Explorando a Interseção da Psicologia, Espiritualidade e Ciência
A música e o amor
Confissão a Maat
CONFISSÃO A MAAT"Honra a Tim Grande Deus, Mestre de toda Verdade! A Ti venho, meu Deus, e me ponho em Tua presença a fim de Tomar consciência de Teus decretos, Eu Te conheço e comungo Contigo e com Tuas Duas e Quarenta leis que existem Contigo nesta Câmara de Maat... É em Verdade que venho comungar Contigo e Maat está presente em em pensamento e em minha alma.
Por Ti destruí a maldade.
Não fiz mal à humanidade.
Não oprimi os membros de minha família.
Não forjei o mal em lugar da Justiça e da Verdade.
Não me relacionei com homens indignos.
Não pedi para ser considerado o primeiro.
Não obriguei ninguém a um trabalho excessivo para mim.
Não coloquei meu nome na frente, para ser elevado às honrarias.
Não privei os oprimidos de seus bens.
Não fiz nenhum ser humano passar fome.
Não fiz nenhum ser humano chorar.
Não infligi nenhum sofrimento a algum ser humano ou a algum animal.
Não privei os templos de suas oblações.
Não falseei as medidas.
Não me apossei das terras de outrem.
Não fraudei nenhuma terra.
Não alterei os pesos da balança para enganar o vendedor.
Não falseei a indicação da agulha para enganar o comprador.
Não tirei o leite da boca das crianças.
Não reprimi a água no momento em que ela devia correr.
Não apaguei a chama quando ela devia brilhar.
Não repeli a Deus em Suas manifestações.Eu sou puro! Eu sou puro! Eu sou puro!
Minha pureza é a pureza da Divindade do Templo Sagrado. Por isso o mal não me atingirá neste mundo, porque eu, eu mesmo, conheço as leis de Deus, que são Deus.
Cro-Maat!"
Perdão
Perdão
Difícil para maioria de nós
TRATAMENTO DO PERDÃO
Origem do povo havaiano
HUNA
A. Origem do povo havaiano
Migrou do Pacífico Sul (Tahiti) para as ilhas do Havai por volta do ano 1000 A.C.
Dominando técnicas de navegação que lhes permitiram singrar milhares de kilometros
de mar aberto.
Esse mesmo povo era originário do sudeste asiático de onde partiu talvez por volta
do ano 4000 A.C.
Ginástica Cerebral - NEURÓBICA
A Nova Era
Sintonia com o Self: O Caminho para o Equilíbrio e a Cura Real
Sintonia com o Self: O Caminho para o Equilíbrio e a Cura Real
Como integrar traumas, espiritualidade e o fluxo da vida
Você já sentiu como se estivesse vivendo no "automático", ou pior, como se houvesse um ruído constante impedindo você de ouvir sua própria essência? Às vezes, a vida nos traz desafios que fragmentam nossa identidade — seja um luto doloroso, uma crise de ansiedade ou até despertares espirituais que parecem confusos demais para o mundo em que vivemos.
O coração do meu trabalho terapêutico é o que chamo de Sintonia com o Self. Não se trata apenas de "resolver problemas", mas de encontrar o seu Eu Observador.
Imagine que, no meio do caos de pensamentos e emoções, existe um lugar de silêncio absoluto. Um centro. Quando aprendemos a habitar esse espaço através da respiração consciente e do não julgamento, o mundo ao redor para de nos empurrar. É a partir desse distanciamento amoroso que compreendemos para onde o seu fluxo de vida deseja seguir.
Quando o Ego se torna um aliado
Muitas vezes, o sofrimento vem de um Ego ferido, perdido em sentimentos de rejeição ou falta de confiança. Mas, quando entramos em sintonia com nossa natureza essencial — que é transpessoal e vasta — o Ego deixa de ser um mestre tirano e passa a ser um colaborador. Ele viabiliza que a sua "tarefa de alma" se realize na prática, no dia a dia, com os pés no chão.
Sustentação para a sua Travessia
Se você está atravessando um momento de confusão profissional, lidando com memórias invasivas, lutos que parecem não ter fim ou até vivências espirituais que a medicina tradicional não explica, saiba: você não está "quebrado". Talvez você esteja apenas em um processo de individuação ou em uma emergência espiritual.
Meu papel é oferecer a sustentação necessária para essa organização psicológica. Utilizo a os conhecimentos energéticos, espirituais, da alma e a elaboração das narrativas para ajudar você a resgatar sua sanidade mental e despertar seu potencial de autocura.
A terapia é o abraço que organiza o caos. Quando nos permitimos ser guiados pela sabedoria do Self, a vida deixa de ser uma batalha e passa a ser um caminho de presença.
