Bem Vindo ao Blog Cida Medeiros! Caleidoscópio do Saber com Cida Medeiros

Consciência e Energia: Onde a Biologia Encontra a Alma

Consciência e Energia: Onde a Biologia Encontra a Alma

O papel dos chacras e da glândula pineal no seu bem-estar


Você já sentiu que existe algo além do que os olhos podem ver, uma vibração silenciosa que dita o ritmo da sua saúde e dos seus pensamentos? Na nossa jornada pela multidimensionalidade humana, não podemos ignorar que somos feitos de camadas. Além do corpo físico que tocamos, habitamos campos energéticos que são o verdadeiro mapa da nossa existência.

Já a muito tempo eu reforçava uma percepção que só se aprofundou com o tempo: a importância do nosso sistema energético. Através de estudos e treinamentos intensos, como a técnica de Quelação de Barbara Ann Brennan — que tive a honra de aprofundar em Salvador com Aidda Pustilnik  (co-fundadora da DEP e aluna direta de Barbara) — pude refinar o que chamamos de percepção de campo.

Mas o que isso significa para você, hoje?

Os Centros de Força: Mais que Símbolos, Nossas Pontes

Os Chacras (do sânscrito, "rodas") são os centros de força que sustentam nossa vida. Eles funcionam como portais, absorvendo o prana ou chi do ambiente e distribuindo essa vitalidade para o seu interior. Eles são a ponte de ouro entre o seu corpo espiritual e a sua biologia densa.

Existem dois centros superiores, verdadeiras antenas da nossa consciência, que merecem sua atenção se você busca clareza mental e evolução:

  • O Chacra Coronário (Sahashara): Localizado no topo da cabeça, o "lótus das mil pétalas" é a sua conexão com o sagrado e com as ideias elevadas. É por onde a energia celeste entra, expandindo sua percepção para além do cotidiano.

  • O Chacra Frontal: Situado na glabela, entre as sobrancelhas, é o centro da intuição e da aprendizagem. É aqui que nasce a clarividência e a capacidade de enxergar a verdade por trás das aparências.

A Antena Biológica: Glândula Pineal e Hipófise

A ciência e a espiritualidade se abraçam no centro do seu cérebro. A glândula pineal (ou epífise) é o ponto físico de ancoragem do chacra coronário. Considerada a "sede da alma", ela regula nossos ritmos e é o canal principal para fenômenos de projeção da consciência.

Já a hipófise (pituitária), ligada ao chacra frontal, comanda seu sistema endócrino e sua capacidade de processar conhecimentos profundos. Quando esses centros estão alinhados, você não apenas vive; você compreende o propósito de estar aqui.

Como despertar essa percepção?

Para aqueles que buscam uma mente mais lúcida e desejam recordar suas experiências fora do corpo (viagens astrais), uma dica preciosa: a visualização das cores azul e dourada nesses centros durante a meditação facilita o desprendimento espiritual e a clareza mental.

Entender essa dinâmica é o primeiro passo para curar traumas que o corpo guarda e liberar bloqueios que impedem sua felicidade autêntica. Às vezes, a resposta que você busca não está no que você faz, mas na energia que você permite fluir.

Se você sente que é o momento de alinhar esses campos e mergulhar em uma compreensão mais profunda do seu ser, estou aqui para guiar essa jornada. Acompanhe as reflexões aqui no blog para expandir sua visão. E, se sentir que seu campo pede um cuidado especializado, preencha o formulário de contato e mande uma mensagem e vamos, juntos, desbloquear o seu potencial multidimensional.

Cida Medeiros



Charlie Chaplin

Por Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.


E, então, pude relaxar.


Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.


Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.


Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.


Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável ... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.


De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.


Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.


Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e,com isso, errei muito menos vezes.


Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. 


Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.


Tudo isso é.... Saber viver!!!

"Não devemos ter medo dos confrontos... Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas."


(Desconheço a autoria)

A Porcelana do Rei

Achava-se, certa vez, Confúcio o grande filósofo, na sala do trono.

Em dado momento o Rei, afastando-se por alguns instantes dos ricos mandarins que o rodeavam, dirigiu-se ao sábio chinês e perguntou-lhe:

¾ Dizei-me, o honrado Confúcio: como deve agir um magistrado? Com extrema severidade a fim de corrigir e dominar os maus, ou com absoluta benevolência ¾ a fim de não sacrificar os bons?

Ao ouvir as palavras do soberano, o ilustre filósofo conservou-se em silêncio; passados alguns minutos de profunda reflexão, chamou um servo, que se achava perto, e pediu-lhe que trouxesse dois baldes ¾sendo um com água fervente e outro com água gelada.

Ora, havia na sala, adornando a escada que conduzia ao trono, dois lindos vasos dourados de porcelana. Eram peças preciosas, quase sagradas, que o Rei muito apreciava.

