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A Estrela Guia: Encontrando a Luz na Escuridão
A Estrela Guia
Há momentos em que a vida nos submerge em uma escuridão tão densa que a mente parece se rasgar. Na dor e no sofrimento atroz, racha o entendimento limitado das coisas, e sentimos a impotência do desconhecido, a incerteza da vida. Nesses desvarios sem sentido, buscamos algo que nos mostre o caminho, uma luz que dissipe as sombras. É nesse ponto que a nossa Estrela Guia se revela.
Essa luz interior, esse "sol" que clareia o caminho e aquece, é o que nos permite vislumbrar e enxergar a alma. Ela corre como um rio, guiada por uma força maior, superando a estagnação e curando as feridas. Na escuridão da travessia, o inesperado se revela através de sinais, como o sopro que venta em seus ouvidos.
Deus se revela em nossa humanidade, em nossos desejos insatisfeitos, na dor, na doença, na miséria e na solidão. A unicidade é uma Jornada única, que você leva você mesmo e tudo que te pertence, sem certezas de vitória, só inspirada pelo sopro. Deus estará lhe procurando, até encontrá-lo. Se você se sente perdido e busca por sua estrela guia, saiba que ela já habita em você, e podemos juntas reacender esse brilho. Que tal dar o primeiro passo para essa reconexão?
Cida Medeiros
Tags: Quando a Mente se Rasga, O Brilho da Esperança, Sinais no Caminho
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O Rio da Alma: Navegando as Curvas da Vida
O Rio e Suas Curvas
Imagine sua alma como um rio. Ela corre, segue seu percurso, ora serena, ora em corredeiras, sempre em busca da onda que a faz superar a estagnação. A vida, com suas misteriosas leis do universo, move as estações dentro de nós, e somos capazes de trazer a Primavera em pleno Inverno, mesmo quando a mente se rasga na dor e na incerteza.
Mas e as curvas? Aqueles momentos de desvario sem sentido, onde a impotência do desconhecido nos paralisa? É exatamente nessas curvas inesperadas que somos convidados a nos render e a buscar o sol. O sol clareia o caminho, aquece e nos permite saborear o Inefável. Vislumbramos a luz e enxergamos a alma que, como um rio, segue em frente, curando as feridas e encontrando espaço para fluir.
Na entrega, mergulhamos e nos fundimos na confiança absoluta. O espírito vem ao nosso encontro e mostra onde fica a fonte. Assim é a Vida, imersa na Consciência do Ser, inspirada no Sopro. Seu rio interior tem um destino, e cada curva é uma oportunidade de aprofundar a conexão com essa força que te impulsiona. Se você deseja aprender a navegar com mais confiança pelas suas próprias curvas e a encontrar a fonte que nutre sua alma, vamos conversar. Sigam o blog para mais inspirações sobre como fluir e se fortalecer!
Desperte a Semente: Sua Força no Solo da Vida
Cida Medeiros
Desperte a Semente: Sua Força no Solo da Vida
A Semente e o Solo
Desperte a Semente: Sua Força no Solo da Vida
Na essência de cada um de nós, reside uma semente. Ela guarda um potencial inimaginável, à espera do solo certo para brotar e florescer. Assim como a semente, muitas vezes nos encontramos em terrenos que parecem áridos, marcados pela dor e pelo sofrimento atroz. A mente se rasga, o entendimento limitado racha, e mergulhamos na escuridão, sentindo a impotência diante do desconhecido. Mas é justamente nesse solo desafiador que a verdadeira força de nossa semente é testada.
Você já se perguntou qual nutriente falta para essa sua semente interna? Ou como preparar o terreno para que ela não apenas sobreviva, mas se revele em plena doação, como a flor que se banha ao sol? A luz, essa energia que dá e renova a vida, está disponível. Ela nos convida à contemplação, a unir o que estava separado em nós. Permita que essa luz clareie o caminho e aqueça, e você descobrirá que, mesmo na terra árida, é possível encontrar a força para romper e buscar o céu.
Cultivar seu jardim interior é uma jornada única, que exige cuidado e dedicação. É como o beija-flor que busca o néctar, sabendo que está sorvendo o Ser. Se você sente que sua semente anseia por mais, por um solo mais fértil e uma luz mais intensa, convido você a explorar essa jornada comigo.
