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O Propósito que Fortalece o Coração: Encontre Seu Sentido

 



O Propósito que Fortalece o Coração: Encontre Seu Sentido

Em meio às tempestades da vida, quando o chão parece sumir sob os pés e a incerteza se instala, há uma âncora invisível, mas poderosa, que pode nos manter firmes: o propósito de vida. Não é apenas uma ideia bonita, mas uma força intrínseca capaz de transformar a dor em um impulso para seguir em frente, nutrindo o nosso ser mais profundo.

A Conexão entre Propósito e Amor Próprio

Você já parou para pensar na íntima relação entre ter um propósito e sentir um amor que tudo preenche? Quando descobrimos o "porquê" da nossa existência, aquilo que nos move de verdade, um amor genuíno e inabalável começa a florescer de dentro para fora. É como se uma chama se acendesse, iluminando cada canto da nossa alma. Esse amor, ancorado no seu ser mais autêntico, não é egoísta; ele é a base para tudo o mais. Ele te capacita a enfrentar os desafios, a ressignificar perdas e a encontrar beleza nos pequenos detalhes do dia a dia. É a psicologia positiva em ação, mostrando que a felicidade autêntica nasce de um viver com significado.

Do Amor Interior ao Propósito de Servir

E a beleza desse amor que nasce do propósito? Ele não se limita a você. Pelo contrário, ele transborda, impulsionando um amor ainda maior: o amor de servir, de estar a serviço do mundo. Quando compreendemos nosso papel único, percebemos que nossa existência tem um impacto, uma contribuição a oferecer. É nesse ponto que a neurociência nos mostra como a ativação de sistemas de recompensa no cérebro se correlaciona com atos de altruísmo e conexão social, fortalecendo nossa resiliência emocional e bem-estar.

Encontrando o Sentido da Sua Existência: Um Caminho de Cura

Buscar o sentido da sua existência pode parecer uma jornada complexa, especialmente se você se sente perdido, como se estivesse navegando sem bússola. É comum, em momentos de trauma ou desafios, nos desconectarmos de quem realmente somos e do que nos motiva. Nosso corpo, muitas vezes, guarda as marcas dessas experiências, e a Teoria Polivagal nos ajuda a entender como nosso sistema nervoso reage a esses estados de desequilíbrio.

Mas quero te dizer, com toda a sinceridade do meu coração, que você não precisa trilhar esse caminho sozinho. Se o sentimento de vazio ou a falta de direção têm sido constantes, saiba que este é o momento perfeito para estender a mão e pedir ajuda. Há um universo de conhecimento e ferramentas que podem te guiar de volta ao seu centro, a encontrar essa força interior e a descobrir o seu propósito. Acredite, reconectar-se com essa parte essencial de você é o primeiro passo para uma vida plena, cheia de significado e com um coração verdadeiramente fortalecido.

Sua jornada para um coração fortalecido começa com um passo. Qual será o seu hoje?

Encontre o propósito de vida que fortalece seu coração. Descubra como o amor autêntico e o servir podem transformar desafios em sentido renovado. Se sentir perdido, busque ajuda.

Cida Medeiros



Por que você repete histórias afetivas que te machucam?

 


🛋️ Sexta-feira, no Divã — Episódio 05


Você já se pegou pensando:

“Por que sempre me envolvo com pessoas parecidas?”
“Por que insisto em relações que me fazem mal?”
“Será que tem algo errado comigo?”

Esse padrão que parece “azar no amor” pode ser, na verdade, uma repetição afetiva inconsciente.


🔁 O que é repetição afetiva?

Freio Vagal: a chave para acalmar o caos emocional

 


🛑 Freio Vagal: a chave para acalmar o caos emocional

Post 4 da Série “Segundas de Regulação” com Cida Medeiros

Sabe aquela sensação de que você vai explodir?
O coração acelera, a respiração encurta, a mente dispara — e, de repente, você sente que perdeu o controle.

Ou então o oposto: o mundo fica distante, o corpo pesado, e tudo parece estar em câmera lenta...

Esses momentos são sinais de que seu sistema nervoso entrou em modo de defesa extrema — simpático ou dorsal.
Mas existe um recurso interno que pode te ajudar a frear essa escalada emocional e voltar à presença.

Esse recurso é chamado de freio vagal.


🚦 O que é o freio vagal?

Beija-Flor: A Medicina da Alma Revelada pela Neurociência do Amor

 


Sabedoria Ancestral e Ciência se Unem na Cura Profunda do Coração.