Se você sentiu que este texto falou diretamente com algo que vibra aí dentro, talvez seja o momento de silenciarmos o ruído externo juntos. Vamos encontrar o seu centro?
Cida Medeiros - Terapeuta Integrativa, Holística, Transpessoal e Sistêmica
Ciúmes
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O tormento de Otelo Descrito na obra de William Shakespeare como o "monstro de olhos verdes", o ciúme congrega sentimentos contraditórios. Influenciado por valores culturais, inspira pintores, compositores e escritores - mas também pode se transformar em doença por Eduardo Ferreira-Santos | ||
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Em Fragmentos de um discurso amoroso, Roland Barthes escreve: "Como ciumento sofro quatro vezes: porque me reprovo por sê-lo, porque temo que meu ciúme machuque o outro, porque me deixo dominar por uma banalidade; sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco e por ser comum". As palavras do escritor e filósofo francês revelam contradições e multiplicidades desse sentimento polimorfo - ou melhor, de um conjunto deles tão presente no psiquismo humano.
É possível entender o ciúme como uma manifestação do ser humano, tão normal quanto a raiva, o medo ou a inveja. Há, entretanto, fatores a considerar: a origem do sentimento, sua intensidade e duração, a maneira como a pessoa que o sente reage, a importância que assume no cotidiano e interferências que provoca não apenas na vida do ciumento, mas na daqueles que o cercam.
Saúde - Frutas
Medicina Preventiva/Ortomolecular/Nutrologia
Fruta é o mais perfeito alimento, gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo em retorno.
O único alimento que faz seu cérebro trabalhar é glicose. A fruta é principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose), e na maioria das vezes 90-95 por cento de água. Isso significa que ela está limpando e alimentando ao mesmo tempo.
O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como come-Ias de forma a permitir que o corpo use efetivamente seus nutrientes.
Devem-se comer frutas sempre com o estômago vazio. Por quê? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado.
As frutas passam rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde liberam seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas lá e começam a fermentar.
Você já comeu alguma fruta de sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante? É porque você não a comeu da maneira adequada. Devem-se comer frutas sempre com o estômago vazio.
A melhor espécie de fruta é a fresca ou o suco feito na hora.Você não deve beber suco de lata ou do recipiente de vidro. Por que não? A maioria das vezes o suco foi aquecido no processo de vedação e sua estrutura tornou-se ácida.
Quer fazer a mais valiosa compra que possa? Compre uma centrífuga. Você tem um carro? Venda-o e compre uma centrífuga.
Ela levará você muito mais longe. Ou simplesmente, compre a centrífuga agora! Você pode ingerir o suco extraído na centrífuga como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o suco é digerido tão depressa que você pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.
Isso, não sou só eu quem diz. O Dr. William Castillo, chefe da famosa clínica cardiológica Framington, de Massachusetts, declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos proteger contra doenças do coração.
Disse que as frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se espesse e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares, e vasos capilares fracos quase sempre provocam sangramentos internos e ataques cardíacos.
Há pouco tempo, conversei com um corredor de maratona, num dos seminários de saúde que promovo. Ele era bastante cético quanto à natureza, mas concordou em fazer uso correto de frutas em sua dieta. Sabe o que aconteceu? Diminuiu 9,5 minutos de seu tempo de maratona. Cortou seu tempo de recuperação pela metade, e qualificou-se para a Maratona de Boston, pela primeira vez em sua vida.
Agora, uma coisa final que gostaria que mantivesse em sua mente sobre frutas.
desconheço a autoriaComo se deve começar o dia?O que se deve comer no café da manhã?Você acha que é uma boa idéia pular da cama e encher seu sistema com um grande monte de alimentos, que levará o dia inteiro para digerir?Claro que não.O que você quer é alguma coisa que seja fácil de digerir, frutas que o corpo pode usar de imediato, e que ajuda a limpar o corpo.Quando levantar-se, e por tanto tempo durante o dia quanto for confortavelmente possível , coma só frutas frescas e sucos feitos na hora.Mantenha esse esquema até pelo menos meio -dia , diariamente.Quanto mais tempo ficar só com frutas em seu corpo, maior oportunidade de ele limpar-se. Se você começar a se afastar do café e dos outros lixos com que costuma encher seu corpo no começo do dia, sentirá uma nova torrente de vitalidade e energia, tão intensa que você mal acreditará.Tente durante os próximos dez dias e veja por si mesmo.
Paramahansa Yogananda
Este vídeo é uma profunda benção!
Nesse vídeo o yogui Paramahansa Yogananda explica conceitos
básicos e entra no estado de Superconsciência (Samadhi)
Inclui Legendas.