Preparava-se o servo obediente para despejar, como lhe fora ordenado, a água fervendo num dos vasos e a gelada no outro, quando o Rei, emergindo de sua estupefação, interveio no caso com incontida energia:

¾ Que loucura é essa ó venerável Confúcio! Queres destruir essas obras maravilhosas! A água fervente fará, certamente arrebentar o vaso em que for colocada; a água gelada fará partir-se o outro!

Confúcio tomou então de um dos baldes, misturou a água fervente com a água gelada e, com a mistura assim obtida, encheu os dois vasos sem perigo algum.

O poderoso monarca e os venerandos mandarins observaram atônitos a atitude singular do filósofo.

Este, porém, indiferente ao assombro que causava aproximou-se do soberano e assim falou:

¾ A alma do povo, ó Rei, é como um vaso de porcelana, e a justiça do Rei é como água. A água fervente da severidade ou a gelada da excessiva benevolência são igualmente desastrosas para a delicada porcelana; manda, pois, a Sabedoria e ensina a Prudência que haja um perfeito equilíbrio entre a severidade ¾ com que se pode castigar o mau, e a longanimidade com que se deve educar e corrigir o bom.

A Biologia do Silêncio: Onde o Mistério Encontra a Cura

Imagem atualizada em Jan 2026




A Biologia do Silêncio: Onde o Mistério Encontra a Cura

Julho de 2001

Os nossos sábios ancestrais nunca precisaram de eletroencefalogramas para entender o que hoje a neurociência começa a mapear: o silêncio é a linguagem da alma.

Muito antes da vida moderna acelerar nossos batimentos, já se sabia que o silêncio é a chave para acessar o éter universal. É nas pausas entre os pensamentos — naquele espaço sagrado onde a "mente macaco" finalmente descansa — que a Linguagem do Coração começa a falar.

Silenciar para Regular

Quando paramos a tagarelice mental e nos permitimos contemplar, estamos fazendo mais do que "meditar". Estamos sinalizando ao nosso sistema nervoso que o ambiente é seguro. No silêncio da noite ou no silêncio do dia, ativamos o nosso estado de engajamento social, permitindo que o corpo saia do modo de defesa e entre em ressonância com a Natureza.

Beber da Fonte: A Escuta que Indica o Caminho

Quando você se curva diante do Grande Mistério, você deixa de "tentar resolver" a vida apenas com o intelecto. Você passa a pulsar e reverberar na mesma frequência do Campo de Sabedoria. É nesse estado que a intuição floresce: você simplesmente sabe. É um saber que não vem dos livros, mas de beber diretamente da fonte.

A Sabedoria de Plantar e Confiar

A natureza não tem pressa, e ainda assim tudo se realiza. Se você plantou suas intenções e trabalhou suas questões, agora é o momento de permitir que o campo regue as novas sementes. O silêncio contém a força necessária para o brotar.

Confiar no tempo do campo é a maior prova de sabedoria. Deixe que a vida converse com você através dos sinais, dos perfumes e das pausas.

O caminho se revela para quem tem a coragem de silenciar.

Ahow!

Cida Medeiros




Passagem além da Índia


"Passagem além da Índia!


Ó, segredo da terra e do céu!


De vós, ó águas oceânicas! Ô regatos sinuosos!


De vós, ó florestas e campos!

De vós, possantes montanhas de minha terra!


De vós, ó planícies! De vós, rochas cinzentas!


Ó, manhãs rubras! Ó, nuvens! Ó, chuvas e neves!


Ó, dia e noite, passagem para vós!


Ó, sol e lua e para vós, estrelas! Sírius e Júpiter!


Passagem para vós!"

Walt Whitman

Do Cosmos ao DNA: O Reencontro com o Ser Multidimensional



Atualizado em 25/01/2026


Do Cosmos ao DNA: O Reencontro com o Ser Multidimensional

Maio de 2021

Existem momentos em nossa jornada em que o véu entre as dimensões se torna mais fino e somos inundados pela lembrança de nossa origem. Recentemente, me peguei refletindo sobre a nossa natureza como seres cósmicos e a eterna busca pela "outra metade".

A Ressonância da Mônada: O Que Está Fora Está Dentro

A lei de Hermes Trismegisto nunca foi tão atual. A neurociência hoje nos fala sobre a corregulação — a forma como nossos sistemas nervosos buscam sintonia uns com os outros. Mas, em um nível mais profundo, essa busca é o eco de nossa origem na Mônada Divina.

Nascemos da divisão de uma unidade e viajamos pelo cosmos colecionando experiências em inúmeras "moradas" estelares. O anseio pela "alma gêmea" que sentimos na Terra é, na verdade, a nostalgia biológica e espiritual dessa unidade perdida.