Tags: A Essência Oculta, Florescer na Adversidade, O Cultivo Interior, Cida Medeiros
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Beija-Flor: A Medicina da Alma e a Neurociência do Amor
Amor e Abundância: Conexões Poderosas
"É muito bom para mim aceitar a prosperidade e o dinheiro em minha vida porque eu estou impelida pelas forças do amor."
"Você já parou para pensar que a verdadeira prosperidade, aquela que preenche a alma e se reflete na vida material, pode ser impulsionada pela força mais poderosa que existe: o amor? Para mim, aceitar a prosperidade e o dinheiro não é apenas bom, é um reflexo desse movimento constante de amor que pulsa dentro e fora.
Muitas vezes, crescemos com crenças limitantes sobre dinheiro e abundância, como se fossem incompatíveis com nossa essência mais elevada. Mas imagine por um momento: e se o fluxo financeiro for apenas mais uma forma de energia, capaz de potencializar o bem, de expandir oportunidades e de manifestar seus sonhos mais profundos?
Quando nos permitimos viver essa prosperidade autêntica, movidos por um propósito maior – seja ele o desejo de ajudar, de criar, de inovar, ou simplesmente de viver uma vida plena e feliz – o dinheiro se torna um instrumento de transformação. É a neurociência moderna mostrando como nossa mentalidade molda a realidade, e o comportamento alinhado ao amor abre portas inesperadas.
..Esta não é uma jornada apenas de "ter", mas de "ser". Ser abundante, ser grato, ser amor. E nesse processo, a família e os traumas passados podem, surpreendentemente, se tornar pontos de partida para um novo ciclo de cura e realização. O apego a velhas crenças cede espaço para a flexibilidade e a aceitação do que a vida tem de melhor a oferecer.
Se essa mensagem tocou a sua alma e você percebe que, talvez, existam crenças limitantes operando nos bastidores da sua própria vida – aquelas que sutilmente bloqueiam o fluxo da sua prosperidade e da sua felicidade autêntica –, eu te convido a um mergulho ainda mais profundo.
Como terapeuta holística especializada em desvendar os mistérios das crenças que nos moldam, sei que a verdadeira transformação começa quando olhamos para dentro. É nesse mergulho interno que percebemos as raízes que nos prendem e, juntos, podemos ressignificá-las, abrindo caminho para uma nova perspectiva e uma vida de abundância e liberdade.
Que tal dar o primeiro passo para investigar suas próprias crenças e mudar sua perspectiva? Se você sente o chamado para desvendar essas interconexões profundas entre o seu mundo interno e a prosperidade externa, convido você a explorar mais o nosso conteúdo e, quem sabe, agendar um momento para conversarmos. Sua jornada de realização plena pode começar agora. Estou aqui para te guiar!"
Cida Medeiros
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Domingo
28/11/21
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Desapegar: A Arte de Abrir Mão para Deixar o Novo Entrar
Desapegar: A Arte de Abrir Mão para Deixar o Novo Entrar
Sabe aquela sensação de estar carregando uma mala pesada demais? Às vezes, essa mala está cheia de coisas, mas muitas vezes, ela está cheia de sentimentos, memórias e até mesmo de pessoas que, de alguma forma, já não cabem mais na nossa jornada. Desapegar é sobre isso: aliviar o peso para que a gente possa caminhar mais leve e, o mais importante, abrir espaço para o novo.
Insistir em segurar o que não nos serve mais, seja um objeto, um relacionamento, um trabalho ou até mesmo uma ideia antiga, é como querer que a água continue fluindo em um copo que já está transbordando. Não tem espaço para mais nada, e o que está ali, parado, acaba perdendo o brilho.
Por Que é Tão Difícil Deixar Ir?
O apego vem de várias raízes: o medo do desconhecido, a nostalgia do que já foi bom, a ilusão de controle, a culpa por "desistir" ou até mesmo o valor que a sociedade insiste em dar a certas coisas. É natural sentir essa resistência. Afinal, aquilo que conhecemos, mesmo que não seja mais o ideal, nos dá uma certa segurança.