Imagine uma criatura capaz de voar em todas as direções, pairar no ar com precisão absoluta, buscando o néctar mais doce em cada flor. O beija-flor não é apenas um pássaro, mas um símbolo ancestral de cura, alegria e amor incondicional, reverenciado em diversas culturas como uma medicina sutil para as feridas do coração e os sofrimentos que carregamos, por vezes, por gerações. Mas e se eu lhe dissesse que essa sabedoria milenar, presente no universo xamânico, encontra ecos nas mais recentes descobertas da neurociência sobre o amor e a cura?

A figura do beija-flor, o "caçador do néctar", é uma metáfora poderosa para a busca incessante pela doçura da vida e a capacidade de purificar antigas feridas emocionais. No xamanismo, ele nos guia para acessar as profundezas da alma, onde residem dores e bloqueios. O ato de "abrir o coração" para o amor, a alegria e a gratidão é um pilar dessa medicina ancestral. Mas como isso funciona em um nível que a ciência pode começar a compreender?

Você carrega feridas com seu pai? E se o que você sente hoje tiver tudo a ver com isso?

 


🛋️ Sexta-feira, no Divã — Episódio 04


Você cresceu sem a presença afetiva do seu pai?
Ou ele estava lá, mas era frio, crítico, ausente — ou até autoritário demais?
Já se sentiu insegura(o) diante de figuras masculinas, chefes, parceiros ou até diante de si mesmo?

Talvez exista aí uma ferida antiga, mal compreendida e profundamente silenciada: a ferida com o pai.


👨 O que representa o pai na nossa construção psíquica?

Por que o corpo diz "sim" antes da mente, teoria Polivagal.



O "sim" que veio antes do "olá": como um simples encontro na rua me ensinou sobre a conexão humana

Sempre que a feira chega na minha rua, a gente sabe que é dia de encontrar os vizinhos. É o tipo de dia que a gente aproveita para botar o papo em dia, falar sobre a vida, trocar umas risadas. Adoro isso.

Outro dia, voltando para casa com as minhas compras, vi uma pessoa descendo a ladeira da minha rua com bastante dificuldade, apoiada em uma bengala. De primeira, eu não a reconheci. Estava de costas e só a via de longe. A pessoa parecia lutar para equilibrar as sacolas de compras.

Aproximei-me por trás e, sem que ela me visse, perguntei: "Quer ajuda?". A resposta veio na hora, firme e clara, sem qualquer hesitação: "Quero!".

Só depois de me aproximar é que ela se virou e me reconheceu. Era a minha vizinha, uma pessoa muito querida, de muitos anos, que mora aqui no prédio. Os olhos dela se encheram de alegria. "Ah, é você!", ela disse, com um sorriso no rosto.

Peguei algumas das sacolas que estavam pesadas e seguimos juntos até o elevador, conversando sobre a feira, o dia, a vida. Foi um papo tão gostoso, desses que a gente não esquece. Quando chegamos ao nosso andar, ofereci ajuda para levar as compras até o apartamento dela, mas ela agradeceu e disse que não precisava. Respeitei a escolha e seguimos nosso caminho.

E foi aí que a minha cabeça começou a trabalhar. Como ela disse "sim" tão rápido, sem nem saber quem eu era? Eu estava atrás dela, ela não podia ver meu rosto, nem meu sorriso. O que fez o corpo dela responder com tanta confiança?

De todas as respostas possíveis, a que escolhi e que esta em sintonia com minhas pesquisas, cursos e estudos é essa coisa fascinante chamada neurocepção.

É como um superpoder que o nosso sistema nervoso tem: ele escaneia o ambiente em busca de sinais de segurança ou perigo, e faz isso em uma velocidade impressionante, muito antes que a nossa mente consciente perceba. No meu caso, o tom da minha voz, o ritmo da minha aproximação, tudo isso deve ter passado uma sensação de calma e apoio. A neurocepção dela deve ter dito: "Ei, essa pessoa não é uma ameaça. Pode confiar". E o "sim" veio antes mesmo da visão.

Essa teoria, a Teoria Polivagal, criada pelo Dr. Stephen Porges, nos mostra que a conexão social não é apenas sobre o que a gente fala, mas também sobre o que os nossos corpos sentem. É essa troca de sinais de segurança que nos permite baixar a guarda e criar laços com outras pessoas, mesmo em momentos inesperados, como um encontro casual na rua.

A experiência me fez pensar em como a gente se comunica sem palavras. O gesto de perguntar, o tom de voz, a energia que a gente transmite... Tudo isso importa.

Se você ficou curioso para saber mais sobre como o seu corpo detecta segurança ou perigo, vale a pena pesquisar mais sobre a neurocepção. É um conceito que muda a forma como a gente entende nossas interações diárias.

