Vacuidade

“Dizemos: ‘Tudo vem da vacuidade’. Um rio inteiro, ou um espírito inteiro é vacuidade. Quando atingimos esta compreensão, encontramos o verdadeiro significado* da vida. Quando atingimos esta compreensão, podemos ver a beleza da vida humana.

Antes de realizarmos este fato, tudo o que vemos é apenas uma ilusão enganadora. Às vezes, superestimamos ou ignoramos a beleza, porque nosso espírito* pequeno não está de acordo
com a realidade.” (Suzuki, 1977, p. 121).

“Antes de compreendermos a ideia de vacuidade, tudo parece existir substancialmente. Mas, uma vez realizada a vacuidade das coisas, tudo se torna real — não substancial. Quando realizamos que tudo o que vemos faz parte da vacuidade, não podemos experimentar o apego por nenhum fenômeno; compreendemos que tudo não passa de formas e cores temporárias.

...Quando entendemos pela primeira vez que tudo tem somente uma existência temporária, ficamos geralmente decepcionados; mas esta decepção provém de uma má
concepção do homem e da natureza... porque nossa maneira de ver as coisas está
profundamente enraizada nas nossas idéias egocêntricas. Mas, quando realizarmos
efetivamente esta verdade, não sofreremos mais”. (Ibid., p. 143-144).
Extraido do Livro: Nova Linguagem Holistica - Pierre Weil

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