Os Sábios e o Herói
Huna: Os sábios e o herói
por Jens Federico Weskott - jweskott@uol.com.br
Que seria da sabedoria se suas sementes não fossem descobertas,
valorizadas e espalhadas pelo mundo?
Morando na aprazível Califórnia, foi chamado para o desafio
embrenhar-se no interior do Havaí, perto dos vulcões, para lecionar
nativos. Naquela época, no início do século vinte, o Havaí não era
muito diferente da Amazônia. Uma grande selva desconhecida, povoada
por tribos estranhas. Só um desbravador espiritual como Max poderia
ser tentado a tamanha aventura.
Um tratado sobre iniciações
Uma Visão sobre ECOLOGIA
Textos publicados no sítio "Barsa".
Atlântida
A Atlântida ressurge
Uma nova pesquisa busca conciliar as diferentes visões sobre a localização do lendário continente tragado pelas ondas
por Frédéric de Monicault
© CHRISTIAN DARKIN/SCIENCE PHOTO LIBRARY – LATINSTOCK
Reconstituição de Atlântida, por Christian Darkin. A obra do artista é uma das centenas de representações do continente submerso
A Atlântida deve situar-se a oeste do estreito de Gibraltar, no local onde Platão (428-347 a.C.) localizou-a em seus escritos, Crítias e Timeu. Essa é a opinião do geólogo e historiador Jacques Collina-Girard, que bebe na fonte do filósofo grego, o primeiro a discorrer sobre o império dos atlantes. Mesmo que possa parecer curiosa, a hipótese de recuperar a obra clássica ainda não tinha sido elencada na busca pelo continente perdido.Os trabalhos de Jacques Collina-Girard, publicados nos rigorosos anais da Academia de Ciências Francesa, são convincentes. Originalmente, eles se referem a movimentos de populações entre Europa e África do Norte em plena Era Glacial, há 19 mil anos. Na ocasião, esse pesquisador descobriu como a topografia do estreito de Gibraltar foi profundamente modificada pela variação do nível do mar, que, em 20 mil anos, ganhou cerca de 135 metros.Em sua reconstituição cartográfica, Collina-Girard sublinha a existência de um antigo arquipélago, situado onde Platão localizara a Atlântida. Evidentemente, o historiador e especialista em geologia do Quaternário leu os textos do filósofo. Graças ao Timeu, soube-se da existência, há 11 mil anos, de “uma ilha, diante da passagem que se chama, segundo os senhores, as Colunas de Hércules”, rebatizadas depois de estreito de Gibraltar.No coração do arquipélago identificado pelo pesquisador, a ilha de Spartel, 56 metros debaixo d’água, poderia constituir o centro nevrálgico da Atlântida. Essa ilha estende-se por 14 km de comprimento, com 5 km de largura. Essas dimensões reduzidas podem derivar de erro na conversão de medidas egípcias para unidades gregas.
© COLL.ARCHIV F.KUNST & GESCHICHTE/AKG IMAGES – LATINSTOCK
Mapa de 1664 coloca a Atlântida entre a América e a Europa conforme descrições egípcias e do filósofo grego Platão
Os novos dados incorporados ao processo são capitais: enriquecem um debate aberto há mais de dois milênios. Muitos escritores de renome já se dedicaram ao tema. Prova disso é que no início dos anos 1980 uma estimativa avaliou entre 2 mil e 10 mil o número de obras, de todos os gêneros, consagradas à Atlântida ou a suas variantes.À margem dos trabalhos literários, interpretações históricas sucessivas situaram o continente perdido nos quatro cantos do planeta: nas Caraíbas, no mar do Norte, ao largo dos Açores, no Ceilão, perto da Sibéria, no meio do Saara... Sem esquecer Bermudas, as Canárias, a Islândia, o arquipélago de Spitzberg, na Noruega, ou ainda os altiplanos da Bolívia. Algumas dessas tentativas de localização resultaram em expedições. Em 1882, o Jesmond, um navio de comércio britânico, descobriu a oeste da Madeira e ao sul dos Açores uma ilha que não figurava nos mapas. No local, exumaram um sarcófago de pedra contendo uma múmia. Foi o suficiente para que a busca de Atlântida fosse retomada. Mas depois do Jesmond nenhum barco teria conseguido encontrar de novo essa misteriosa ilha. Em 1981, a hipótese da ilha da Madeira ressurgiria com força graças a oceanógrafos soviéticos. A tripulação do navio Kurchatov declarou ter descoberto a Atlântida 720 km a oeste de Portugal. Como prova, os cientistas russos apresentaram 460 fotografias submarinas do monte Ampere, cujo pico fica 30 metros abaixo da superfície do mar. Nas fotos, apareciam estruturas misteriosas – placas retangulares de cerca de 1 metro de largura. Algumas décadas antes, o comandante Jacques Cousteau e sua equipe – 30 marinheiros a bordo da embarcação Calypso – também foram atrás do continente perdido. Depois de pesquisas nas Bahamas, nos Açores e nas ilhas Coco, na Costa Rica, Cousteau “localizou” definitivamente a Atlântida no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica da Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.) poderia ser contemporânea da cidade submersa. Aliás, muitos historiadores comparavam espontaneamente os cretenses aos atlantes, que teriam herdado destes a legislação, o artesanato, a arte e o comércio.
