aprofundar nisso!".

Desvendando o Poder da Pergunta Transformadora do Access

 



Que energia, espaço, consciência e escolha, magia, milagres, mistérios e possibilidades você e seu corpo podem ser para se tornarem a personificação em constante expansão e explosão do ser total, percebendo, conhecendo e recebendo o que você realmente é?!?!


Desvendando o Poder da Pergunta Transformadora do Access...

Aquele Menino Quieto na Rodinha: O Que Pikler e Fröbel Nos Ensinam Sobre Respeitar o Tempo das Crianças



Sabe aquela cena? Crianças reunidas, cantando, brincando, e no meio delas, ou talvez um pouco à parte, um pequeno ser observando tudo com seus próprios olhos. Foi exatamente isso que aconteceu em uma sala de aula inspirada em duas grandes mentes da educação infantil: Emmi Pikler e Friedrich Fröbel.

O Coração: A Inteligência Esquecida



O Coração: A Inteligência Esquecida

Recentemente, neurofisiologistas fizeram uma descoberta surpreendente: o coração não é apenas uma bomba que mantém o sangue circulando, mas também um órgão de inteligência. Na verdade, mais da metade de sua composição é formada por neurônios, semelhantes aos que encontramos no cérebro. Joseph Chilton Pearce, autor de A Biologia da Transcendência, descreve o coração como "o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência".

Aceite o seu Medo e Liberte-se

 

O texto a seguir tem como base a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), enfatizando a aceitação do medo sem evitá-lo ou lutar contra ele, e conectando essa experiência aos valores e à ação comprometida:


Aceite o Seu Medo e Liberte-se

O medo não precisa desaparecer para que você viva plenamente. Na verdade, é justamente quando você para de lutar contra ele que algo transforma-se dentro de você. Quando você reconhece o medo sem rejeitá-lo, sem tentar controlá-lo ou anulá-lo, ele perde o poder de definir suas escolhas.

Muitas vezes, gastamos energia tentando evitar o medo, buscando distrações ou criando camadas de proteção que nos afastam da vida que realmente queremos viver. Mas a verdadeira liberdade não está em eliminar o medo—está em fazer espaço para ele, acolhê-lo e, mesmo assim, seguir adiante.

A aceitação não significa resignação. Não significa se render ao medo ou deixar que ele dite suas ações. Pelo contrário: aceitar é reconhecer que ele existe, permitir-se senti-lo e, ao mesmo tempo, agir com base no que realmente importa para você. É escolher viver de acordo com seus valores, mesmo quando o medo sussurra que seria mais seguro recuar.

Quando você para de fugir e encara sua experiência interna com abertura e gentileza, algo muda. O medo continua lá, mas você já não está mais preso a ele. E, nesse espaço de aceitação, há algo ainda mais profundo: a possibilidade de viver com autenticidade. De se mover em direção ao que faz sentido para você, ao invés de ser guiado pelo que sua mente diz que deve ser evitado.

O amor por si mesmo surge quando você para de se criticar por sentir medo. A compaixão cresce quando você percebe que todos enfrentam seus próprios desafios internos. A coragem se manifesta não na ausência do medo, mas na disposição de seguir em frente apesar dele.

Você não precisa eliminar nada dentro de si para ser inteiro. A transformação acontece quando você escolhe caminhar ao lado do medo, sem deixar que ele decida seu caminho. Aceite a experiência, comprometa-se com o que realmente importa e descubra a liberdade que existe na disposição de viver plenamente—com tudo o que você sente.


Esse texto reflete a ACT ao enfatizar:

  1. Aceitação do medo sem evitá-lo ou combatê-lo.
  2. Desfusão cognitiva, reconhecendo que o medo é apenas uma experiência interna, não uma verdade absoluta.
  3. Valores e ação comprometida, focando no que realmente importa em vez de reagir impulsivamente ao medo.
  4. Autocompaixão e autenticidade, criando espaço para sentir sem autocrítica.

Tenho incluído muito do entendimento da Terapia de Aceitação e Compromisso em minha pratica individual em consultório, a reflexão desse texto, permite uma melhor compreensão dessa abordagem. 


