CNA - Primeiro Encontro


Nesse Sábado dia 26 de julho de 2008, aconteceu o Primeiro Encontro Nacional promovido pela CNA (Central Nacional de Astrologia), promovido pela Regional de São Paulo, com o Tema: Caminhos Astrológicos.

Contando com a participação de autoridades reconhecidas no campo da Astrologia, onde a união de "competências" tem criado um novo panorama no setor, enriquecendo à todos, partilhando saberes e abrindo portas e apresentando a sociedade uma astrologia que dá gosto de ver.

Infelizmente não pude estar, pois já estava comprometida em dar a Oficina da Sabedoria Kahuna na Paz Géia à mais de dois meses.

Mas já sei que foi um sucesso e que a categoria de Astrólogos está cada vez mais unida.

A Astrologia é para mim um sistema de conhecimento extremamente apropriado para meu trabalho como Terapeuta.

Já tentei por horas a fio, estudando, invalidar o sistema astrológico, mais me rendi as evidências, a astrologia funciona.

A Astrologia aplicada com consciência é um campo precioso de informações e orientações que ajudam por demais o individuo a se encontrar. Dentro de uma dinâmica de energias que com o passar do tempo a pessoa vai podendo perceber e reconhecer.

Eu mesma, aos poucos, vou dominando melhor a dinâmica de energias do meu próprio mapa e tentando fazer o melhor que eu posso, percebendo os trânsitos e tentando me orientar pela intuição.

Meu caro leitor, se você veio até aqui, prestigiar, então, sugiro que entre no site do CNA e veja que maravilhoso trabalho esta sendo desenvolvido e o que já foi realizado. Se você é astrólogo, junte-se a nós!

Conheça a CNA - Central Nacional de Astrologia.

www.cnastrologia.org.br

Vale a pena também entrar no site da Astrobrasil


Quem quiser assistir a entrevista concedida pelo Mauricio Bernis falando sobre o inicio da CNA, é só clicar no seguinte link:

Entrevista com Maurício Bernis Presidente da AstroBrasil e CNA
Grata
Cida Medeiros

A visão e o cérebro


Imaginem ainda o que esta por vir...
Vale a pena ler.
Cida Medeiros


Movimento da pupila antecipa momento da tomada de decisão
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RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Quando estamos olhando para um objeto, antes mesmo de conseguirmos reconhecê-lo já o analisamos e já "julgamos" como devemos tratá-lo. Essa é a maneira inusitada com que a visão opera no cérebro, conforme demonstra um estudo publicado na edição de desta terça-feira (5) do periódico científico "PNAS".

Num elegante experimento que demonstrou o fenômeno, um grupo liderado por Olivia Carter, do Laboratório de Ciências Visuais da Universidade Harvard, dispensou modernas tecnologias de mapeamento cerebral. Para saber o que se passava na cabeça das pessoas, bastou a ela observar os olhos das pessoas, e o comportamento das pupilas revelou tudo.

No experimento, voluntários foram apresentados a uma série de imagens ambíguas. Uma delas era o "cubo de Necker", uma figura clássica de ilusão de óptica, que dá margem a uma dupla interpretação sobre sua perspectiva.

Quando olhavam para o cubo, os voluntários relatavam de tempo em tempo qual das duas perspectivas parecia real. Mas eles mudavam de idéia o tempo todo. Enquanto acompanhava o que as pessoas diziam, a pesquisadora também monitorava o diâmetro de suas pupilas. Ela percebeu que, em alguns momentos, as pupilas dos voluntários sofriam um espasmo, dilatando-se, e logo em seguida eles "trocavam" de idéia sobre a interpretação da imagem.

A neurocientista Carter, porém, sabia que a dilatação de pupilas estava ligada a um fenômeno interno no cérebro: a reação em cadeia de uma molécula chamada norepinefrina, transmissora de impulsos nervosos.

Quando ativada em um setor do tronco cerebral --estrutura que conecta o cérebro à medula espinhal--, essa substância provoca o alargamento da pupila.

Atitude

Esse mesmo mecanismo está associado também à tomada de iniciativa. A norepinefrina age no momento em que uma pessoa deixa de analisar um problema para pôr a mão na massa e começar a resolvê-lo. Carter descobriu que essa via de transmissão de impulsos nervosos, que impele as pessoas à ação, é a mesma que inconscientemente obriga as pessoas a escolherem uma das interpretações da visão que lhes é apresentada.

"A evidência atual sugere que esse complexo está envolvido em otimizar o equilíbrio entre "aproveitar" (continuar fazendo o que se faz) e "explorar" (libertar-se e escolher uma das alternativas possíveis)", escreveram Carter e colegas na "PNAS".

É como se fosse o instante em que uma pessoa prestando vestibular se dá conta de que não sabe resolver uma questão e "chuta" uma das alternativas.

A neurociência, afinal, está mostrando que o mero ato de olhar já implica em uma tomada de decisão.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u369738.shtml

Feromônio e a Homossexualidade

Interessante estudo da Agência Fapesp, que é uma Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, que divulga a Cultura Científica, à respeito da funcionalidade cerebral, através dos Feromônios, substâncias secretadas com funções de atração sexual entre indivíduos, explicando as possíveis causas de atração entre indivíduos do mesmo sexo. Vale a pena ler.
Cida Medeiros


Reações diversas
Cérebros de homens heterossexuais e homossexuais reagem diferentemente quando estimulados pelas substâncias AND e EST (foto: divulgação)

10/05/2005

Agência FAPESP - Um possível feromônio, encontrado no suor masculino, ativa funções cerebrais de homens homossexuais e de mulheres heterossexuais de maneira similar, mas não tem efeito em homens heterossexuais. A afirmação é de um estudo feito por cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, que será publicado esta semana no site da Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e em seguida na versão impressa da revista.

Embora ainda não se saiba com certeza como humanos respondem a feromônios – substâncias secretadas com funções de atração sexual entre indivíduos –, a pesquisa avaliou a resposta a duas substâncias: um derivado da testosterona conhecido pela sigla AND e o esteróide EST. O primeiro é detectado principalmente no suor de homens, enquanto o outro é encontrado na urina de mulheres.

Em trabalho anterior, a pesquisadora Ivanka Savic e colegas haviam demonstrado que o hipotálamo é ativado quando homens sentem o cheiro do EST e quando mulheres sentem o AND, mas que o mesmo não ocorre quando as substâncias são trocadas.

Desta vez, os cientistas suecos procuraram examinar se padrões de estimulação cerebral induzidos pelo EST e pelo AND correspondem mais a orientações sexuais do que ao gênero. Foram comparadas as atividades cerebrais de homens homossexuais com as de homens e mulheres heterossexuais quando expostos ao EST, ao AND e a outros tipos de odores.

Os pesquisadores verificaram que o AND ativou o hipotálamo de homens homossexuais e de mulheres heterossexuais, mas não teve efeito em homens heterossexuais. Por outro lado, o EST surtiu efeito apenas neste último grupo. Todos os três grupos responderam a outros tipos de odores da mesma forma, tendo sido ativadas apenas regiões cerebrais que processam o olfato.

De acordo com os cientistas, os resultados indicam que o cérebro humano reage diferentemente a tais feromômios, em comparação com odores comuns, sugerindo uma relação entre orientação sexual e função cerebral.

O artigo Brain response to putative pheromones in homosexual men, de Ivanka Savic, Hans Berglund e Per Lindström, pode ser lido no site da PNAS, em www.pnas.org.

Fonte: http://www.fapesp.br/agencia/boletim_dentro.php?data%5Bid_materia_boletim%5D=3689