© BETTMANN/CORBIS – LATINSTOCK
O explorador Jacques Cousteau “localizou” o continente no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica poderia ter sido contemporânea dos atlantes
Para Cousteau e muitos outros, a Atlântida seria uma parte de Santorini, outrora Stongylé, nascida nas encostas de um vulcão cuja formidável explosão, em 1657 a.C., teria provocado um gigantesco tsunami. Mas, ao contrário do que ocorre na ilha da Madeira, nenhum sinal tangível apóia essa tese. Os mergulhos ao centro da erupção vulcânica grega evidenciam apenas sedimentos, lavas e pedras-pomes. Ao sul de Santorini, em compensação, os vestígios na superfície de uma extraordinária cidade minóica com ruas pavimentadas e entrepostos cheios de cerâmica favorecem uma aproximação com a Atlântida.Contra isso, numerosas vozes sempre se ergueram – em particular a do historiador Pierre Vidal-Naquet – para sublinhar que a Atlântida nascera apenas da imaginação de Platão. Para fundamentar seus caminhos intelectuais, o filósofo teria criado uma “cidade ficção” culpada de todos os males. Tragada pelas ondas “em um dia e uma noite”, a Atlântida, pervertida pela riqueza e pelas tentações do poder, foi condenada a um castigo supremo. Na passagem escrita por Platão, essa destruição completa faz irresistivelmente pensar na erupção vulcânica que devastou Santorini.Diante dos questionamentos sobre a existência ou não da Atlântida, todos os observadores reconhecem que tomar o filósofo grego ao pé da letra é um erro: este, em suas teorias relativas à república ideal, tinha necessidade de argumentos evidentes. Aliás, a minúcia dos detalhes com os quais ele descreveu a civilização desaparecida confundia até seus discípulos mais próximos e chegou a causar debates agitados. É preciso dizer que Platão, tratando também da Atlântida como se fosse uma fábula – referindo-se a lendas transmitidas muitos séculos antes por sacerdotes egípcios –, deixa margem a todas as interrogações: como os navegadores, depois de assistir ao cataclismo, teriam atravessado os oceanos para voltar e contar sua história? Como a história pôde ser passada adiante, uma vez que a escrita ainda não tinha sido inventada? Graças a Jacques Collina-Girard o mistério volta à baila, mantendo, também, sua parte obscura.
O CAMINHO DAS ANTIGAS FONTES
MUSEU NACIONAL, ESTOCOLMO
Platão foi o primeiro a registrar a história da Atlântida. Busto do século IV a.C
Algumas linhas de Platão foram suficientes para imprimir consistentemente a Atlântida na memória dos homens. As passagens que se referem ao assunto encontram-se em dois dos diálogos do filósofo, Crítias e Timeu, nomes de seus protagonistas. “Antes de tudo, lembremo-nos de que, em suma, passaram-se 9 mil anos depois da guerra que, de acordo com as revelações de sacerdotes egípcios, opôs os povos que habitavam fora – depois das Colunas de Hércules – e todos os que habitavam para cá das Colunas. Aqui, foi nossa cidade, dizem, que tomou o comando e sustentou toda a guerra; lá, foram os reis da ilha Atlântida, ilha que, tínhamos dito, era outrora maior que a Líbia e que a Ásia, mas que hoje engolida por tremores de terra é apenas um limo intransponível que barra a passagem daqueles que partem daqui em direção ao grande mar”, diz Crítias.Platão recontou a história que seu bisavô ouvira de Sólon, um dos sete sábios da Grécia antiga, que a tinha escutado de um dos sacerdotes de Sais, no Egito. “Nessa ilha, Atlântida, os reis formaram uma grande e admirável potência, que estendeu sua dominação sobre a ilha inteira e muitas outras ilhas, além de algumas partes do continente”, sublinha Timeu.Podemos notar também similitudes espantosas entre Platão e Homero. Quando Crítias explica que “bem perto da costa atlante, há no mar um território elevado que domina o oceano verticalmente”, ecoa literalmente a Odisséia: “Diante da costa da ilha dos feacianos, eleva-se no mar uma ilha que, de todos os lados, tomba verticalmente sobre as águas”. Teria também Ulisses procurado a Atlântida?
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