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Ansioso, desligado ou em paz? Descubra onde seu sistema nervoso está agora


Para se aprofundar: Se você quiser saber mais sobre a Teoria Polivagal e a neurocepção, o trabalho do Dr. Stephen Porges é a referência principal. Uma de suas obras mais importantes, que explora esses temas em detalhes, é:

  • Porges, Stephen W. The Polyvagal Theory: Neurophysiological Foundations of Emotions, Attachment, Communication, and Self-regulation. W. W. Norton & Company, 2011.


Cida Medeiros

Ansioso, desligado ou em paz? Descubra onde seu sistema nervoso está agora

 


🧭 Ansioso, desligado ou em paz? Descubra onde seu sistema nervoso está agora

Post 3 da Série “Segundas de Regulação” com Cida Medeiros

Você já se perguntou por que, em alguns momentos, sente-se cheia de energia, vibrante e presente, e em outros… cansada, irritada ou simplesmente “fora do ar”?

Essas mudanças não são aleatórias.

Elas têm tudo a ver com o estado em que seu sistema nervoso autônomo se encontra.

A Teoria Polivagal nos mostra que existem três principais estados que determinam como nos sentimos, pensamos e agimos.
Reconhecê-los é como aprender uma nova linguagem sobre si mesma(o) — uma linguagem que começa no corpo.


🌿 Os 3 estados do seu sistema nervoso

1. 🟢 Estado Ventral Vagal – Conexão, segurança e presença

Você se sente em paz.
Está centrada, aberta à vida, consegue escutar, sorrir, respirar fundo.
Esse é o estado ideal para viver, amar, trabalhar, criar. Aqui, o sistema entende: “Está tudo bem.”

Sinais corporais: respiração fluida, brilho no olhar, movimentos naturais, bom humor, sensação de enraizamento.


2. 🟡 Estado Simpático – Luta ou fuga, ansiedade e hiperatividade

Você entra em modo de defesa.
O corpo se ativa para reagir a uma ameaça percebida — mesmo que não haja perigo real.
Você pode sentir ansiedade, raiva, agitação ou urgência constante.

Sinais corporais: tensão muscular, respiração curta, inquietação, taquicardia, fala acelerada.


3. 🔵 Estado Dorsal Vagal – Desligamento, apatia e dissociação

Quando a ameaça parece inescapável, o corpo se desliga como forma de proteção.
Você pode se sentir esgotada(o), entorpecida(o), sem motivação ou como se estivesse distante de si.

Sinais corporais: corpo pesado, olhar vazio, cansaço extremo, desconexão emocional, isolamento.


✋ Por que isso importa?

A Confiança como um Estado Fisiológico

 


A Confiança como um Estado Fisiológico: Uma Nova Perspectiva sobre Bem-Estar e Conexão

A confiança é um pilar fundamental em nossas vidas, seja em relacionamentos pessoais, profissionais ou em nossa própria capacidade. Mas e se a confiança não fosse apenas uma questão de crença mental, e sim um estado fisiológico? Essa perspectiva inovadora, embasada na teoria polivagal, nos convida a repensar como construímos e vivenciamos a confiança em nosso dia a dia.

Muito Além da Mente: A Confiança no Corpo

Para muitos empreendedores de sucesso, acostumados a um cenário competitivo, a confiança pode parecer algo intangível. No entanto, a visão polivagal nos revela que a confiança não é meramente uma crença ou uma emoção abstrata. Ela é, na verdade, um estado corporal, profundamente moldado pela atividade do nervo vago ventral.

Este componente do nosso sistema nervoso autônomo, quando ativado, desempenha um papel crucial na regulação de diversas funções corporais. Ele desacelera o ritmo cardíaco, modula a ativação simpática (ligada à resposta de "luta ou fuga") e, o mais importante, favorece a conexão. Quando o vago ventral está ativo, nossos sistemas internos readquirem ritmo e flexibilidade, permitindo uma sensação de segurança e abertura.

Você tem trauma com a sua mãe? Como reconhecer os sinais invisíveis dessa dor?

 


🛋️ Sexta-feira, no Divã — Episódio 03


Você sente uma culpa inexplicável toda vez que pensa em se afastar da sua mãe?
Já tentou conversar com ela sobre seus sentimentos e saiu se sentindo infantil, ingrato(a) ou até “ruim”?
Ou sente que, por mais que tente agradar, nunca é o suficiente?

Esses podem ser ecos de um trauma com a mãe.

E não, isso não significa que sua mãe foi “monstruosa” — muitas vezes, são dinâmicas sutis, moldadas por silêncios, exigências, ausência emocional, ou por uma presença que sufocava.


📌 O que é um trauma com a mãe?

Na psicanálise, entendemos que a relação com a mãe (ou com a figura materna principal) marca profundamente nossa construção psíquica. É com ela que aprendemos, inicialmente, o que é afeto, segurança, validação — ou a falta disso.