Cida Medeiros

A Chave da Saúde Integral: Integrando Propósito e Carreira

 


A Chave da Saúde Integral: Integrando Propósito e Carreira

Por mais de 30 anos, tenho caminhado como terapeuta holística, guiando pessoas em sua jornada de autoconhecimento, cura e transformação. Hoje, enquanto integro meu passado com o presente e o futuro, estudando psicologia para embasar minha prática com ciência, percebo que a verdadeira saúde integral vai muito além da ausência de doença. Ela é a harmonia entre corpo, mente e espírito, alinhada a um propósito maior. A chave? Viver com intenção consciente, unindo autocuidado, autoconhecimento e impacto positivo no mundo – especialmente através da nossa carreira.

O Que Realmente Importa na Busca pela Saúde Integral?

Vivendo em um estado mais elevado de Consciência

Dia 29/08/2024 - Quinta-feira -as 20:30 Pelo Zoom


 Programe-se pois amanhã (quinta-feira) às 20:30 horas, temos o Programa Vivendo em um estado mais elevado de Consciência, com Transferência do Estado de Ananda, Amor incondicional e Unidade.


👉Assista ao vivo uma convidada  compartilhando sua experiência no caminho da iluminação. Um caminho que também disponível a você!😍


🙏 Logo após o compartilhar, teremos a Transferência do Estado de Ananda dado pela Grande Luz Compassiva. 


Amanhã às 20:30hs.


Pelo link: 


https://us02web.zoom.us/j/86271890841?pwd=SjA2NnptdmVHdkw3Yjl4ZE9URXBhdz09



Ótimo dia para você ❤️

Movimento Sistêmico em Grupo - SP

 


Uma oportunidade de observar as dinâmicas ocultas por trás de um questão, dificuldade e bloqueio.

Venha participar e conhecer.

Cida Medeiros 


Bem Vindo 2024

 Olá

Com tantos desafios nos tempos atuais, urge uma orientação interna.

Entre em contato e informe-se

Cida Medeiros


O Tecelão da Vida: Entrelaçando Consciência, Corpo e Presença

 



O Tecelão da Vida: Entrelaçando Consciência, Corpo e Presença


A metáfora da tapeçaria — do tecido que se forma com fios variados — é uma imagem poderosa para pensar a vida. Somos, de certa forma, o tecelão e também o tecido: aquilo que escolhemos entrelaçar, aquilo que nos envolve, aquilo que vemos e aquilo que permanece oculto.

Porém, essa tapeçaria não é criada apenas pela vontade ou pelo pensamento. Ela nasce da interação contínua entre:

  • o corpo que sente,

  • o sistema nervoso que responde,

  • as emoções que ativam memórias,

  • os padrões antigos que se repetem,

  • a consciência que percebe.

Quando passamos por vivências intensas — perdas, traumas, vínculos feridos, medos que parecem sem origem — nosso sistema nervoso aprende a responder de formas que nem sempre favorecem presença ou escolha consciente. Ele responde com reações automáticas que foram úteis para a sobrevivência, mas que hoje podem nos manter presos ao velho padrão.

É como se metade dos fios que tentamos tecer estivesse embaraçada por nós mesmos, por respostas automáticas e por memórias inscritas no corpo.

A neurobiologia do trauma (como investigada por Bessel van der Kolk) nos lembra que essas memórias não estão “lá fora” na imaginação — elas estão literalmente inscritas no corpo, moldando a forma como reagimos, respiramos e sentimos. Stephen Porges, com a Teoria Polivagal, nos oferece um mapa do sistema nervoso para entender como os estados de segurança, luta/fuga ou colapso (“vago dorsal”) influenciam nossa capacidade de estar presentes no tecido da vida.

Carl Jung nos convida a considerar que esse processo de tecer não é apenas circunstancial — é uma jornada de individuação: o movimento interno que nos chama para integrar aquilo que antes estava dividido, esquecido, excluído ou repelido.