Mas o grande segredo é que o vazio que o desapego cria nunca é um vazio de nada, mas sim um vazio de infinitas possibilidades. É um convite para o inesperado, para o crescimento, para aquilo que está esperando para chegar e transformar sua vida.
A Atitude e a Postura para Desapegar de Verdade
Então, como podemos cultivar essa postura de desapego e ter o discernimento de soltar o que não serve mais?
A Dor do Amor Não Vivido: Uma Carta para a Alma e o Caminho da Cura Interior
Carta para a Alma — Sobre o Amor Não Vivido
Introdução: A dor silenciosa do amor que não aconteceu
Há dores que não se explicam, apenas se sentem.
O amor não vivido é uma delas — aquele que ficou no quase, no silêncio, nas palavras que não saíram, no olhar que se perdeu entre a coragem e o medo.
Ele não tem fim nem começo definidos. Apenas existe, como uma brisa que passa e deixa marcas invisíveis.
Essa é uma carta para a alma — para a tua, que talvez também carregue lembranças do que poderia ter sido, e busca compreender o significado da ausência, do vazio e da transformação.
Carta para a Alma
Querida alma,
Hoje escrevo para ti — que guardas os amores que não floresceram, as palavras que ficaram presas entre os lábios e os sonhos que adormeceram nas nuvens do talvez.
Sei que doeu.
Doeram as promessas que nunca chegaram a existir, o abraço que o tempo não permitiu, o toque que se perdeu entre a vontade e o medo.
Há um tipo de vazio que não é ausência — é excesso. Excesso de sentir, de imaginar, de quase viver.
Para onde vão as palavras não ditas?
Talvez fiquem guardadas nas frestas do coração, ecoando como um som distante que insiste em voltar nas madrugadas.
Talvez se transformem em poesia, porque nem tudo o que não foi vivido deixa de existir.
Algumas coisas vivem apenas no invisível.
O “eu te amo” engolido não morre, alma. Ele muda de forma.
Às vezes vira lágrima, outras vezes se faz força.
E quando a vida pede coragem, é dele que vem o impulso de continuar — mesmo sem entender, mesmo sem ter recebido o retorno que esperavas.
Os sonhos não vividos continuam suspensos no céu do teu ser.
Eles não se perdem — esperam apenas que aprendas a sonhar de novo, sem medo de cair.
E o toque?
Ah, aquele toque sem querer...
A pele lembra, mesmo quando o tempo tenta apagar.
Porque o corpo é o templo onde o amor, mesmo efêmero, deixou sua marca.
Mas, alma querida, escuta com calma:
Nem toda história precisa ser vivida para ensinar.
Alguns amores vêm só para acender luzes que estavam apagadas.
E mesmo o amor que não foi, foi.
Foi em intenção, em energia, em sentimento — e isso também é vida.
Então, deixa que o não vivido te ensine sobre o valor do agora.
Que a dor se transforme em presença.
Que o vazio se torne espaço para o novo florescer.
E quando sentires saudade do que não aconteceu,
sorri com ternura.
Porque até o silêncio que ficou entre vocês
foi, por um instante, o som mais verdadeiro do teu coração.
Com amor,
— Tua própria alma
🌿 Conclusão Reflexiva: Quando o não vivido nos ensina a viver
O amor não vivido nos ensina sobre nós mesmos.
Ele é o mestre da aceitação, o espelho da coragem e o guardião da sensibilidade.
Nos mostra que sentir — mesmo sem viver — já é uma forma profunda de existir.
Se o teu coração ainda guarda o eco de um amor que não foi,
deixa-o falar.
Escuta-o com carinho.
Porque até o que não aconteceu, de alguma forma,
te transformou em quem és hoje.
#amor não vivido, #autoconhecimento, #carta para alma, #cura emocional, #amor e perda, #desenvolvimento pessoal.
Quando o Fio Rompe: como lidar com perdas, encerramentos e recomeços
Quando o Fio Rompe
Reflexões sobre perdas, encontros e renascimentos
Este foi um ano em que muitos fios se romperam — dentro e fora de nós.
Fios invisíveis, mas essenciais.