O trauma não precisa ser violento ou explícito. Às vezes, se instala naquilo que não foi dito, no que foi negado, no amor condicionado, no abandono silencioso.


🧠 Como ele se manifesta na vida adulta?

Desvendando as "Armadilhas da Química Amorosa:

 


Por Que Sempre Caímos nos Mesmos Padrões?

Olá, pessoal! Aqui é a Cida Medeiros e hoje quero conversar com vocês sobre um tema que, eu sei, mexe com todo mundo: o amor e, principalmente, aquelas situações onde a gente se vê repetindo os mesmos erros, caindo nas mesmas "armadilhas" nos relacionamentos. Sabe aquela sensação de que, não importa o quanto você tente, o roteiro parece sempre o mesmo? Pois é, eu também já me deparei com essas questões, tanto na minha vida quanto no consultório!

Recentemente, tive a oportunidade de me aprofundar no livro "Armadilhas da Química Amorosa" dos psicólogos Bruno Luiz Avelino Cardoso e Kelly Paim, e preciso dizer: foi um verdadeiro divisor de águas na minha compreensão sobre como nossos padrões emocionais se manifestam na vida amorosa. E a boa notícia é que eles nos dão ferramentas para sair desse ciclo!

O que são essas "Armadilhas da Química Amorosa"?

Basicamente, o livro nos mostra que a atração que sentimos por alguém nem sempre é tão "inocente" ou puramente baseada em qualidades positivas. Muitas vezes, somos atraídos por pessoas que, de alguma forma, ativam nossos "esquemas" emocionais disfuncionais – padrões de pensamento, sentimento e comportamento que se formaram lá na nossa infância e adolescência.

É como se tivéssemos um "radar" interno que nos direciona para relacionamentos que, mesmo sem percebermos, confirmam nossas crenças mais profundas sobre nós mesmos, os outros e o mundo. E se essas crenças são negativas (como "eu não sou bom o suficiente", "as pessoas vão me abandonar", "eu sempre serei enganado"), adivinhem? Acabamos nos envolvendo em dinâmicas que validam exatamente isso!

Por que caímos nelas?

O terapeuta que ouve o corpo: como uma escuta segura transforma sua cura

 


🤲 O terapeuta que ouve o corpo: como uma escuta segura transforma sua cura

Post 2 da Série “Segundas de Regulação” com Cida Medeiros

Você já sentiu que, mesmo falando, ninguém te ouvia de verdade?

Na terapia, não ouvimos apenas palavras.

Ouvimos suspiros, silêncios, tensões no maxilar, ombros contraídos, respiração presa.
O corpo fala — e o terapeuta que escuta com presença, também escuta o sistema nervoso.

É aqui que a Teoria Polivagal se torna um mapa valioso para quem cuida e para quem deseja ser cuidado.


🌬️ Quando a segurança vira linguagem

Segundo a Teoria Polivagal, existe uma via no corpo chamada nervo vago, que conecta o cérebro a diversos órgãos — especialmente o coração, os pulmões e o intestino.
Ele é responsável por regular nossa sensação de segurança, ativação ou desligamento.

E essa regulação acontece na relação.

Autismo, Audição e Nervo Vago: A Nova Esperança Terapêutica que Poucos Conhecem

 


Autismo, Audição e Nervo Vago: A Nova Esperança Terapêutica que Poucos Conhecem

Você sabia que o que ouvimos — e como ouvimos — pode estar diretamente ligado a muitos dos sintomas do autismo?

Essa descoberta tem transformado a forma como compreendemos o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, mais do que isso, tem inspirado novas abordagens terapêuticas não invasivas, baseadas na Teoria Polivagal, desenvolvida pelo neurocientista Stephen Porges.

🧠 O Que Isso Tem a Ver com o Nervo Vago?

O nervo vago é um dos principais nervos do nosso corpo. Ele conecta o cérebro a diversos órgãos e está diretamente ligado ao nosso estado emocional, social e fisiológico.

Mas o que poucos sabem é que ele atua em conjunto com outros nervos cranianos responsáveis pela audição (como o nervo trigêmeo e o facial), que por sua vez controlam músculos do ouvido médio — sim, aqueles que nos ajudam a filtrar a voz humana em ambientes ruidosos.

Agora imagine: se esses músculos não funcionam bem, a criança ouve, mas não entende claramente. Isso afeta drasticamente sua capacidade de comunicação, aprendizado da linguagem e interação social.

🎧 O Projeto de Escuta: Uma Revolução em Curso

A partir dessa descoberta, foi criado o Protocolo do Projeto de Escuta (Listening Project Protocol), uma abordagem terapêutica que utiliza músicas modificadas para estimular os músculos do ouvido médio.

Essa terapia tem mostrado: