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Ecologia Humana: O Equilíbrio Invisível que Sustenta Sua Vida




Ecologia Humana: O Equilíbrio Invisível que Sustenta Sua Vida

Do macrocosmo do planeta ao microcosmo do seu campo energético


Você já parou para pensar que o seu corpo é um ecossistema vivo, tão complexo e delicado quanto uma floresta tropical ou um oceano profundo?

Mergulhei nos textos da Barsa para refletir sobre o conceito de Ecologia. A palavra vem do grego oikos (casa) e logos (estudo). Ou seja, a ecologia é o estudo da nossa casa. Mas a pergunta que deixo para você hoje é: como você tem cuidado da sua casa interna?

O Efeito Borboleta na sua Saúde

A ecologia nos ensina que tudo na natureza está inter-relacionado. Um pequeno desequilíbrio em um lago afeta desde as algas até os grandes peixes. No ser humano, essa "teia da vida" funciona da mesma forma.

Quando ignoramos um trauma, um bloqueio emocional ou um descuidado com o nosso campo energético, estamos gerando um desequilíbrio ecológico interno. Assim como a poluição sufoca os rios, o estresse e as energias estagnadas sufocam a sua vitalidade, afetando sua glândula pineal, seu sistema nervoso e sua paz de espírito.

Somos Seres de Energia (Autótrofos da Alma)

A ciência nos diz que a vida depende da transferência de energia. Os vegetais captam a luz do Sol (fotossíntese) para criar vida. Nós, em nossa multidimensionalidade, também precisamos captar e processar energias sutis.

Se o seu "ecossistema" está poluído por pensamentos negativos ou memórias traumáticas (o corpo guarda essas marcas, como bem lembra a neurociência), a sua "fotossíntese espiritual" fica comprometida. Você para de prosperar e começa apenas a sobreviver.

O Convite para o seu Desenvolvimento Sustentável

O termo desenvolvimento sustentável não serve apenas para a economia. Ele é vital para a sua vida! Viver de forma sustentável é organizar sua rotina e sua mente para que você tenha o máximo de conforto e alegria hoje, sem esgotar seus recursos internos para o futuro.

Minha missão como terapeuta e mentora é ajudar você a restaurar esse equilíbrio ecológico.

Através de técnicas como a Quelação e a limpeza dos Chacras, atuamos como "ecologistas da alma", limpando os detritos que impedem o fluxo da vida. Quando seu ecossistema interno está em harmonia, o mundo ao seu redor também se transforma.

Como está a ecologia da sua alma hoje?

Se você sente que o seu sistema está em desequilíbrio, com "chuvas ácidas" de ansiedade ou "efeito estufa" de estresse, talvez seja a hora de uma intervenção profunda.

Preencha o formulário do Blog e mande sua mensagem e vamos juntos restaurar a biodiversidade da sua alegria e a clareza do seu campo energético. Siga nosso blog para continuar essa jornada de despertar!


Cida Medeiros


Atlântida



A Atlântida ressurge

Uma nova pesquisa busca conciliar as diferentes visões sobre a localização do lendário continente tragado pelas ondas

por Frédéric de Monicault

© CHRISTIAN DARKIN/SCIENCE PHOTO LIBRARY – LATINSTOCK

Reconstituição de Atlântida, por Christian Darkin. A obra do artista é uma das centenas de representações do continente submerso

A Atlântida deve situar-se a oeste do estreito de Gibraltar, no local onde Platão (428-347 a.C.) localizou-a em seus escritos, Crítias e Timeu. Essa é a opinião do geólogo e historiador Jacques Collina-Girard, que bebe na fonte do filósofo grego, o primeiro a discorrer sobre o império dos atlantes. Mesmo que possa parecer curiosa, a hipótese de recuperar a obra clássica ainda não tinha sido elencada na busca pelo continente perdido.Os trabalhos de Jacques Collina-Girard, publicados nos rigorosos anais da Academia de Ciências Francesa, são convincentes. Originalmente, eles se referem a movimentos de populações entre Europa e África do Norte em plena Era Glacial, há 19 mil anos. Na ocasião, esse pesquisador descobriu como a topografia do estreito de Gibraltar foi profundamente modificada pela variação do nível do mar, que, em 20 mil anos, ganhou cerca de 135 metros.Em sua reconstituição cartográfica, Collina-Girard sublinha a existência de um antigo arquipélago, situado onde Platão localizara a Atlântida. Evidentemente, o historiador e especialista em geologia do Quaternário leu os textos do filósofo. Graças ao Timeu, soube-se da existência, há 11 mil anos, de “uma ilha, diante da passagem que se chama, segundo os senhores, as Colunas de Hércules”, rebatizadas depois de estreito de Gibraltar.No coração do arquipélago identificado pelo pesquisador, a ilha de Spartel, 56 metros debaixo d’água, poderia constituir o centro nevrálgico da Atlântida. Essa ilha estende-se por 14 km de comprimento, com 5 km de largura. Essas dimensões reduzidas podem derivar de erro na conversão de medidas egípcias para unidades gregas.

© COLL.ARCHIV F.KUNST & GESCHICHTE/AKG IMAGES – LATINSTOCK

Mapa de 1664 coloca a Atlântida entre a América e a Europa conforme descrições egípcias e do filósofo grego Platão
Os novos dados incorporados ao processo são capitais: enriquecem um debate aberto há mais de dois milênios. Muitos escritores de renome já se dedicaram ao tema. Prova disso é que no início dos anos 1980 uma estimativa avaliou entre 2 mil e 10 mil o número de obras, de todos os gêneros, consagradas à Atlântida ou a suas variantes.À margem dos trabalhos literários, interpretações históricas sucessivas situaram o continente perdido nos quatro cantos do planeta: nas Caraíbas, no mar do Norte, ao largo dos Açores, no Ceilão, perto da Sibéria, no meio do Saara... Sem esquecer Bermudas, as Canárias, a Islândia, o arquipélago de Spitzberg, na Noruega, ou ainda os altiplanos da Bolívia. Algumas dessas tentativas de localização resultaram em expedições. Em 1882, o Jesmond, um navio de comércio britânico, descobriu a oeste da Madeira e ao sul dos Açores uma ilha que não figurava nos mapas. No local, exumaram um sarcófago de pedra contendo uma múmia. Foi o suficiente para que a busca de Atlântida fosse retomada. Mas depois do Jesmond nenhum barco teria conseguido encontrar de novo essa misteriosa ilha. Em 1981, a hipótese da ilha da Madeira ressurgiria com força graças a oceanógrafos soviéticos. A tripulação do navio Kurchatov declarou ter descoberto a Atlântida 720 km a oeste de Portugal. Como prova, os cientistas russos apresentaram 460 fotografias submarinas do monte Ampere, cujo pico fica 30 metros abaixo da superfície do mar. Nas fotos, apareciam estruturas misteriosas – placas retangulares de cerca de 1 metro de largura. Algumas décadas antes, o comandante Jacques Cousteau e sua equipe – 30 marinheiros a bordo da embarcação Calypso – também foram atrás do continente perdido. Depois de pesquisas nas Bahamas, nos Açores e nas ilhas Coco, na Costa Rica, Cousteau “localizou” definitivamente a Atlântida no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica da Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.) poderia ser contemporânea da cidade submersa. Aliás, muitos historiadores comparavam espontaneamente os cretenses aos atlantes, que teriam herdado destes a legislação, o artesanato, a arte e o comércio.

© BETTMANN/CORBIS – LATINSTOCK

O explorador Jacques Cousteau “localizou” o continente no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica poderia ter sido contemporânea dos atlantes
Para Cousteau e muitos outros, a Atlântida seria uma parte de Santorini, outrora Stongylé, nascida nas encostas de um vulcão cuja formidável explosão, em 1657 a.C., teria provocado um gigantesco tsunami. Mas, ao contrário do que ocorre na ilha da Madeira, nenhum sinal tangível apóia essa tese. Os mergulhos ao centro da erupção vulcânica grega evidenciam apenas sedimentos, lavas e pedras-pomes. Ao sul de Santorini, em compensação, os vestígios na superfície de uma extraordinária cidade minóica com ruas pavimentadas e entrepostos cheios de cerâmica favorecem uma aproximação com a Atlântida.Contra isso, numerosas vozes sempre se ergueram – em particular a do historiador Pierre Vidal-Naquet – para sublinhar que a Atlântida nascera apenas da imaginação de Platão. Para fundamentar seus caminhos intelectuais, o filósofo teria criado uma “cidade ficção” culpada de todos os males. Tragada pelas ondas “em um dia e uma noite”, a Atlântida, pervertida pela riqueza e pelas tentações do poder, foi condenada a um castigo supremo. Na passagem escrita por Platão, essa destruição completa faz irresistivelmente pensar na erupção vulcânica que devastou Santorini.Diante dos questionamentos sobre a existência ou não da Atlântida, todos os observadores reconhecem que tomar o filósofo grego ao pé da letra é um erro: este, em suas teorias relativas à república ideal, tinha necessidade de argumentos evidentes. Aliás, a minúcia dos detalhes com os quais ele descreveu a civilização desaparecida confundia até seus discípulos mais próximos e chegou a causar debates agitados. É preciso dizer que Platão, tratando também da Atlântida como se fosse uma fábula – referindo-se a lendas transmitidas muitos séculos antes por sacerdotes egípcios –, deixa margem a todas as interrogações: como os navegadores, depois de assistir ao cataclismo, teriam atravessado os oceanos para voltar e contar sua história? Como a história pôde ser passada adiante, uma vez que a escrita ainda não tinha sido inventada? Graças a Jacques Collina-Girard o mistério volta à baila, mantendo, também, sua parte obscura.

O CAMINHO DAS ANTIGAS FONTES
MUSEU NACIONAL, ESTOCOLMO

Platão foi o primeiro a registrar a história da Atlântida. Busto do século IV a.C
Algumas linhas de Platão foram suficientes para imprimir consistentemente a Atlântida na memória dos homens. As passagens que se referem ao assunto encontram-se em dois dos diálogos do filósofo, Crítias e Timeu, nomes de seus protagonistas. “Antes de tudo, lembremo-nos de que, em suma, passaram-se 9 mil anos depois da guerra que, de acordo com as revelações de sacerdotes egípcios, opôs os povos que habitavam fora – depois das Colunas de Hércules – e todos os que habitavam para cá das Colunas. Aqui, foi nossa cidade, dizem, que tomou o comando e sustentou toda a guerra; lá, foram os reis da ilha Atlântida, ilha que, tínhamos dito, era outrora maior que a Líbia e que a Ásia, mas que hoje engolida por tremores de terra é apenas um limo intransponível que barra a passagem daqueles que partem daqui em direção ao grande mar”, diz Crítias.Platão recontou a história que seu bisavô ouvira de Sólon, um dos sete sábios da Grécia antiga, que a tinha escutado de um dos sacerdotes de Sais, no Egito. “Nessa ilha, Atlântida, os reis formaram uma grande e admirável potência, que estendeu sua dominação sobre a ilha inteira e muitas outras ilhas, além de algumas partes do continente”, sublinha Timeu.Podemos notar também similitudes espantosas entre Platão e Homero. Quando Crítias explica que “bem perto da costa atlante, há no mar um território elevado que domina o oceano verticalmente”, ecoa literalmente a Odisséia: “Diante da costa da ilha dos feacianos, eleva-se no mar uma ilha que, de todos os lados, tomba verticalmente sobre as águas”. Teria também Ulisses procurado a Atlântida?
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A Sabedoria do Campo: Onde o Pensamento e o Corpo se Encontram




A Sabedoria do Campo: Onde o Pensamento e o Corpo se Encontram

Muitas vezes buscamos respostas apenas na mente lógica, mas a verdadeira transformação acontece quando aprendemos a ouvir o que está além das palavras. Em minha prática terapêutica, que iniciou-se em 1992, tenho percebido que o ser humano é um sistema multidimensional de informações.

A Percepção Flutuante e o Campo de Sabedoria

Hoje, em 2002, meu trabalho está profundamente mergulhado na Dinâmica Energética do Psiquismo (DEP). É um caminho que nos ensina a técnica da percepção flutuante: uma escuta que não julga, mas que sintoniza com os campos informacionais que nos circundam.

Baseada na visão transdisciplinar de pensadores como Ken Wilber, busco integrar o espírito e a ciência. Entendemos que a consciência não é algo abstrato, ela precisa de corporificação. Não basta entender o trauma ou a dor; é preciso dar espaço para que o corpo processe essa informação.

A Biologia da Consciência: Do SNC ao Pré-Frontal

Estamos vivendo um tempo fascinante onde o estudo do Sistema Nervoso Central e o fortalecimento do córtex pré-frontal através da meditação deixam de ser misticismo e passam a ser ferramentas de cura real.

Quando meditamos e trazemos a consciência para o momento presente, estamos literalmente moldando a nossa biologia. É a união entre o conhecimento ancestral e a vanguarda da saúde mental. Meu foco é ajudar você a encontrar esse ponto de equilíbrio onde a sua energia e o seu sistema nervoso operam em harmonia.

O Convite ao Despertar

Se você sente que sua mente está acelerada ou que há um desconexão entre o que você sente e o que seu corpo expressa, saiba que existe um caminho para a unidade. Através de uma abordagem que respeita a sua multidimensionalidade, podemos acessar juntos esse campo de sabedoria que já habita em você.

O amadurecimento da percepção é o primeiro passo para a liberdade.

Um abraço fraterno,

Cida Medeiros

O Desafio Essencial



Existem doze sinais por meio dos quais podemos reconhecer os que servem à Hierarquia.

1 – O primeiro sinal é a nobreza.

Quem serve à Hierarquia é nobre em seus pensamentos, palavras e ações.
É nobre em todos os seus relacionamentos.
Obtemos nobreza quando vivemos segundo as regras e os princípios da Hierarquia, quando vivemos na presença do “Olho Vigilante”.

Uma pessoa nobre é solene, serena, auto-controlada, precisa, sábia e muito educada.

Quando encontramos uma pessoa nobre, sabemos que está aqui, na Terra, para trazer beleza, bondade, verdade, alegria e liberdade.

2 – O segundo sinal  é o esforço na procura da perfeição.

Evidencia um trabalho em andamento para aperfeiçoar sua personalidade, sua criatividade, os relacionamentos e o conhecimento.
Tenta continuamente melhorar seu estado de consciência.
Ninguém que sirva à Hierarquia é preguiçoso.
É tudo ritmo.
É como uma corrente: está ritmicamente ativo.

3 – O terceiro sinal é sua atitude progressista.

Pensa para o futuro.
Planifica para o futuro, sem ignorar as circunstâncias passadas e as presentes.
A visão do futuro o inspira para que planifique, decida e organize.
Não está apegado a atitudes passadas.
Não ignora os valores passados, mas procura sempre novos modos e meios para introduzir mais luz e amor e melhores relacionamentos em todos os âmbitos de atuação humana.

Vive com o pensamento nos novos tempos.

Não repete antigos hábitos, condutas e atitudes. Trata de criar algo novo que se adapte melhor à sua visão do futuro.

Pode ser encontrado em qualquer campo, e nesse se eleva como o chamado do futuro.
Exerce pressão moral sobre seu meio ambiente.
Não força os demais, mas sua presença faz com que trabalhem e tratem de avançar para o futuro.

4 – O quarto sinal de quem serve à Hierarquia é a inclusividade.

Não é separatista.
Não nos referimos somente à discriminação racial.
Uma pessoa inclusiva não só respeita a existência dos demais como também está aberta a novas idéias, novas visões e novo conhecimento, igualmente a novas maneiras de fazer as coisas, que se adéquem melhor às metas.

Não está cristalizada em suas crenças e tradições.
Enfoca respeitosamente todas as tradições e opiniões, o mesmo para o trabalho, a cultura e as tradições dos demais, e vê beleza, significado, futuro e utilidade neles.
A Hierarquia defende a todos, a todas as sendas de investigação, a toda experiência genuína.
Todo conhecimento, em qualquer campo, é precioso para quem serve à Hierarquia.

A Hierarquia advoga pela inclusividade.
Quem serve à Hierarquia é como uma galinha que reúne os pintinhos debaixo de suas asas.
Cada nação tem sua bela cultura.
Quem serve à Hierarquia respeita todas as culturas. Não somente as respeita como também tenta compreendê-las, amá-las e desfrutá-las.

A inclusividade é o esforço progressista para brindar unidade e síntese.

5 – O quinto sinal de quem serve à Hierarquia é a criatividade.

Criatividade em tudo: idéias, pensamentos, palavras, atitudes, artes, negócios e no lar.

Em todos esses âmbitos e em outros, quem serve à Hierarquia manifesta
criatividade.

Criatividade significa construir os modos e os meios que possam satisfazer as crescentes necessidades da humanidade.

Que possam expandir o sentido de beleza da humanidade.
Essas pessoas não se contentam com o que são e com o que podem fazer. Avançam continuamente e procuram novas ideias, visões, inspirações, impressões e revelações.

Tentam concretizar essas coisas em formas, actividades e relacionamentos novos para satisfazer as crescentes necessidades da humanidade e oferecer uma visão nova para a consciência humana em expansão.

6 – O sexto sinal de quem serve à Hierarquia é a honestidade.

Sem honestidade não podemos conduzir, inspirar, criar confiança ou irradiar luz.

Qualquer ação para explorar os seres humanos com ideias, propósitos ou atitudes cria horríveis consequências e enterra a causa.

Ninguém pode denominar-se servidor da Hierarquia se não se graduou em honestidade na Escola da Vida.

Um servidor da Hierarquia é honesto nas influências sobre os demais.

Essa pessoa é honesta, não porque os outros sejam honestos ou desonestos, e sim porque sua natureza é sê-lo.

A honestidade impõe harmonia e ritmo, e faz com que a Hierarquia influencie os âmbitos nos quais as pessoas honestas moram.

7 – O sétimo sinal é estar livre de preconceito.

Quem serve à Hierarquia não tem a mente controlada pelo que as pessoas são, fazem ou dizem.

Tem sua própria luz e funciona nela.

Os pensamentos, palavras, acções e conduta dos demais não velam sua luz. Não permite que os demais o condicionem, pois não reage segundo as expectativas deles.

Manifesta beleza, bondade, alegria e liberdade sem ser condicionado pelos que tentam lhe impor suas normas e estados de ânimo.

Em sentido mais profundo, estar livre de preconceito significa estar livre para atuar sob a luz da beleza, da bondade, da justiça, da alegria e da inclusividade. Quem está livre de preconceito não prejudica a quem tenta lhe prejudicar, e sim o cuida mais.

Tenta encontrar algum caminho para que este se ilumine, para que expanda sua consciência e tenta ajudá-lo para que se liberte das suas limitações.

Isso é parte de seu serviço.

8 – O oitavo sinal  é estar livre de vaidade e ego.

Esses dois vícios andam juntos.

Toda pessoa egoísta está cheia de vaidade.

Em realidade, o ego é formado por imagens de vaidade.

Quem serve à Hierarquia está livre de vaidade.

Conhece-se exatamente como é.

Sabe exatamente o que tem ou o que não tem.

Sabe exatamente o que pode fazer e o que não pode.

O ego põe medidas falsas ante teus olhos e na tua mente.

Quem serve à Hierarquia serve aos demais e trata de salvá-los e elevá-los.

Trata de fazer com que a gente volte a si.

Nada o pode derrotar com obras próprias da obscuridade.

Não poderá ser derrotado porque isso só pode ser feito quando existe vaidade e ego.

9 – O nono sinal de quem serve à Hierarquia é a retidão.

A retidão é a substância com a que está constituído um servidor da Hierarquia.

As pessoas pensam que a retidão é uma virtude que se aprende na infância, mas a verdadeira origem radica nas normas impressas em nossa Alma nos Mundos Sutis.

A assimilação dos valores verdadeiros nos Mundos Sutis floresce como retidão nas encarnações terrenas.

Não é fácil ensinar a alguém ser recto, mas quando tem experiência nos valores verdadeiros, é naturalmente recto.

Os servidores da Hierarquia são rectos em todos os seus pensamentos, expressões e relacionamentos porque conhecem a Lei de Carma e conhecem os princípios que dominam nos Mundos Sutis.

Os Grandes não se auto-promovem.

São reconhecidos pelos frutos.

Os componentes da Hierarquia não pensam sobre eles mesmos como corpos, formas ou personalidades.

Pensam sobre eles mesmos como ideias, direcções, correntes de energia, virtudes ou luzes.

As pessoas os denominam com muitos nomes.

Mas eles não são nomes, quadros ou imagens.

São princípios, fontes de beleza e guia, e visões do futuro.

Nos seus estados reais, são como sinfonias, flechas de energia, pontes entre
mundos, arco-íris entre margens.