Fios que sustentavam sentidos, relações, esperanças e projetos.
Fios que, ao se romperem, nos obrigaram a parar e olhar para aquilo que, até então, seguia no automático.
Para alguns, o fio da esperança foi dilacerado.
E foi justamente a partir dessa dor que muitos despertaram para algo maior: a necessidade de reconstruir, de ajudar, de cuidar. Assim, descobriram em si a capacidade da solidariedade, do amor e da entrega.
Para outros, o fio do amor se rompeu, abrindo abismos, separações e silêncios. Nesses momentos, foi preciso uma luz maior para atravessar a escuridão — uma luz que não elimina a dor, mas oferece direção.
Somos, todos nós, viajantes no tempo.
Muitas vezes esquecidos de nós mesmos, entregues à própria sorte, mas profundamente sedentos de voltar ao Lar.
Esse lar nem sempre é um lugar físico.
É um estado de pertencimento, de segurança interna, de reconexão com algo essencial. Muitos sequer sabem onde ele fica — apenas sentem sua ausência.
Vivemos tempos em que muitas consciências, vindas de diferentes histórias e dimensões da experiência humana, se dedicam à árdua tarefa da conexão e da reconexão.
Para que os filhos da Terra possam reencontrar o nascer do sol dentro do próprio coração.
Por isso, este tempo exige vigilância, atenção e presença.
A pandemia de 2020 escancarou o melhor e o pior que havia dentro e fora de nós. Tudo o que precisava morrer, morreu — não como punição, mas como passagem. Para renascer em outro plano, em outra forma, em outra consciência.
Muitos perderam. De inúmeras maneiras.
Outros ganharam. Também de inúmeras formas.
Perdas e ganhos caminham juntos. Sempre.
E há momentos em que se faz necessário um balanço amoroso: acolher o que se foi e reconhecer o que chegou.
Alguns ainda permanecem presos à dor das perdas.
Outros já caminham em direção à aurora do renascer.
E há aqueles que percebem o quanto receberam e se sentem profundamente gratos pelas descobertas de si mesmos.
Nada será como antes.
E talvez nunca tenha sido essa a proposta.
Que a taça desta passagem — celebrada no dia de hoje — possa estar repleta de esperança, consciência, resiliência, renovação e presença. Que, nos espaços vazios entre os dedos, permeando tudo, esteja a presença do Amor.
Que esse ilustre convidado seja lembrado.
E conscientemente convidado a estar.
Aceitar este ano como ele foi é essencial para a tomada de consciência que se anuncia. Como raça humana, nada será como antes. Ainda assim, tudo flui em sintonia com a Vida.
Que possamos parar, agora, para agradecer.
Agradecer por tudo.
Especialmente aos nossos ancestrais.
À vida que chegou até nós por meio de nossos pais e de nossa família.
Aos orientadores, professores, mestres e a todo conhecimento que nos foi ofertado.
Eu agradeço, de forma especial, à Divindade, à Fonte da Criação e a toda a Vida Espiritual que nos assiste a cada instante. E a essa força que guia meus passos — e os nossos — e que permitiu o encontro através do precioso tempo que nos foi ofertado.
Que esse tempo vindouro nos presenteie com novas oportunidades.
E que cada encontro seja coroado com aquilo que há de melhor, para melhor servir à qualidade da vida.
Pois, se o Tempo é arte, o Encontro é sua mais bela composição. São eles que desenham, nas paredes do tempo, os quadros que nutrem a nossa alma.
Aquele que um dia compartilhou a arte do encontro jamais esquece. É sábio quem reconhece, agradece e sela com gratidão esse momento.
A vida segue. Nem tudo acontece como gostaríamos. E os desencontros também fazem parte do caminho — são aprendizados que pedem chaves, capazes de abrir portas e janelas para novos horizontes de ser e existir.
Desejo um Feliz Ano Novo.
Com todos aqueles que você ama, dentro do coração.
Porque o amor é esse lugar mágico dentro de nós onde sempre cabe mais um para sentar, ouvir e compartilhar as histórias da vida.
Sinta-se abraçado.
Feliz Ano Novo.
Cida Medeiros





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