Nessa perspectiva, a vida não é apenas trama e urdidura —
é tecido e consciência.
E a consciência é aquilo que nos permite não apenas reagir à vida,
mas participar de sua criação.

Quando você se vê repetindo os mesmos padrões, sentindo-se puxada pelos fios antigos como se não tivesse escolha, esse é o momento em que a tapeçaria da vida mostra que algo ainda não foi integrado — que o sistema nervoso está operando em resposta automática, e não em presença.

E aqui está uma chave importante:

o tecelão mais relevante não é o passado…
é a sua atenção aqui e agora.

As escolhas conscientes não eliminam a dor nem cancelam a história.
O que elas fazem é mudar o modo de responder, reorganizar o padrão, oferecer direção ao tecido que está sendo criado.

Esse movimento não é simples — exige:

  • presença corporal

  • regulação emocional

  • atenção à respiração

  • consciência do sistema nervoso

  • leitura dos padrões relacionais

  • disposição para encarar o que foi evitado

Quando esses elementos se encontram, a tapeçaria da vida deixa de ser um amontoado de fios aparentemente aleatórios e se torna um tecido significativo — uma expressão integrada do que você percebe, sente e escolhe.

Se este texto ressoa com você, talvez esteja na hora de olhar para os fios que parecem sempre os mesmos — não como um destino imutável, mas como um convite para tecer com mais consciência.

Algumas travessias não precisam ser solitárias.


Cida Medeiros

Psicoterapeuta Integrativa e Sistêmica — Clínica da Alma e da Consciência


Desperte a Semente: Sua Força no Solo da Vida

O Rio da Alma: Navegando as Curvas da Vida



Quando a Vida Escurece: Encontrando Sua Estrela Interna

 


Quando a Vida Escurece: Encontrando Sua Estrela Interna


Há momentos em que a vida nos coloca diante de noites profundas — situações em que tudo parece impossível de entender, a mente se rasga e emoções como medo, dor e vazio dominam o corpo e o pensamento.

Nessas travessias, muitas vezes buscamos uma “luz” que nos mostre o caminho. Não falo aqui de imaginação idealizada nem de consolo metafísico, mas da presença viva de algo dentro de nós que insiste em permanecer, mesmo quando tudo parece apagado.

Essa “estrela guia” não está fora.
Ela está no corpo que insiste em respirar,
na percepção que questiona,
na dor que pede atenção,
na inquietação que não se cala.

Do ponto de vista da neurobiologia do trauma, o sofrimento prolongado pode ativar respostas profundas do sistema nervoso que congelam, dispersam ou desorientam o sujeito — como explica Bessel van der Kolk ao estudar como o corpo armazena experiências que a mente não conseguiu processar.

Do ponto de vista da psicologia profunda (Jung), essa noite escura é exatamente o encontro com o inconsciente — uma oportunidade para o Ego e o Self se reconhecerem, e para que a pessoa encontre sentido para além do sofrimento imediato.

E, conforme as perspectivas de teoria polivagal (Porges / Deb Dana), isso também tem muito a ver com estados do sistema nervoso: quando estamos em colapso, não é falta de força, é sinal de que o organismo está tentando proteger-se.

Essas noites internas são, portanto,
não um sinal de fracasso,
mas um chamado para reconectar-se com aquilo que já existe em você —
a sua fonte interna de presença e sentido.

A estrela guia que convidamos a reconhecer não é um símbolo distante,
é a sua própria capacidade de perceber que ainda está viva em você
a atenção para sentir o corpo, o respirar, a consciência que ainda observa.

Esse reconhecimento começa quando você para de buscar fora aquilo que só pode ser encontrado dentro:
no corpo, na atenção, na presença, na responsividade do seu sistema nervoso, na consciência que ainda existe quando você para de lutar e começa a sentir.

Se você se sente perdida(o) — confusa(o), sem direção, emergida(o) numa escuridão sem sentido —
talvez seja o momento de olhar para dentro em vez de esperar que algo caia de fora.

Algumas travessias não precisam ser solitárias.


Cida Medeiros

Psicoterapeuta Integrativa e Sistêmica — Clínica da Alma e da Consciência

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