Se os limitamos em formas humanas e os convertemos apenas em imagens da debilidade humana, ou os tornamos tão abstratos que a imaginação humana não pode concebê-los, trabalhamos contra a obra que eles tentam realizar: construir uma ponte entre o que o homem é agora e o que pode vir a ser no futuro.

10 – O décimo sinal  é a fidelidade à causa humana.

Um servidor da Hierarquia tenta unir a humanidade e protegê-la de serpentes e coiotes.
Cuida da sobrevivência da humanidade e sua perfeição futura.
Cuida o planeta para que ele esteja sadio, para poder nutrir seus filhos.
Sofre com os que sofrem nas mãos dos poderosos.
Tenta inspirar neles o espírito da liberdade e a libertação.
Para ele, não existe causa superior à causa da humanidade, e pode subordinar todos os seus interesses ao interesse mundial.

Tais pessoas são extraordinárias.

Podemos descobrir como aumenta seu número por todos os lugares.

11 – O décimo primeiro sinal  é o sacrifício e o heroísmo.

No trabalho mais insignificante, quem serve à Hierarquia evidencia espírito
abnegado, e em época de crise irradia espírito heroico.

Evidencia coragem, intrepidez e audácia.

Sacrifica seu tempo, seu dinheiro, suas propriedades e até sua vida se for
necessário.

Vive uma vida perigosa, mas não é tolo.

Não é descuidado.

É cauto e extremamente cumpridor das normas.

Sabe que a vida é perigosa, e também sabe que a senda mais curta e rápida é
também a mais perigosa.

12 – O décimo segundo sinal  é a bondade ou a boa-vontade.

Um servidor da Hierarquia deseja o bem para todos, até para aqueles que não podem viver segundo suas normas.

Pensa bem, fala bem e atua em favor do bem, sem discriminação, porque sabe que tendo completa boa-vontade, transmite a vontade de quem governa o universo.

Todo discípulo verdadeiro é um servidor da Hierarquia.

A Hierarquia é uma fonte de bondade.

Tudo o que tenta fazer é ensinar que sejamos bons, que expressemos boa-vontade, e jamais quebrantemos esse princípio com nossos pensamentos, palavras e ações.

É dito que aqueles que chegaram a ser Mestres são os que, durante milhares de anos, não caíram nas armadilhas da má intenção, da difamação e da traição.

A existência de tais vícios em qualquer ser humano revela de imediato que não é um trabalhador da Hierarquia, não importando com que roupa ou posição se apresente.

A bondade é a base da vida de um trabalhador da Hierarquia.

Quando encontramos essas pessoas, nos sentimos seguros, protegidos e abençoados.

Fonte: El discípulo: su desafío esencial
Torkom Saraydarian, Buenos Aires, Kier, 1991
Texto extraído e adaptado pela Equipa de Carina Greco
http://arautodofuturo.wordpress.com

Perseverança


 Extraído de: "O Despertar da Espiritualidade"
Hidemberg Alves da Frota 


Não sabemos se o ano que se inicia será melhor que o ano anterior nem sabemos que espécie de provações enfrentaremos, mas sabemos que precisamos continuar com a nossa caminhada evolutiva, apesar dos momentos de hesitação, incerteza e angústia.

Continuar com a nossa caminhava evolutiva não em razão de elementos externos a nós, mas em
homenagem a nós mesmos, ao tanto que, nesses milêniosa fio, já enfrentamos e superamos, a despeito de tudo.

A jornada evolutiva é um percurso duro de autoconhecimento, autoenfrentamento e autorrealização.

Ninguém começa no topo da escala evolutiva.

É uma trilha permeada de provações e expiações, quedas e recomeços, em que somos convidados pela vida a superar nossas limitações externas e, sobretudo, internas  o eterno canteiro de obras da reforma íntima, a qual, aos poucos, reencarnação após reencarnação, vamos aprendendo a priorizar.

Às vezes, aprendemos com os erros alheios. Às vezes, aprendemos com os nossos próprios erros. Muitas vezes, aprendemos com a dor.E, aos poucos, vamos aprendendo a caminhar em direção à autorrealização.

Sabemos bem quantos momentos difíceis tivemos de enfrentar nesta reencarnação.

Conhecemos a nossa alma.

Sabemos da sua bagagem existencial e das suas vocações.

Perseveremos.

Fácil é falar, é verdade.

Autoria: "O Despertar da Espiritualidade"
Hidemberg Alves da Frota