Relacionamentos Maduros e Maestria Interior

Viver um amor verdadeiro nesta dimensão humana exige mais do que química; exige autoconsciência. No campo das Constelações e da Escuta do Ser, percebemos que muitos sofrem não pela ausência do outro, mas pela desconexão de si mesmos.

Relacionamentos maduros são para seres que trilham o caminho da Maestria Interior. Quando não encontramos parceiros que ressoem nessa frequência, o "estar bem consigo mesmo" não é solidão, é plenitude. O sofrimento só surge quando baixamos nossa sintonia apenas para a carência humana.

A Multidimensionalidade como Caminho de Cura

Em minhas meditações ao longo de anos, tive o privilégio de contatar realidades que fogem ao entendimento comum. Nossa Multidimensionalidade Humana nos permite acessar campos de informação onde residem todas as memórias da criação.

Quando limpamos o caminho para o nosso Ser, a conexão com a Mônada se refaz. Nesse estado de presença, sentimos algo tão único que o sofrimento simplesmente não encontra espaço para existir. Despertar para o nosso Ser Cósmico é a maior graça que o Amor Divino pode nos conceder.

Somos viajantes em uma experiência transitória, mas com raízes fincadas na eternidade.

Se você sente esse chamado para reconectar-se com sua origem e limpar os bloqueios que impedem sua visão multidimensional, saiba que o universo está em constante expansão — e sua consciência também pode estar.

Assim falei,

Cida Medeiros




O Poder dos Resultados: Abraçando a Jornada e Sua Intuição


O Poder dos Resultados: Abraçando a Jornada e Sua Intuição

Quantas vezes nos pegamos presos à ideia de "fracasso"? Aquela sensação de que algo deu errado, que não alcançamos o esperado, e então a frustração se instala. Mas e se eu te dissesse que, na verdade, não existe essa coisa chamada fracasso? Existe apenas resultados. Sim, tudo o que acontece em nossa vida, cada experiência, cada desfecho, é um resultado que nos serve de alguma forma, mesmo que não consigamos ver a razão no momento.

Assumir Responsabilidade: O Primeiro Passo para o Crescimento

Essa perspectiva nos convida a um movimento poderoso: assumir responsabilidade. Não no sentido de culpa, mas de reconhecer nosso papel nos desdobramentos da vida. Quando compreendemos que os resultados são frutos de nossas escolhas e ações (ou da falta delas), ganhamos o poder de transformar. É um pilar da psicologia positiva, que nos convida a focar no que podemos controlar e influenciar, cultivando uma mentalidade de crescimento e resiliência.

Sabedoria Além do Entendimento: O Tesouro que Carregamos

E aqui reside uma grande verdade que muitas vezes ignoramos: é desnecessário entender tudo para ser capaz de usar tudo que se sabe. Pense nisso! Quantas vezes nos paralisamos por querer compreender cada detalhe, cada causa e efeito? A vida é um rio que flui, e nem sempre precisamos saber a nascente de cada correnteza para navegar por ela. A sabedoria está em confiar na sua bagagem interna, nos seus aprendizados, mesmo aqueles que residem no campo do inconsciente ou da pura intuição.

Pessoas e Propósito: A Força do Serviço e da Conexão

E no centro de tudo isso, está a interconexão. As pessoas são seus maiores recursos. Nossas relações, os encontros, as trocas, são fontes inesgotáveis de aprendizado, apoio e inspiração. E quando nos colocamos em um estado de serviço, quando nosso trabalho e nossas ações visam contribuir com algo maior, a mágica acontece. É como se o universo conspirasse a nosso favor: quando você está a serviço, tudo move-se ao seu encontro. Há uma energia que se alinha, uma sincronicidade que se manifesta, porque você está vibrando em um propósito maior.

A Voz Silenciosa da Alma: Confie, Acredite, Entregue-se

Nesse caminho de descobertas e entregas, há uma voz que sussurra as respostas mais profundas: sua intuição. Ela é o seu guia mais fiel, um GPS interno que capta nuances que a lógica muitas vezes ignora.

Por isso, o convite final é um mergulho na essência da sua existência:

Ouça sua intuição. Acredite. Confie. E Entregue-se.

Entregar-se não é desistir, mas sim confiar no fluxo da vida, na sua capacidade de lidar com os resultados, sejam eles quais forem. É um ato de coragem e fé no seu próprio processo. Permita-se ser guiado por essa sabedoria interior. Se você sente que essa conexão com sua intuição precisa ser mais forte, ou que a responsabilidade sobre seus resultados ainda é um peso, saiba que estou aqui para te acompanhar nessa jornada de autodescoberta. Acredite no poder que reside em você.


Cida Medeiros